sábado, 2 de fevereiro de 2013

José Dirceu, debocha descaradamente da ação do STF no Julgamento do Mensalão quando afirma "O petista disse ainda que sua condenação foi instrumento de vingança da direita contra o governo do PT. E que a ação ainda não foi finalizada. “A Ação Penal 470, o mentirão, e não mensalão, não foi concluída. Se estivesse, estaríamos presos. Há os embargos, os embargos declaratórios, os embargos de revisão?. Dirceu se mostrou confiante e disposto a espalhar a verdade. Irei percorrer o Brasil todo e não vou me calar, pois estamos juntos na luta política. Sou um militante do Partido dos Trabalhadores". Caso ele se atreva, a aparecer em meu estado, estarei lá. E levantarei o chicote e baixarei em Dirceu. Que me venha pois a Punição. Pois nasci mulher, e sei o que posso aguentar. Não nasci frouxa, nem preciso de uma base de partido para me sentir alguma coisa. Não se atreva Dirceu, a sujar meu Estado, e a fazer de nossos ouvidos, tua eterna latrina. by Deise


Militantes do PT de Minas se unem em torno da defesa do PT e dos direitos democráticos
 01/02/2013



Dirceu afirmou em discurso que a ação penal 470 fere os princípios da Constituição Federal e, consequentemente, os direitos democráticos. O ex-ministro voltou a lembrar que o julgamento é político. ?É evidentemente que o debate é político, mas o debate também é jurídico. Nós queremos os embargos declaratórios, infringentes e revisão criminal. Acredito na Justiça tanto que constituí um advogado. Mas tem um problema grave. As provas quanto à nossa inocência estão nos autos.?

O petista disse ainda que sua condenação foi instrumento de vingança da direita contra o governo do PT. E que a ação ainda não foi finalizada. “A Ação Penal 470, o mentirão, e não mensalão, não foi concluída. Se estivesse, estaríamos presos. Há os embargos, os embargos declaratórios, os embargos de revisão?. Dirceu se mostrou confiante e disposto a ?espalhar a verdade?. ?Irei percorrer o Brasil todo e não vou me calar, pois estamos juntos na luta política. Sou um militante do Partido dos Trabalhadores?, disse.

Vários oradores presentes afirmam que a teoria do Domínio do Fato, que se baseia na presunção quando não há evidências no caso, foi adotada no julgamento do mensalão pelo Supremo Tribunal Federal (STF) de forma abusiva e distorcida. Isso se deve, segundo os petistas, aos meios de comunicação, que atualmente tem exercido um controle midiático ao se subjugarem a direita e a elite, criminalizando os movimentos populares e os direitos democráticos.

O deputado estadual Durval Ângelo afirma que somente a luta popular é capaz de transgredir a fantasia midiática que vem desconstituindo a imagem da presidenta Dilma Rousseff e do ex-presidente Lula, e completa ?O ataque do STF mostra o quanto é necessário realizar a reforma política no Brasil, mas como conseguiríamos com esse cenário??, questiona. Durval lembrou ainda que o Supremo já errou em momentos históricos. ?O mesmo Judiciário que entregou Olga Benário para os nazistas e legitimou a escravidão no século XIX comete outro erro agora”.

A secretária de finanças do PTMG, Gleide Andrade, retoma a necessidade da união da militância de esquerda em prol da união do Partido dos Trabalhadores pela defesa dos direitos democráticos. ?A maior unidade do PT de Minas se consolidou no dia em que os nossos companheiros foram injustamente condenados.? Gleide afirmou ainda que o PTMG irá realizar debates em nas 13 macrorregionais em defesa do legado do governo Lula e Dilma.

O líder do PT na Assembleia Legislativa de Minas, deputado estadual Rogério Correia, cobrou do Ministério Público uma posição sobre denúncias entregues em 2011 contra o senador Aécio Neves (PSDB). Elas estão paradas nas mãos do procurador-geral da República, Roberto Gurgel. Correia também cobrou o julgamento, no STF, do que a imprensa chama de mensalão mineiro.
Participaram do Ato os movimentos sociais representados pela CUT, MST, MAB, Consulta Popular, as bancadas federal e estadual do PT em Minas, prefeitos e vereadores petistas, além de centenas de militantes.

(Site PT-MG)

Dia da Vergonha para a ABI – Associação de jornalistas abre as portas para Dirceu atacar a imprensa livre e o Judiciário. Quando será a vez de Fernandinho Beira-Mar e de Marcola?


31/01/2013
 às 17:07


A fascistada está inquieta. A Associação Brasileira de Imprensa (ABI), de tão sólida tradição democrática, mergulhou ontem na abjeção e abriu suas portas para um ato intitulado “Pela Anulação do Julgamento do Mensalão”. A estrela da noite: José Dirceu! Antes que continue, vamos botar os pingos nos “is”. O evento ocorreu no auditório da ABI, no Rio. Alguém dirá que a entidade apenas cedeu o espaço sem se comprometer com o conteúdo do evento. É mesmo? A associação agora virou salão de festa? Aluga para quem paga? Virou meretriz da história política? Abriga qualquer um que tenha uma versão a oferecer, ainda que a despeito dos fatos? Uma ova! A ABI, palco de atos contra a ditadura, recepcionou ontem um ato contra a democracia. Lixo!
Leio o que informa Felipe Werneck no Estadão. Os principais alvos do corruptor e quadrilheiro José Dirceu — segundo decidiu a Justiça —, com vaga já reservada na cadeia, foram a imprensa independente — NO AMBIENTE DE UMA ASSOCIAÇÃO QUE CONGREGA JORNALISTAS — e a Justiça. E, como de hábito, esse filhote indolente de Stálin (indolente porque, segundo contemporâneos, sua têmpera revolucionária não resiste à sua compulsão para a vida folgazã; comunistas de verdade são obcecados pela causa; Dirceu é obcecado por si mesmo) pregou a “regulação da mídia”, expressão a que “eles” recorrem para defender a censura.
Segundo o corruptor e quadrilheiro, a imprensa ataca a classe política para se proteger da tal regulação: “É o caminho das ditaduras, uma tentativa de desmoralizar a política, os políticos e o Congresso”. Para ele, “no dia em que o Congresso não tiver medo da Globo, da mídia, faz a regulação”. Isso é música para os ouvidos da esquerda cascuda e dos venais do subjornalismo disfarçados de esquerdistas, que hoje se penduram nos países baixos do estado e vivem à custa do financiamento de estatais. Relevo este aspecto em particular: se essa gente fizesse o que faz por convicção genuína, não deixaria de ser asquerosa, mas eu ainda lhe reservaria uma réstia de respeito. Mas quê… Estamos falando de vagabundos que não sobreviveriam de outra maneira. Sigamos.
Para Dirceu, existe, pasmem!, uma “ofensiva da direita no Brasil”, de que o julgamento dos mensaleiros no STF teria sido um exemplo. Uau! Este senhor poderia dar o endereço “da direita” para que pudéssemos ir lá entrevistá-la. Voltou à ladainha de que os condenados não tiveram direito de defesa, o que é uma mentira estúpida, e conclamou a sociedade à resistência. Disse ainda que um ato como aquele era só o começo de uma longa trajetória. Ufa!
Denunciou a existência de uma suposta campanha contra Lula — o totem, agora, está entrando na fase do tabu, como diz meu amigo Jeffis Carvalho… — e… contra Dilma!!! Dirceu faz um esforço danado para arrastar o governo para a sua pantomima pessoal. O condenado e os de sua estirpe estão furiosos com a presidente porque, até agora, ela não abraçou a tese do “controle da mídia”. Ela sabe que não precisa comprar confronto nenhum porque tem uma imprensa que, no extremo oposto àquele pretendido pelo governo, é, no máximo, correta e técnica, fazendo seu trabalho com isenção. Boa parte, no entanto, se comporta como gosta o Planalto: com lhaneza subserviente. Dirceu cobra um arroubo chavista de Dilma para satisfazer seu próprio rancor.
O ataque à imprensa e ao Judiciário é concertado. À tarde, na Câmara dos Deputados, na presença de José Genoino (outro condenado por corrupção ativa e formação de quadrilha), Rui Falcão, presidente do PT, atacou os mesmos alvos. Igualmente alertou para o risco de uma ditadura — de caráter nazifascista, segundo ele!!!
Entendi! Quando os petistas massacravam a reputação de homens inocentes, como fizeram com Eduardo Jorge Caldas Pereira, secretário-geral da Presidência do governo FHC, estavam apenas exercitando a democracia — e Dirceu compôs a linha de frente do ataque. Agora que o STF condenou a petezada por peculato, formação de quadrilha, corrupção ativa, corrupção passiva etc., de posse de uma pletora de provas, a democracia está em risco. Corolário: quando os petistas lincham inocentes, a civilização sorri; quando a civilização pune petistas, segundo a lei e o estado de direito, a democracia está em risco.
Falei em peculato? Na primeira fila do ato na ABI, estava Henrique Pizzolato, a rima.
A ABI tem história. No dia 10 de setembro de 1992, por exemplo, o então presidente da ABI, Barbosa Lima Sobrinho, e o da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Marcelo Lavenère, entregaram ao presidente da Câmara o pedido de impeachment do então presidente da República, Fernando Collor. A ABI deve, quando menos, respeito à memória de seu lendário presidente.
Agora falta a ABI ceder o salão para tipos como Marcola e Fernandinho Beira-Mar. Eles também devem ter restrições a fazer ao Judiciário brasileiro e à cobertura da imprensa. Marcola, inclusive, mostrou-se, nas vezes em que conseguiu fazer chegar a público seu discurso, um homem lido, culto, apreciador de Nietzsche. É bem verdade que o PCC comete alguns crimes, né? “Mas quem não comete?”, perguntaria um militante do PTT.  Do ponto de vista da honorabilidade, a ABI nem ganha nem perde no cotejo com o evento de ontem. E ainda há a possibilidade de haver uma elevação na qualidade das referências literário-filosóficas…
Encerro
A ABI não pode ter preconceitos. Tem de se lembrar do Sermão do Bom Ladrão, de Padre Vieira, onde aparece a pergunta que um pirata fez quando Alexandre, o Grande, decidiu lhe passar uma descompostura — cito de memória (depois vocês conferem): “Basta, senhor, que eu, porque roubo em uma barca, sou ladrão, e vós, porque roubais em uma armada, sois imperador?”.
Por Reinaldo Azevedo

Um texto cuja bússola que o torneia. é manipulação. Incutindo desde o ensino fundamental, a "verdade" de um grupo de fanáticos, que ao contar a HISTORIA DO BRASIL, pela metade, estará finalizando a lavagem cerebral. Não haverá Brasil, na lembrança das proximas gerações, antes do partido dos Trabalhadores. Estão apagando nossa historia, e a substituindo, por um rascunho mentiroso, manipulador, negro, déspota e tirano. E sobretudo, cheio de meias verdades., ou seja: uma "estória" com um final, longe de contos de fada. by Deise





Introdução

A ideia da série e da cartilha “Noções de Política e Cidadania no Brasil” parte   do pressuposto de que as escolas, os partidos, os meios de comunicação e até os movimentos sociais deixaram em segundo plano a educação política.


Com isto, o conhecimento sobre valores da cidadania e o despertar da consciência coletiva para o que são, o que fazem e  como funcionam as instituições públicas perdeu importância na formação do povo brasileiro,
com prejuízos irreparáveis para o pleno exercício da cidadania.

Essa lacuna na formação política, além de criar condições para o denuncismo e a judicialização da política, deu ensejo a um ambiente de forte questionamento das instituições do Estado, liderado por forças atrasadas do país, inclusive por alguns importantes veículos de comunicação, com o propósito de retirar do povo seu papel de cidadania ativa sobre os destinos do país.

A presidente Dilma Rousseff, em seu discurso na Conferência Internacional Anticorrupção, captou bem esse sentimento ao alertar que: “O combate ao malfeito não pode ser usado para atacar a credibilidade da
ação política tão importante nas sociedades modernas. O discurso anticorrupção não deve se confundir com o discurso antipolítica, ou antiestado, que serve a outros interesses. Deve, ao contrário, valorizar e reconhecer o papel do Estado como instrumento importante para o desenvolvimento,
a transparência e a participação política.”

Como não existe solução para os problemas coletivos fora da política, assim como não há cidadania sem educação política, a solução para enfrentar esse déficit de cidadania e essa campanha de deslegitimação
da política passa pela educação política, em todos os espaços possíveis, particularmente nas escolas, imprensa, partidos, movimento sociais etc.

Os que desdenham a política o fazem por ignorância ou má-fé: ignoram o mal que fazem a si próprios ficando alheios ao que acontece em seu entorno, tornando-se potenciais vítimas dessa escolha, ou, inten

cionalmente, desqualificam a política para dominá-la, excluindo o povo do processo de escolha e de pressão sobre os detentores de mandatos, políticos e governantes.

O objetivo final de quem desqualifica a política é transferir as decisões dos cidadãos, por meio da política, para grupos econômicos e de poder que se apoderam do aparelho do Estado em busca de interesses próprios.  A política, em lado diverso, considera princípios como equidade, participação
e legitimação pela maioria.

Não é o excesso, mas a falta de política, na perspectiva do senso crítico e da participação cidadã, que tem levado à descrença nas instituições. Sem ela prevalecem a lei do mais forte, o individualismo, o “salve-se quem puder”. E essa conversa de que política não se discute é bobagem. Política se discute sim, pois é na política que as grandes questões são resolvidas, com ou sem a nossa participação. Participar, portanto, é fundamental, inclusive para que a decisão seja boa para todos.

A política tem várias dimensões, sendo uma delas o exercício do poder no Estado. Nesse quadro, é bem verdade que não pode ser ignorado que há muitos maus políticos que, pelos atos, levaram a uma aversão à política por muitos cidadãos. É bem verdade também que há enormes problemas com o processo da escolha dos candidatos a cargo eletivo público e há outros tantos graves problemas com as campanhas eleitorais, que transitam por caminhos nada democráticos.
Tudo isso é verdade e é por essas mesmas razões que a política precisa retornar ao meio social de onde saiu. Resgatar a participação política direta, colocar a vida social e coletiva como um dos mais importantes centros da política torna-se vital, porque não há vida social sem política.

Nesse diapasão, a produção que ora se inicia, ainda que modesta, se insere numa perspectiva que se pretende histórica para o País.


     Celso Napolitano                                    Ulisses Riedel de Resende
         Presidente                                              Diretor Técnico

Nota minha: Apresentando no papel,  em que se resume O PLS2. E em breve, o PNDH3.

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"No Brasil, em quase todos os estados, o poder político é transmitido como uma herança de sangue. As mesmas famílias atravessam geraçõe...

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