domingo, 13 de julho de 2014

Dilma constrange convidados ao não assistir à festa de encerramento

Maquiavel


A chanceler alemã Angela Merkel e o presidente da Fifa Joseph Blatter assistem à cerimônia de encerramento da Copa do Mundo no Maracanã
A chanceler alemã Angela Merkel e o presidente da Fifa Joseph Blatter assistem à cerimônia de encerramento da Copa do Mundo no Maracanã (AFP)
A presidente Dilma Rousseff não assistiu à cerimônia de encerramento da Copa do Mundo no estádio do Maracanã. Na tribuna, estavam sozinhos – e constrangidos – convidados como o presidente da Rússia, Vladimir Putin, e a chanceler alemã, Angela Merkel. A ausência de Dilma provocou mal-estar entre dirigentes da Fifa e demais autoridades presentes à tribuna. Vários deles comentavam em voz baixa que se tratava de uma grosseria. O presidente da Fifa, Joseph Blatter, deixou claro seu desconforto com a ausência de Dilma. Mais cedo, a presidente almoçou com nove autoridades no Palácio Guanabara. Mesmo tentando se preservar e dispensando a cerimônia de encerramento, Dilma irá ao Maracanã acompanhar a final entre Alemanha e Argentina. E promete entregar a taça ao time campeão. Resta saber se a presença de Dilma não irá provocar novas vaias.

Superlua ilumina o céu em todo o mundo

O fenômeno astronômico ocorre quando a Lua passa mais perto do nosso planeta e a faz parecer maior e mais brilhante. No Brasil, foi mais forte pouco antes do Sol nascer, entre as 5h e 6h da manhã



















Cristo Redentor durante o fenômeno superlua, no Rio de Janeiro - AFP
















A Lua brilhou mais e pareceu maior na madrugada deste sábado, em todo o planeta. A superlua, fenômeno astronômico que ocorre quando a Lua passa mais perto da Terra, foi mais forte no Brasil pouco antes do Sol nascer, entre as 5h e 6h da manhã.

As superluas ocorrem porque a órbita do satélite não é perfeitamente circular, fazendo com que, em alguns momentos, ele esteja mais próximo da Terra. A distância da Lua até a Terra varia aproximadamente de 363.104 quilômetros no perigeu (ponto mais próximo) a 405.696 quilômetros no apogeu (ponto mais afastado). Quando o perigeu coincide com a fase da Lua cheia, como na madrugada de sábado, surge a superlua. O satélite pode parecer até 15% maior do que quando está no ponto mais distante e 30% mais brilhante, de acordo com estimativas dos astrônomos
Neste ano, o fenômeno vai se repetir em 10 de agosto e 9 de setembro. Em agosto, o ápice ocorrerá às 15h09 do horário de Brasília. Já em setembro, o ponto máximo está previsto para as 22h38. 

Eclipse total da Lua

1 de 7

Um dos espetáculos mais bonitos esperados para este ano é o eclipse total da Lua, previsto para 15 de abril. A Lua vai entrar na região de sombra feita pela Terra, desaparecendo completamente do céu. O evento poderá ser observado em todo o Brasil, exceto o fim do espetáculo, quando a Lua reaparecer, pois já terá amanhecido por aqui.

O eclipse vai começar às 3h da manhã. Por volta das 4h, se inicia a fase total do eclipse, quando a Lua some atrás da sombra da Terra. Às 5h24, o satélite começa a sair da escuridão, e ressurge inteiramente às 6h33.

No dia 8 de outubro haverá outro eclipse total da Lua. Mas este terá início quando o dia estiver clareando para nós, por volta das 6 da manhã, de modo que a maior parte do território nacional não vai ver nada. Quem estiver no Amazonas, Acre, Roraima, Rondônia e em parte do Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará e Amapá pode conseguir observar o comecinho do evento.

Segundo Gustavo Rojas, astrofísico da Universidade Federal de São Carlos, apesar de comum, esse evento não ocorre anualmente, pois depende das configurações de ciclo da Terra, da Lua e do Sol. Em 2013, por exemplo, nenhum eclipse total lunar foi observado. Quando eles acontecem, costumam ser dois no mesmo ano.

by Veja

França enviará tropas ao Mali para combater terrorismo no Sahel


Nova operação contará com 3 mil soldados, segundo ministro francês.
Missão tentará desmantelar 'a estrada de todos os tráficos'.


EFE

A intervenção militar francesa no Mali, iniciada em janeiro de 2013, terminou com sucesso e será substituída por uma nova operação que contará com 3 mil soldados para lutar contra o terrorismo no Sahel, declarou neste domingo (13) o ministro da Defesa da França, Jean-Yves Le Drian.

A nova operação se chamará "Barkhane", terá caráter "durável" e seu objetivo será o "antiterrorismo" na região, disse Le Drian em entrevista à emissora "Europe 1".

A França enviou tropas ao Mali a pedido de Bamaco em janeiro de 2013, para frear o avanço dos insurgentes islamitas rumo à capital.

A intervenção foi resolvida "com grande eficácia", acrescentou Le Drian, que ressaltou que permitiu a "eliminação" de muitos terroristas e a recuperação de "muitos armazéns de armas".

"Agora fica a necessidade, para nós e para os países da região, de vigiar para que não haja uma intensificação" em uma região onde "sempre há riscos maiores de desenvolvimento jihadista".

Paris lançará a operação Barkhane nos próximos dias, em associação a cinco países da região subsaariana, com "cerca de 3 mil militares" no total, além de drones, helicópteros e caças de combate.

A operação terá "presença duradoura", ressaltou o ministro, que explicou que a missão tentará desmantelar "a estrada de todos os tráficos", ou seja: rotas que traficantes de armas e de drogas utilizam através da zona controlada por islamitas armados.

Além disso, os militares tentarão impedir que os grupos yijadistas voltem a se formar 'entre a Líbia e o Oceano Atlântico, o que poderia ter consequências graves'. 'É nossa segurança que está em jogo', concluiu Le Drian.

Em Alta

Um "ecossistema" que garante que tudo continue exatamente como está

Assisti hoje este vídeo do Sputniks sobre a dependência financeira dos municípios brasileiros e confesso que fiquei impressionada com a seme...

Mais Lidas