domingo, 6 de julho de 2014

9 adolescentes que já são empreendedores de sucesso


Não há idade para atingir o sucesso. Confira a história de jovens que enxergaram oportunidades de negócio e hoje faturam alto



Uma das frases mais repetidas no mundo corporativo diz que "não há idade para começar a empreender". De fato, a expressão não é das mais criativas, mas é verdadeira: até por isso, há uma série de jovens, no Brasil e no exterior, faturando alto desde cedo.
Confira a história de oito empresas – e nove empreendedores – que, apesar das dificuldades e da falta de experiência, atingiram o sucesso profissional. Há até adolescentes multimilionários. Confira: 
1) US$ 250 milhões aos 18 anos
A americana Isabella Weems, conhecida como Bella, começou a empreender porque queria comprar um carro. Para isso, em 2010, ela criou a Origami Owl, uma plataforma online de joias. O investimento inicial na Origami Owl foi de US$ 350, dinheiro ganho por Bella em trabalhos como babá. Ela começou a fazer joias e contou com a ajuda de família e amigos para vendê-las para conhecidos. No ano seguinte, já na internet, a Origami Owl começou a trabalhar com consultores, que compram as joias online e as revendem.
Em 2012, a Origami Owl faturou US$ 25 milhões. Para o ano seguinte, Bella estipulou uma meta: chegar a US$ 250 milhões. A Origami Owl ainda não divulgou dados sobre o desempenho no ano passado, mas é possível dizer que ela superou – e muito – o sonho de ter um automóvel.
Saiba mais sobre a história de Bella aqui.
2) "Empreender é brincar"
O representante brasileiro dessa lista é o alagoano Davi Braga, de 13 anos. Davizinho, como é chamado, é filho de João Kepler, investidor-anjo bastante conhecido no mundo das empresas de tecnologia. No caso de Davi, parece que a paixão pelo empreendedorismo foi contagiosa: ele é um dos cofundadores da List-It, um sistema de compra de material escolar.
Quem vê a história de Davi pode imaginar que ele não esteja aproveitando sua infância, já que começou nos negócios tão cedo. Mas para o menino, empreender é uma brincadeira tão divertida quanto jogar videogame ou bola. “Eu consigo fazer tudo com equilíbrio: estudar, brincar e empreender”, afirma. “Empreender é como brincar, é diversão.”
O objetivo é lançar o site do List-It oficialmente no ano que vem. Atualmente Davi está à procura de lojas parceiras da plataforma. Confira mais informações sobre Davi e sua empresa neste link. Também vale dar uma olhada na desenvoltura do menino em um pitch, realizado na Demo Brasil Nordeste, no começo do ano.
3) Paixão que vira negócio
As americanas Emily Matson, 18 anos, e Julianne Goldmark, 17, ainda estavam no colégio quando transformaram uma paixão por acessórios de cabelo em uma marca que faturou US$ 5 milhões em 2012. Apaixonadas por laços e elásticos de cabelo mostrados na série Gossip Girl, as meninas queriam comprar produtos semelhantes, mas encontraram com preços que consideraram muito altos.
Elas decidiram, então, comprar materiais e criar seus próprios acessórios. Um mês depois, as duas receberam uma ligação da revista Marie Claire e os acessórios da marca Emi-Jay se tornaram queridinhos da revistas de moda e beleza. Os acessórios custam entre US$ 5 e US$ 20. Em 2012, a empresa vendeu cinco milhões de unidades e dobrou esse número em 2013. O faturamento do ano passado ainda não foi declarado. Neste link, você encontra mais informações sobre Emily e Julianne.
4) Mercado de um bilhão de pessoas
O indiano Angad Daryani construiu seu primeiro robô com oito anos. Aos 13, ele já estava montando sua própria versão, com código-fonte aberto, da impressora 3D RepRap. Agora com 15 anos, ele criou a SharkBot, uma versão modificada da RepRap, que será a primeira impressora 3D caseira a ser comercializada na Índia – ou seja, Daryani tem um mercado de mais de um bilhão de pessoas.
O garoto acredita que a impressora será mais rápida e mais robusta impressora 3D do mundo, e poderá imprimir qualquer material, exceto metal. Um de seus protótipos já está sendo usado no Instituto Indiano de Tecnologia, em Mumbai. Saiba mais sobre Daryani aqui.
5) Dinheiro em rodinhas
O norte-americano Nicholas Pinto, de 14 anos, sempre gostou de andar de patinete. No entanto, ele tinha um problema: as rodinhas do seu brinquedo sempre quebravam. Enxergando no problema uma oportunidade, ele  resolveu criar modelos mais resistentes de roda. A ideia se transformou na LB Scoots, empresa criada em que faturou US$ 100 mil (R$ 225 mil) em 2012. A LB Scoots ainda não divulgou o faturamento registrado em 2013.
Saiba mais sobre a LB e Nicholas Pinto neste link.
6) Uma ajuda para a irmã
A estudante americana Megan Grassel não encontrava sutiãs bonitinhos e apropriados para sua irmã mais nova, de 13 anos. Quando ela experimentava as peças, nenhuma servia bem e todas tinham muito apelo sexual. Então, ao invés de apenas ficar reclamando, ela criou sua própria marca, a Yellowberry, no ano passado.
A empresa de Megan, que faz sutiãs bonitinhos e confortáveis para meninas entre 11 e 15 anos, levantou US$ 41 mil em uma campanha no site de financiamento coletivo Kickstarter. Com o sucesso da campanha, que pedia US$ 25 mil, a primeira coleção foi toda vendida em poucos dias. Mais informações sobre a Yellowberry aqui.
7) Vendeu negócio e ganhou emprego do comprador
Nascido na Austrália e radicado no Reino Unido, Nick D'Aloisio, 18 anos, lançou no fim de 2011 o Summly, um dos organizadores de notícias mais famosos do mundo. Em março de 2013, vendeu a plataforma para o Yahoo!, por US$ 30 milhões. Hoje, D'Aloisio é funcionário integral do Yahoo!.
8) Lucro para pagar a faculdade
Aos 15 anos, Madison Robinson tem seu próprio negócio – uma empresa que fabrica chinelos para crianças – e já faturou seu primeiro US$ 1 milhão. Sua empresa, a FishFlops, foi criada em 2006, quando Madison tinha apenas oito anos de idade. Os chinelos, cujos desenhos são feitos pela própria garota, são inspirados em duas das suas paixões: pescar e nadar.
Além de chinelos, Madison vende camisetas e livros infantis que ela mesma escreve. Por orientação do pai, o lucro da empresa está sendo economizado para pagar a faculdade da menina. Saiba mais sobre Madison neste link.

Margaret Thatcher - Uma língua felina

HISTÓRIA - 10/02/2012 


Conheça algumas das melhores frases da Dama de Ferro

JOSÉ FUCS
NO AUGE Margaret Thatcher, em retrato de 1979, logo após se tornar primeira-ministra.  Segundo Mitterrand, “olhos de Calígula e lábios de Marilyn Monroe” (Foto: Granger/Other Images)

“Toda mulher que saiba cuidar do lar poderá entender os problemas de um país”
“Eu não devo nada ao feminismo”

“A missão do político não é agradar todo mundo”

“Não há liberdade sem liberdade econômica”

“Deixe-me dizer em que acredito: no direito do homem de trabalhar como quiser, de gastar o que ganha, de ser dono de suas propriedades e de ter o Estado para lhe servir e não como seu dono. Essa é a essência de um país livre, e dessas liberdades dependem todas as outras”


“Quando todos os objetivos do governo incluem a busca da igualdade – além da igualdade perante a lei – o governo faz uma ameaça à liberdade.”

“Não existe essa coisa de sociedade. O que há são indivíduos”

“Nós derrotamos os alemães duas vezes, e agora eles voltaram”

“Nós não conseguimos reduzir as fronteiras do Estado na Grã Bretanha para agora vê-las impostas novamente, em nível europeu, por um superestado com sede em Bruxelas”

“A moeda comum europeia está destinada ao fracasso, política e socialmente, apesar de o tempo, a ocasião e as consequências disso ainda serem incertas”

5 profissionais que não podem faltar na sua empresa

Eles são necessários para compor um time variado e forte para os problemas do dia a dia


A figura do mentor pode ser importante para o desenvolvimento da startup (Foto: Elena Olivo)
Quando uma empresa tem uma equipe pequena, aumenta a importância de fazer um bom mix de profissionais, com diferentes competências para ajudar o negócio a crescer. Afinal, sem as pessoas certas, nem a melhor das estratégias planejadas vingará.
Para ajudar a compor um time variado, especialistas indicam os profissionais que não podem faltar em nenhuma empresa.
1 – O mentor
Como muitas empresas iniciantes não têm um programa formal de treinamento, o ideal é identificar profissionais com aptidão para desenvolver o talento dos funcionários mais jovens. Quem gosta de ensinar deve ser incentivado a compartilhar seu conhecimento com os outros. Esses “professores” da empresa devem ir além de passar aos outros suas habilidades técnicas. A ideia é que ajudem também a propagar a cultura da empresa e seus processos. É essa educação que ajudará a formar a próxima geração de líderes do negócio – e pode facilitar, no futuro, o planejamento da sucessão do fundador.
2 – O curioso
Nem todo mundo nasce para liderar. Também é essencial ter em seu quadro alguns funcionários apaixonados pelo negócio e sedentos por conhecimento. Eles não se satisfazem em apenas saber o suficiente para cumprir suas tarefas. Querem continuar aprendendo – na empresa ou fazendo cursos. A atitude é extremamente saudável, pois inspira outros profissionais a investir em sua educação. Além disso, são os curiosos que mantêm a equipe atualizada sobre as tendências e os avanços tecnológicos.
3 – O faz-tudo
Nos primeiros anos da empresa, seu fundador acumula diversos cargos: de CEO a gerente de recursos humanos – se bobear, até o de secretária. Por isso é bom ter mais profissionais multifacetados na equipe. Pessoas que transitam em diferentes setores da empresa são muito valiosos para ajudar a desafogar a agenda dos empreendedores. Assim, sobra mais tempo para se dedicar ao planejamento de estratégias.
4 – O otimista
Problemas e contratempos fazem parte do dia a dia de qualquer negócio. Mas, se eles se prolongarem, um clima de desânimo pode tende a contaminar toda a equipe. Por isso é imperativo contar com algumas pessoas que conseguem ver a luz no fim do túnel até nas situações mais tenebrosas. Seu vigor tem efeito positivo no ânimo de seus colegas, o que ajuda a manter a produtividade e não deixar a peteca cair.
5 – O desafiador
Ter funcionários que apoiam todas as decisões dos gestores não é nada ruim, mas também é bom contar com alguns que desafiem o status quo e até as direções que a empresa está tomando – e falem abertamente sobre isso. Nem toda ideia é brilhante, então é preciso cultivar uma atmosfera de debate saudável para se certificar de que o negócio tem ideias e estratégias fortes.
by http://revistapegn.globo.com/

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