sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Vem aí mais "vaquinha" para o Zé Dirceu.


O Tribunal de Justiça de São Paulo negou recurso do ex-ministro José Dirceu em ação na qual foi condenado a pagar as custas de um processo que moveu contra o governo Orestes Quércia (1987-1990). Com isso, a casa do ex-ministro em Vinhedo, interior de São Paulo, que está penhorada desde 2009, pode ir a leilão caso ele não pague os 160 salários mínimos que deve a um perito contratado no caso.


Dirceu já havia perdido na segunda instância da Justiça, mas entrou com um recurso para discutir o valor da indenização. O ex-ministro queria pagar a condenação no valor do salário mínimo nos anos 1990. Os juízes do TJ, no entanto, entenderam que a conta deve ser feita com base nos valores atuais -R$ 678.

A indenização pode chegar a R$ 170 mil por causa dos juros processuais. Dirceu já depositou parte do valor em juízo. Na época deputado estadual, ele questionava uma compra de caminhões pelo governo. O negócio foi considerado legal pela Justiça. A defesa de Dirceu diz que vai entrar com um embargo declaratório (pedido de esclarecimento). 

(Folha de São Paulo)
fonte: by Coronel Leaks

Apesar do erro na apresentação dos personagens, Pé na Cova estreia com o pé direito


Após a ótima "A Vida Alheia" (2010), Miguel Falabella voltou a mergulhar no mundo dos seriados e estreou na noite dessa quinta-feira (24/01) "Pé na Cova". A nova série conta a história de uma família nada convencional que é dona de uma funerária, a F.U.I - Funerária Unidos do Irajá.  Repleta de personagens caricatos e irônicos, a história promete e tem tudo para render bons momentos. Entretanto,  a preocupação em apresentar todos os integrantes da turma acabou ofuscando o tema principal da trama e seu conflito primordial: a funerária e como a morte interfere no cotidiano da família.



Não foram poucas as vezes em que o telespectador teve a sensação de estar vendo várias pessoas conversando sobre assuntos sem a menor importância. Parecia que a série já tinha estreado há umas três semanas, deixando o público sem saber muito bem para onde a história se encaminhava. Os personagens deveriam ter sido apresentados aos poucos, porém, a pressa em mostrar todo mundo prejudicou o andamento da trama. Mas apesar desse equívoco inicial, ficou claro que o seriado tem potencial e muitas chances de agradar.

Os suburbanos formam uma espécie de Família Addams da classe C, onde a bizarrice predomina. Miguel Falabella criou personagens que abusam da caricatura e apresentam nomes peculiares, muito comuns em suas obras. Adenóide (Sabrina Korgut); Luz Divina (Eliane Rocha); Odete Roitman (Luma Costa); Alessanderson (Daniel Torres); Tamanco (Mart`nália); Giussandra (Karina Marthin) e Soninja (Karin Hils) são alguns
exemplos. Além dos atores citados --- figuras raras na televisão ---, ainda há Niana Machado (Bá, mais conhecida como a Formiga de "Aquele Beijo"); Lorena Comparato (Abigail); Alexandre Zachia (Juscelino); Maurício Xavier (Marcão: mecânico e travesti nas horas vagas); o próprio Miguel vivendo o Ruço e Marília Pêra, que já se destacou na pele da cachaceira e maquiadora de defuntos Darlene. O elenco foi muito bem escalado e o autor foi feliz em suas escolhas.

E esse time talentoso vive personagens nada convencionais. Odete ganha a vida se mostrando pela webcam e namora Tamanco, para desgosto do seu pai, Ruço. Já Darlene maquia defuntos e passou uma temporada internada em um hospício. Enquanto isso, Soninja e Giussandra (uma negra e outra branca) são gêmeas e vendem sanduíches em uma carrocinha chamada 'Cachorras-Quentes'.

Em meio a uma turma de tipos variados, está o texto ácido e irônico de Miguel Falabella. Mais uma vez o autor mostra que sabe escrever personagens carismáticos e consegue criar situações que propiciam diálogos inspirados. Apenas para citar um exemplo da estreia, pode-se destacar a frase de Soninja a respeito de um comercial de margarina: "Vocês já viram preto em comercial de margarina? Parece até que preto não come margarina!". Muitas outras frases desse tipo foram proferidas, reforçando a assinatura do autor.

"Pé na Cova" teve uma estreia promissora e os equívocos iniciais podem facilmente ser corrigidos nos próximos episódios. Quando a função de cada personagem for definitivamente explicitada e a funerária começar a ser devidamente abordada com a importância que merece, a história fúnebre e cômica de Miguel Falabella terá tudo para emplacar.

by http://zamenza.blogspot.com.br

Suplicy: Esse é o cara. discípulo sensivel, leal e cheio de amor para dar. by Deise

Suplicy só abre mão da reeleição 
caso Lula seja candidato ao Senado

            Presidente do PT pretende ceder a vaga para um aliado do partido



BRASÍLIA - Com a mesma persistência que defende há anos a ideia do programa Renda Básica de Cidadania, o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) pretende brigar com unhas e dentes pela vaga para disputar a reeleição em 2014. O presidente nacional do PT, Rui Falcão, já disse que o partido pretende ceder essa vaga para um aliado. Suplicy vai comparecer na próxima reunião do Diretório Nacional, em março, para defender a realização de prévias e tentará mobilizar a militância a seu favor. Fundador do PT e primeiro senador eleito da história do partido, Suplicy afirmou que só abre mão da vaga em uma hipótese: se o ex-presidente Lula for o candidato


Suplicy fica decepcionado com falta de entusiasmo para inclusão de ‘amor’ no lema da bandeira

  • Senador recita música de Noel Rosa na tribuna do Senado enquanto Congresso discute votação dos vetos a lei dos royalties

.19/12/12 

BRASILIA- Enquanto o Congresso pegava fogo com a tentativa de um acordo para votação dos vetos da lei dos royalties do petróleo, o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) subiu à tribuna para defender projeto do deputado Chico Alencar (PSOL-RJ), que prevê a inclusão da palavra “amor” na bandeira brasileira. No discurso, ele pediu adesão ao movimento denominado ‘Inclua amor na bandeira’, lançado para votação na Internet .
O senador chegou a lembrar que o cantor e compositor Jards Macalé, em seu nono disco, “Amor, Ordem e Progresso”, também abraçou a discussão sobre a falta da palavra “amor” no lema da bandeira brasileira. Também recitou letra de música de Noel Rosa sobre o assunto.
- Em “Positivismo”, de Noel Rosa e Orestes Barbosa, que versa sobre uma mulher que desprezou a tal lei, dizem os versos: “O amor vem por princípio, a ordem por base e o progresso deve vir por fim. Desprezastes essa lei de Auguste Comte e fostes viver longe de mim - recitou Suplicy, da tribuna do Senado.
O discurso de Suplicy não entusiasmou o plenário. O senador Cristovam Buarque (PDT-DF), disse que se era para mudar os dizeres da bandeira, era melhor incluir a palavra “educação”, que é mais includente.
- Teríamos ainda um problema geométrico, porque não cabe mais uma palavra na bandeira - disse Cristovam.
Suplicy saiu decepcionado com a pouca receptividade à proposta:
- Quando houver mais amor de todos nós ao povo, senador Cristovam, talvez não falte mais atenção à Educação!

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