domingo, 13 de janeiro de 2013

Morro e nao vejo tudo. by Deise


Coreia luta contra importação de pílulas de carne humana


Desde agosto do ano passado, a alfândega interceptou 17.451 cápsulas ou pílulas contendo pó de carne seca, retirada de fetos ou bebês natimortos. Estas cápsulas foram descobertas em pacotes enviados pelo correio ou durante apreensões nos aeroportos.

A Coreia do Sul intensificou a luta contra o contrabando de pílulas procedentes da China que contêm pó de carne humana, supostamente para curar doenças e melhorar o desempenho sexual, informou nesta terça-feira o governo de Seul.
Introduzir estes comprimidos no país viola a lei que proíbe produtos que "ferem a dignidade humana e os valores", declarou à AFP Kim Soo-Yeon, um funcionário da alfândega.
A maioria deles veio de cidades do nordeste da China, como Jilin e Yanji, e eram destinados a clientes sul-coreanos, de acordo com a Alfândega. Vários estavam escondidos em pacotes contendo medicamentos "regulares".
France Presse
Imagem fornecida pela alfândega sul-coreana mostra pílulas contrabandeadas
Imagem fornecida pela alfândega sul-coreana mostra pílulas contrabandeadas
As autoridades da Coreia do Sul aumentaram o controle dos voos provenientes de "certas regiões chinesas" e realizam uma análise muito mais rigorosa das bagagens, disse Kim Soo-Yeon.
Por enquanto, as pessoas detidas não pareciam pertencer a uma rede estabelecida. Muitos dos presos asseguraram desconhecer a composição desses "medicamentos".
Além do aspecto ético, a Alfândega alerta para o perigo de bactérias e outros organismos prejudiciais que podem estar presentes nestas pílulas.
De acordo com o jornal Chosun Ilbo, essas cápsulas são vendidas entre 40.000 e 50.000 wons cada (de € 27 a € 34).
A venda dessas cápsulas é baseada em uma superstição, segundo a qual engolir pedaços de crianças pequenas pode curar doenças ou dar grande força física.
CHINA
O governo chinês vai investigar as alegações de que pílulas contendo restos mortais humanos em pó estão sendo contrabandeados para a Coreia do Sul, afirmou nesta terça-feira a agência estatal de notícias Xinhua.
O porta-voz do Ministério chinês da Saúde, Deng Haihua, disse que uma investigação preliminar foi lançada ainda em agosto, mas sem encontrar evidências de que tais pílulas eram manufaturadas na China.
Deng ainda afirmou, em um comunicado oficial, que o governo iria investigar novas informações de contrabando desses produtos para a Coreia.
O comunicado não foi publicado no site do Ministério. O escritório do órgão público também não atendeu aos telefonemas da reportagem da AP para confirmação.

by Folha de Sao Paulo

Venda de 'O Livro Maldito' pode ser proibida no Brasil


28/11/2012 - 12h00

da Livraria da Folha


Divulgação
Autor promete contar tudo o que você precisa saber se não for uma mané
Autor conta tudo o que você precisa saber para não ser "mané"
Publicado no Brasil pela editora Best Seller em 2011, a venda de "O Livro Maldito" pode ser proibida no Brasil.
Deputados em Brasília querem esse "manual do crime", que ainda é vendido livremente, fora das prateleiras. A deputada distrital Celina Leão (PSD) encaminhou o pedido de suspensão da venda à Procuradoria-Geral da República.
O texto é inspirado em "Grand Theft Auto" (GTA), game no qual o protagonista se envolve em atividades criminosas de diversos gêneros, como espancamento, homicídio e roubo.
Escrito pelo publicitário Christopher Lee Barish, "O Livro Maldito"traz artimanhas, jogatinas e práticas ilegais necessárias para ser considerado um "homem mau". O resultado é uma cartilha de ilicitudes escrita com humor.
O exemplar ensina diversos macetes e picaretagens das ruas e a escapar de suas consequências. O autor garante que, se seguir todas as dicas dos "especialistas" entrevistados, você nunca será pego pelas autoridades.
Entre outros assuntos, Barish explica como produzir um filme pornô, abrir cofres, fazer ligação direta em carros e assaltar bancos. Se for a bancarrota com os festejos da malandragem, não se preocupe, ele também mostra como falsificar dinheiro, documentos e forjar a própria morte.*


Atenção!


"100% PERVERSO: Conteúdo impróprio para politicamente corretas."

Esse pequeno manual para malfeitos desperta a curiosidade de qual quer ser humano!O livro Maldito contem diversas maldades explicadas com riqueza de detalhes para que você possa repeti-las com êxito na comodidade do seu lar.

Aprenda o passo a passo de:
Passar em um detector de mentiras;
Conseguir remédios de uso controlado;
Burlar máquinas de refrigerantes;
Fugir das Forças Armadas;
Fazer um coquetel Molotov;
Ter outro nome;
Abrir uma fechadura;
Escapar de ser jurado num tribunal;
Roubar um objeto numa loja;
Escapar de um perseguidor;
Se livrar de uma multa de trânsito;
Virar produtor de um filme pornô;
Contar cartas no 21;
Roubar no pôquer;
Ganhar nos dados;
Não limpar o cocô de seu cachorro;
Navegar de graça na internet;
Fazer uma ligação direta;
Forjar a própria morte;
Ter um caso extraconjugal;
Descolar uma comidinha grátis;
Disfarçar o cheiro da maconha;
Chupar gasolina;
Colar em provas;
Embelezar um currículo;
Entrar para a máfia;
Contrabandear drogas;
Falsificar dinheiro;
Ter a própria plantação de maconha;
Assaltar um banco;
Ser bígamo;
Negociar na bolsa com informações confidenciais;
Assumir a identidade de outra pessoa;
Fugir da prisão.


Inegavelmente bem-humorado o livro que no Brasil já foi apelidado de O manual do crime (faz - me rir né!), ensina diversos macetes e picaretagens das ruas e a escapar de suas consequências. O autor garante que, se seguir todas as dicas dos "especialistas" entrevistados, você nunca estará nas manchetes de Cotidiano ou terminará na cadeia.

Imagem acima:
Site do livro traz a reprodução de trechos com a promessa de ensinar técnicas de contravenções (entre no site clicando aqui)

Venda:

"O Livro Maldito"
Autor: Christopher Lee Barish
Editora: Best Seller
Páginas: 176
Quanto: R$ 15,90 (preço promocional*)
Onde comprar: pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Livraria da Folha.

* Atenção: Preço válido por tempo limitado ou enquanto durarem os estoques. Não cumulativo com outras promoções da Livraria da Folha. Em caso de alteração, prevalece o valor apresentado na página do produto.


Senado patrocina exposição para exaltar feitos de Sarney


Às vésperas de deixar o comando do Senado, José Sarney (PMDB-AP), 82, ganhou uma exposição bancada com recursos públicos para exaltar os seus quatro mandatos como presidente da Casa.

Com o título "Modernidade no Senado Federal - Presidências de José Sarney", a apresentação omite escândalos que marcaram suas gestões --por exemplo, a crise dos atos secretos, de 2009, que permitiram a contratação de parentes do senador e que quase levaram à sua queda.

Exposição sobre Sarney

 Ver em tamanho maior »
Jonas Pereira/Agência Senado
AnteriorPróxima
Inauguração da exposição e do lançamento do livro Modernidade. Na foto, José Sarney (PMDB-AP), a senadora Ana Amélia (PP-RS), a diretora-geral do Senado, Doris Peixoto, o senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) e a diretora da Biblioteca do Senado, Simone Bastos
A exposição foi instalada na biblioteca do Senado com aval de Sarney, que tem dito que não disputará eleições após o fim do atual mandato.
Ela começou no dia 18 e vai até o dia 25 deste mês. No total, 23 diretorias e secretarias foram envolvidas na produção de 76 painéis.
Eles reúnem o histórico de ações de Sarney nos quatro biênios em que ocupou a presidência (1995-1997, 2003-2005, 2009-2011 e 2011-2013). Ele também foi presidente da República entre 1985 e 1990.
Questionado pela Folha, o Senado não revelou o valor dos gastos. Argumentou que o material foi impresso pela sua própria gráfica e os textos, elaborados por servidores --o que, segundo a Casa, representaria "custo zero".
Parte da apresentação trata da "transparência" na administração da Casa. Ao falar do período de 2009 a 2011, época do escândalo dos atos secretos, os painéis citam como feitos de Sarney "agilidade na transparência nas compras e contratações" e "desburocratização e eficiência".
Um dos textos diz que, desde 2009, "iniciativas de maior transparência possibilitam a consulta aos atos administrativos do Senado e aos dados sobre gastos e prestações de contas" da Casa, publicados no "Diário Oficial".
O escândalo mostrou que, em 14 anos, 511 medidas administrativas deixaram de ser publicadas. Ele motivou dez representações contra Sarney, todas arquivadas pelo Conselho de Ética da Casa, na época controlado por aliados.
Nelas, era acusado de ser um dos "principais responsáveis" pela edição dos atos.
Parentes de Sarney, do senador Renan Calheiros (PMDB-AL) e de vários outros senadores foram contratados e exonerados da Casa por meio desse mecanismo. Renan, um dos principais aliados do peemedebista, é agora favorito a suceder Sarney.
Entre outros escândalos da gestão Sarney omitidos na exposição estão os pagamentos de horas extras para servidores no recesso e de auxílio-moradia para senadores que moravam em imóveis próprios e do Senado --dentre eles o próprio presidente, que acabou devolvendo a verba.
No painel de apresentação da exposição, Sarney diz que pautou suas gestões "por estar sempre olhando para o futuro e para a transparência".
O material afirma que o senador nunca teve atração por cargos de comando no Congresso. Em outros quadros, são elogiadas as criações da TV e do jornal do Senado e do DataSenado (instituto de pesquisas da Casa).
Não é a primeira vez que Sarney usa dinheiro público para enaltecer sua carreira.
No fim de 2011, ele contratou uma consultoria de imagem com verba do Senado na tentativa de resgatar aspectos positivos de sua biografia.
OUTRO LADO
A assessoria de José Sarney disse que o escândalo dos atos secretos não foi incluído por se tratar de uma "ficção" criada pela imprensa.
De acordo com a assessoria, Sarney abriu sindicância para apurar as denúncias e determinou a publicação dos atos -logo, diz, o tema não deveria estar nos painéis. A exposição, segundo a assessoria, é iniciativa do Senado.

Em Alta

Os números do PT

by Deise Brandão Existe a narrativa de que o PT é um partido gigante, mas, quando se observam os números institucionais, o cenário é mais m...

Mais Lidas