domingo, 6 de julho de 2014

Agressividade brasileira e árbitro preocupam a Alemanha para terça

O meia Schweinsteiger, que gosta de um jogo mais físico,

 declarou-se impressionado com a agressividade do Brasil.

domingo 6 de julho de 2014 - 6:17 PM

Estadão Conteúdo / portal@d24am.com
Schweinsteiger revelou preocupação com a seleção brasileira.

Foto: AFP


Desde que soube que enfrentaria o Brasil na semifinal da Copa do Mundo, a Alemanha tem se preparado
 para jogar contra uma equipe fisicamente muito forte e bastante agressiva, às vezes até demais. Um time 
pouco brasileiro, em outras palavras. E os integrantes da seleção alemã já deixam transparecer uma certa
 preocupação com a atuação do árbitro da partida. Há o temor de que o homem do apito - o mexicano
 Marco Rodríguez - deixe os brasileiros abusarem das faltas, como já ocorreu no Mundial.

"Nós observamos que em algumas ocasiões eles (os jogadores da seleção brasileira) agem no limite do
 que seria legal", comentou Hansi Flick, auxiliar-técnico da equipe alemã, sem que ninguém lhe perguntasse 
sobre o assunto.

A sensação de que o time comandado por Luiz Felipe Scolari tem muito pouco a ver com a velha escola
 brasileira de futebol é bastante forte na delegação da Alemanha. A ponto de um jogador como 
Schweinsteiger, que gosta de um jogo mais físico, mostrar-se impressionado com a agressividade do Brasil.

"Gosto de um futebol com contato mais forte, mas eu tenho visto algumas faltas muito ruins na Copa do
 Mundo", disse o volante do Bayern de Munique. "Nós ainda temos a imagem da seleção brasileira como
 um time de 11 artistas em campo, mas o futebol daqui mudou. Não há mais aqueles passes mirabolantes.
 Mas eles são grandes lutadores e temos de nos preparar para enfrentá-los"

Segundo Hansi Flick, a Alemanha tem hoje 22 jogadores em perfeitas condições físicas, apesar da
 "epidemia" de gripe que atingiu a seleção na semana passada - o único que está fora de combate é o 
zagueiro reserva Mustafi, que sofreu uma grave lesão muscular.

Estudo mostra o quanto é difícil ficar sem fazer nada

Em um teste em que deveriam permanecer sentados, sozinhos e acordados por até 15 minutos, participantes escolheram receber choques elétricos "para se distrair"

Ficar sem fazer nada pode ser mais difícil do que parece
Ficar sem fazer nada pode ser mais difícil do que parece (Mediaphotos)
Realizar qualquer ação, mesmo que desagradável, é preferível a ficar sem fazer nada. Essa é a principal conclusão de onze experimentos compilados em um artigo publicado na quinta-feira na revista Science. A maioria das pessoas considerou desagradável ficar sozinha e sem nenhum entretenimento por períodos de 6 a 15 minutos. Dois terços dos homens e um quarto das mulheres julgaram o exercício tão insuportável que preferiram aplicar leves choques elétricos em si mesmos para se distrair. Em um caso, um homem apertou o botão que liberava o choque 190 vezes.
CONHEÇA A PESQUISA

Título original: Just think: The challenges of the disengaged mind 

Onde foi divulgada: periódico Science

Quem fez: Timothy D. Wilson, David A. Reinhard, Erin C. Westgate, Daniel T. Gilbert, Nicole Ellerbeck, Cheryl Hahn, Casey L. Brown, Adi Shaked

Instituição: Universidade Harvard e Universidade de Virgínia, nos Estados Unidos

Resultado: Os pesquisadores concluíram que a maior parte das pessoas não gosta de ficar sem fazer nada. Alguns até preferem fazer algo desagradável para fugir do tédio
Na primeira fase do estudo, conduzido por psicólogos das universidades Harvard e de Virgínia, nos Estados Unidos, estudantes universitários eram deixados sozinhos em uma sala sem decoração, livros, telefone ou qualquer outra distração. A única regra é que eles deveriam ficar sentados e acordados. Questionados ao fim do teste, os voluntários disseram, na média, não ter gostado da experiência e relataram que a mente ficava vagando. 
Os pesquisadores suspeitaram que o ambiente pudesse ter atrapalhado e refizeram o experimento com outros estudantes, desta vez em suas casas. Os resultados não mudaram, exceto que a tarefa foi considerada ainda mais desagradável. Neste caso, 32% dos estudantes admitiram ter trapaceado, mexendo nos celulares, ouvindo música ou se levantando para fazer qualquer outra coisa durante o teste. 
Grupo ampliado  Para ter certeza de que o resultado não se aplicava apenas a universitários, os cientistas recrutaram voluntários de 18 a 77 anos em uma feira e uma igreja. Eles repetiram o experimento nas casas das pessoas, e os relatos foram iguais. Com isso, os pesquisadores concluíram que, independentemente da idade, nível econômico, escolaridade e frequência de uso do celular e de mídias sociais, as pessoas não gostam de ficar sozinhas com seus pensamentos.
Choque para se distrair — Mas seria isso tão desagradável a ponto das pessoas preferirem uma experiência negativa a não fazer nada? Em um estudo seguinte, os participantes tinham a opção de ficar sentados sem distrações ou aplicar choques elétricos em si mesmos. Surpreendentemente para os cientistas, 67% (12 de 18) dos homens e 25% (6 de 24) das mulheres aplicaram o choque pelo menos uma vez durante o teste. Antes do experimento, em uma conversa com os cientistas, a maioria dos participantes tinha afirmado que pagaria para não receber os choques, mas mudou de ideia diante do tédio.
Os pesquisadores ainda não sabem por que isso acontece com os humanos, mas acreditam que essa característica explica, por exemplo, porque algumas pessoas buscam técnicas para controlar melhor seus pensamentos, como a meditação.
by Veja

Justiça determina penhora de 10% do faturamento bruto da Igreja Mundial do Poder de Deus

Quinta, 03 de Julho de 2014 -
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A Justiça de São Paulo determinou a penhora de 10% do faturamento bruto da Igreja Mundial do Poder de Deus. No hall, é incluso a penhora de dízimos, doações e quaisquer outras fontes de arrecadação. A decisão do juiz Carlos Eduardo Borges Fantacini, da 26ª Vara Cível, atende ao pedido do Grupo Bandeirantes, que cobra a igreja por ter deixado de pagar pelo espaço utilizado para veicular programas no Canal 21. A igreja é comandada pelo apóstolo Valdemiro Santiago. Em março e maio deste ano, já foram penhoradas das contas da Igreja Mundial cerca de 25% dos R$ 8,9 milhões devidos. Um administrador judicial deve fazer diligências para verificar se, a cada culto, por exemplo, parte do dinheiro entregue por fiéis será repassada à Band. A Justiça ainda neste ano considerou improcedente a ação por danos morais da revista IstoÉ sobre a crise financeira da igreja.

by .bahianoticias

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