segunda-feira, 28 de julho de 2014

Crianças morrem após comer comida de lixão em PE

28/7/2014 às 17h54

Outras cinco pessoas passaram mal; prefeitura e Vigilância Sanitária abriram investigação

    Agência Estado

Duas crianças morreram e outras cinco pessoas passaram mal depois de ingerirem comida estragada em um lixão na zona rural do município de Catende, na zona da mata pernambucana, no último sábado (26).
O delegado do município, Gustavo Garcia, instaurou inquérito policial para apurar o caso. A Vigilância Epidemiológica da Secretaria Estadual de Saúde e a Apevisa (Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária) deram início nesta segunda-feira (28), à investigação epidemiológica do surto por intoxicação alimentar.
De acordo com nota da secretaria, as duas crianças, Raiana Maria da Silva, de um ano e seis meses, e Letícia Maria da Silva, de sete anos, morreram logo após consumirem alimentos retirados do lixão da cidade - leite em pó, macarrão instantâneo e pão. As outras cinco pessoas - três crianças de 3, 10, 13 anos e dois jovens de 17 e 22 anos - foram encaminhadas ao Hospital Regional de Palmares, na região. Todos já receberam alta médica, após a realização de lavagem estomacal. Eles passam bem e não apresentaram sintomas de intoxicação.


O delegado ouviu três pessoas. As vítimas são de duas famílias vizinhas da área rural. Joseildo Santana e o seu vizinho Adeildo Santana disseram costumar pegar comida no lixão de Catende para dar aos animais que criam.
A dona de casa Rosineide da Silva, mãe de uma das vítimas, disse ao delegado que queria fazer um lanche para todos, mas não tinha nada em casa. Viu, então, os alimentos do lixão que tinham sido deixados em cima do muro e os preparou.


Sobras dos alimentos que foram consumidos e amostras de água, coletadas pela Apevisa, serão enviadas para o Lacen (Laboratório Central de Pernambuco) para análise toxicológica e bacteriológica. Já as amostras de sangue foram coletadas pelo laboratório da Secretaria Municipal de Saúde de Catende e serão encaminhadas para o Hospital da Restauração. A previsão é que o resultado seja divulgado até a próxima semana.
(Fotos Google)

Jô Soares é internado em hospital para tratar pneumonia

28/07/2014 15h21

Apresentador está desde sexta-feira no Sírio-Libanês..Ele voltou de férias em 14 de julho.

Jô Soares volta a apresentar programas inéditos em março de 2014  (Foto: TV Globo/Programa do Jô)O apresentador Jô Soares está internado no Hospital Sírio Libanês para tratar de um princípio de pneumonia. O artista de 76 anos está desde a noite de sexta-feira (25) no centro médico.
De acordo com a direção do programa, a doença foi detectada ainda no princípio e o tratamento está evoluindo bem, com "ótima recuperação". Ainda não há previsão de alta, mas a expectativa é que ela ocorra ainda nesta semana. O hospital não divulgou boletim médico.
Por causa da internação, nesta segunda-feira (28) o programa apresentará um especial em homenagem ao escritor Ariano Suassuna, que morreu na quarta-feira (23), aos 87 anos, em Recife. Enquanto não houver disponibilidade para novas gravações, a direção fará outras reprises com homenagens a serem definidas.
Fim de férias
Jô voltou de férias em 14 de julho, após um mês de férias. Desde então, entrevistou os ex-jogadores Falcão e Júnior, que comentaram a atuação da seleção na Copa, o escritor Ruy Castro, as atrizes Sophie Charlotte e Jacqueline Bisset, o ator Juca de Oliveira e os músicos Jorge Aragão, Pitty, e a banda Titãs. As entrevistas podem ser vistas no site do Programa do Jô.

domingo, 27 de julho de 2014

O ebola segue sua expansão com a primeira vítima na capital de Serra Leoa

O vírus já deixou quase 700 vítimas na África Ocidental


JOSÉ NARANJO
 Dacar 27 JUL 2014 - 17:05 BRT
O doutor Brantly (esquerda) trata um paciente de ebola. / AP


Uma mulher infectada com ebola morreu na cidade de Freetown, Serra Leoa, tornando-se assim a primeira vítima deste vírus na capital do país africano. A vítima, Saudatu Koroma, de 32 anos, deu entrada no dia 23 de julho em um hospital depois de um resultado positivo para a doença, que já matou mais de 200 pessoas em Serra Leoa e quase 700 na África Ocidental.
O caso positivo de Koroma é considerado o primeiro confirmado de ebola em Freetown. A mulher escapou do hospital depois de saber que estava infectada, mas depois decidiu se entregar, após a transmissão de várias mensagens através das rádios locais em que se pedia ajuda para poder localizá-la.
Koroma morreu enquanto era transferida para o leste do país, onde estão localizados os centros médicos que tratam o vírus do ebola, que provocou a morte de mais de 660 pessoas na África Ocidental este ano. Os pais de Koroma foram internados em um destes centros, onde serão realizados exames para saber se estão infectados, segundo informou a emissora britânica BBC.
Na Libéria, onde morreram 127 pessoas, o trabalhador humanitário Kent Branley, que atua como diretor médico de um centro na Libéria da ONG norte-americana Samaritan’s Purse, teve exame positivo para o vírus do ebola, de acordo com comunicado da própria organização divulgado no sábado.
Um conhecido médico na luta contra o ebola morreu por causa deste vírus na Libéria, onde o surto foi classificado como “emergência nacional”, informou o Ministério da Saúde. “Esteve isolado em um centro de tratamento durante duas semanas antes de morrer no sábado. Com sua morte já são dois médicos que morreram por esta doença neste país”, explicou o vice-ministro liberiano de Saúde, Tolbert Nyesuah. O médico Samuel Brisbane trabalha no centro medico John F. Kennedy de Monróvia, um dos grandes centros de tratamento e isolamento para vítimas de ebola no país.
A luta contra o ebola está esgotando os recursos dos frágeis sistemas de saúde da região, a falta de informação e a desconfiança com o pessoal médico levaram muitas pessoas a rejeitar os tratamentos. Ainda que organizações médicas internacionais tenham enviado especialistas para combater o surto, a Organização Mundial da Saúde (OMS) afirma que a precária infraestrutura e a falta de recursos humanos limitam os esforços. Não existe cura ou vacina para o ebola, uma doença que causa diarreia, vômitos e hemorragias externas e internas. O vírus pode provocar a morte de até 90% das pessoas infectadas, ainda que a taxa de mortalidade do surto atual seja de 60%.

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