domingo, 13 de janeiro de 2013

Este tipo de ação somente enfraquece a oposição. E obviamente fortalece quem detém o poder. 20 pessoas... só por Deus.by Deise


Protesto contra Lula e PT reúne 20 pessoas na avenida Paulista


O encontro, marcado via redes sociais, tinha como um dos lemas "Mexeu com o Brasil, mexeu comigo. Por um Brasil sem LULA/PT" e associava Lula ao processo do mensalão.

Uma manifestação contra o ex-presidente Lula e o PT reuniu 20 pessoas na avenida Paulista, em frente ao Masp (Museu de Arte de São Paulo), na tarde deste domingo (13) em São Paulo.
Os manifestantes entoavam gritos e seguravam faixas contra o partido e o ex-presidente Lula.
O professor Antonio da Silva Ortega, 60, dizia ter nojo do PT. "Estou aqui porque não quero que o Brasil vire uma Venezuela ou Cuba, mas não sou de nenhum partido."
A professora aposentada Miriam Tebet veio de Ribeirão Preto para a manifestação. Descrevendo-se como "PTfóbica", afirmava no início do evento que mais pessoas poderiam comparecer. "Mas não esqueço o país em que vivo", completou.
Cerca de 1.800 pessoas haviam confirmado presença no protesto no Facebook. A "OCC - Organização de Combate à Corrupção" foi uma das principais organizadoras do evento.
A psicóloga Marta Abdo, 55, passava pelo local e disse estranhar a "timidez" dos manifestantes. "Parece meia dúzia de pessoas paradas, sem organização alguma."
A auxiliar de almoxarifado Ângela Pires da Silva, 25, afirmou que "achava engraçado aquele pessoal parado".
Já o aposentado Carim Facuri, 61, disse que via no protesto "uma bela surpresa a favor da honestidade".
O vendedor de artesanato Antonio José da Silva, 48, dizia acreditar que o protesto fora organizado por algum partido antiPT.

Protesto contra Lula

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Eduardo Knapp/Folhapress
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Um grupo de cerca de 20 pessoas fez neste domingo (13) um protesto contra o ex-presidente Lula e o PT. Eles organizaram o ato pela rede social Facebook. Na internet, cerca de 1800 afirmaram que iriam participar do ato que ocorreu na avenida Paulista

'TV Folha' destaca impasse na Venezuela e deputado do KLB; veja



Programa TV FolhaO "TV Folha" deste domingo traz, no primeiro bloco, um retrato da ascensão da chamada classe média, que foi um dos maiores fenômenos econômicos da última década. Nos próximos anos, essa migração de milhões brasileiros para uma vida melhor deve continuar.
E agora é esperada uma transição maior das chamadas classe médias para as classes A e B, que devem passar de 20% para 30% da população.
Saiba também quem é o "Lombardi do Planalto": Lademir Filippin, 50, há quase 30 anos responsável pela abertura e o encerramento dos pronunciamentos oficiais, cerimônias e eventos da Presidência da República.
E o Folhacóptero sobrevoa o país para fazer uma análise do setor elétrico brasileiro.
No segundo bloco, o programa destaca o 4º Fórum Mundial de Ufologia, que reuniu mais de 500 pessoas, entre estudiosos e conferencistas de 24 países, em Foz do Iguaçu.
Assista ainda à entrevista com o deputado estadual Leandro Finato Scornavacca, um dos integrantes do grupo KLB. Novato do PSD, ele nunca leu um "livro grande" e não entende de política.
No *terceiro bloco", acompanhe o relato da enviada especial a Caracas, Flávia Marreiro, que comenta a situação política da Venezuela com as dúvidas que pairam a respeito da saúde do presidente Hugo Chávez.

PM do Rio cerca Museu do Índio; terreno será usado em obras da Copa


DO RIO


(12.01.2012)

Ao menos 40 homens do Batalhão de Choque da PM estão de prontidão, desde a noite de sexta-feira, na frente do Museu do Índio, no Maracanã, zona norte do Rio. Eles aguardam ordem judicial para desocupar o local, que deve ser demolido por causa das obras da Copa do Mundo.



O governo estadual afirma que a aldeia indígena, que fica no terreno do museu, será removida para as obras de modernização do estádio do Maracanã. Há cerca de seis anos, 23 famílias indígenas vivem no imóvel.
O cacique Carlos Tukano acusa os policiais militares de intimidação e diz que não negocia. "Eu não vou abrir mão. Essa é a minha terra e não vou voltar atrás para ninguém", afirmou. Tukano exige uma conversa com o governador ou com o prefeito.

PM do Rio cerca Museu do Índio

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Danilo Verpa/Folhapress
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Índio observa movimentação policial em frente ao Museu do Índio, no Rio de Janeiro
Pouco antes do meio-dia, o presidente da Emop (Empresa de Obras Públicas do Estado), Ícaro Moreno Junior, precisou ser escoltado do local porque um manifestante agarrou em sua camisa na tentativa de puxá-lo para uma conversa.
"A situação é caótica. Se avizinha uma luta corporal entre policiais e indígenas", disse o defensor público Daniel Macedo, titular do segundo ofício de Direitos Humanos e Tutela Coletiva, que acompanha os índios desde o início da operação.
Segundo Macedo, se o mandado de reintegração de posse não chegar, a polícia estará cometendo crime de abuso de autoridade e de exercício indevido da função.
Por volta de 12h45, o clima continuava tenso no local. Índios com arcos e flechas e homens encapuzados permaneciam nas janelas mais altas do prédio do antigo museu.
Em nota, a Polícia Militar afirmou que "a presença dos policiais do Batalhão de Choque no antigo prédio do Museu do Índio é para reforçar o policiamento do local para o cumprimento de mandado de reintegração de posse".

by Folha de são Paulo

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