terça-feira, 24 de abril de 2012

Por falar em Copola … como quem tem, tem medo…

by Prosa e Politica

Por falar em Roberto Copola, sócio argentino do contraventor Carlinhos Cachoeira (no post abaixo)… Monitoramento feito pela PF revelou um e-mail de Adriano Aprígio de Souza – cunhado e um dos laranjas de Cachoeira, para o argentino, logo após a reeleição do governador Silval Barbosa em Mato Grosso dizendo que estava tudo ok.


Como já contei aqui, a Lemat – Loteria de MT, foi reativada em outubro do ano passado, apesar de inconstitucional, e em dezembro, a Assembléia aprovou proposta do deputado José Riva, possibilitando que a Lemat seja explorada pela iniciativa privada. O governador negou que tenha ligação com as intenções do bicheiro e classificou o diálogo entre o cunhado de Cachoeira e o argentino como “conversa de malucos”.



Mas… como quem tem, tem medo... Ontem o governador Silval, que estava apreensivo com a questão, decidiu suspender por tempo indeterminado, a realização da audiência pública que aconteceria dia 10 de maio, para debater o Termo de Referência para o lançamento do edital de licitação da Lemat. Por lei o edital tem que ser publicado 45 dias depois da realização da audiência pública.

Mais um capitulo do "tudojuntomisturado". by Deise

by blog claudiohumberto


PT indica Odair Cunha como relator da CPMI do Cachoeira

Foto

DEPUTADO ODAIR CUNHA
O deputado Odair Cunha (PT-MG) acabou de ser indicado pelo PT para ser o responsável pela relatoria da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI), que vai investigar a relação de parlamentares com empresário Carlinhos Cachoeira, preso pela Polícia Federal acusado de chefiar uma quadrilha de jogos ilegais no Goiás. A legenda foi a última a anunciar os nomes para a CPMI, que escolheu os deputados Cândido Vaccarezza e Paulo Teixeira como membros titulares da comissão, além dos suplentes Doutor Rosinha (PT-PR), Luiz Sérgio (PT-RJ) e Sibá Machado (PT-AC). Odair Cunha é vice-líder do governo na Câmara e ligado à ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti.
 
 

Grupo Cachoeira tinha ramificação no exterior, diz PF

O grupo comandado por Carlinhos Cachoeira tinha ramificações no exterior, onde abriu empresas e lavou dinheiro, diz a Polícia Federal.

Escutas telefônicas mostram o grupo trabalhando para cadastrar clientes de bingos clandestinos de Brasília para jogarem num site do grupo com sede em Curaçao, país do Caribe. Para cada jogador cadastrado, o grupo estava disposto a pagar até 40% do arrecadado ao bingueiro de Brasília.
Segundo a PF, o site internacional foi montado no meio do ano passado em sociedade com o argentino Roberto Coppola, que auxiliou o grupo a criar empresas na Argentina e no Uruguai para administrarem o negócio. (leia mais na Folha)

Em Alta

A República Não Tem Amigos: quando a proximidade entre autoridades e poder local ameaça a impessoalidade do Estado

by Deise Brandao Vivemos uma época em que se tornou comum chamar de “aproximação com a comunidade” aquilo que muitas vezes representa a diss...

Mais Lidas