sábado, 3 de dezembro de 2011

Reforma Ministerial é plano da Presidente Dilma.

Por Fábio Santos
SÃO PAULO (Reuters) - A presidente Dilma Rousseff tem deixado prosperar a ideia de que a reforma ministerial que planeja fazer no início de 2012 será uma espécie de "freio de arrumação" em seu governo. A um só tempo ganharia mais eficiência administrativa, eliminando ministérios e trocando dirigentes de baixo desempenho, e daria à equipe um rosto mais parecido com o seu.
Se a presidente não fala pessoalmente a respeito, também não dá sinais que contestem essa expectativa, nem que contradigam os que se manifestam por ela nessa direção.
Desde que o empresário Jorge Gerdau, coordenador da Câmara de Gestão, Desempenho e Competitividade, externou sua opinião de que é "impossível administrar com 40 ministérios", tem crescido a aposta numa redução do número de pastas.
De fato, com 38 ministros é impraticável que a presidente exerça sobre cada um o seu comando. Tudo indica que Dilma pretende mesmo fundir algumas pastas.
É preciso, porém, ponderar os desejos com os limites da realidade. O mais provável é que a diminuição de ministérios seja bem menor do que se tem falado. "Deve haver alterações pontuais", avalia uma fonte do PT com interlocução com a presidente.
Fala-se em desmontar feudos e acabar com o aparelhamento político, dando ao governo um caráter mais técnico. Ocorre que a arquitetura político-administrativa sob a qual Dilma tem presidido não é apenas fruto da conveniência que levou o ex-presidente Lula e ela própria a distribuir ministérios a partidos aliados e a sua própria legenda.
Esta é a essência do chamado presidencialismo de coalizão, expressão cunhada pelo cientista político Sérgio Abranches ainda nos anos 1980, quando a democracia ressurgia no país. Foi com base na distribuição de cargos com vistas à construção de uma maioria no Congresso que governaram Fernando Henrique Cardoso e Lula. É assim que Dilma continuará governando.
Fundir ministérios, reduzir cargos e acabar com a lógica da "porteira fechada" - pela qual, o partido que ocupa o primeiro escalão domina a maioria dos outros cargos da pasta - não é coisa simples.
Dilma estaria rompendo não apenas com a prática estabelecida há anos na relação do governante de plantão com seus partidos aliados. Ela estaria desfazendo um acordo tácito existente dentro do próprio PT desde que Lula conquistou a Presidência em 2002.
Desde seu primeiro mandato, o ex-presidente e seus aliados no comando do partido utilizaram a ocupação de ministérios e autarquias como uma ferramenta de pacificação e comprometimento das tendências internas petistas com as políticas do governo.
Assim, desde o início, a corrente Democracia Socialista ocupou o Ministério de Desenvolvimento Agrário. Membros do grupo já sinalizaram que não pretendem abrir mão do posto, que lhe reforça as relações com os movimentos sociais, em especial o MST.
A Articulação de Esquerda hoje ocupa, com Iriny Lopes, a Secretaria de Políticas para Mulheres, uma das pastas que correm o risco de perder o status de ministério e serem fundidas com outras. A corrente igualmente já indicou que, caso isso ocorra, o que não é certo, vai querer uma compensação com outro posto.
Ainda que hoje essas duas tendências sejam das mais fracas na divisão interna de poder no PT, deixá-las na chuva seria prejudicial à "pax petista". O mesmo ocorre com tendências mais fortes e menos esquerdistas.
A Mensagem ao Partido, à qual pertencem o atual ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e seu antecessor no governo Lula, o hoje governador gaúcho, Tarso Genro, não gostaria de abrir mão da pasta.
A corrente Movimento PT, representada no governo pela ministra Maria do Rosário, da secretaria de Direitos Humanos, seria beneficiada caso Dilma realmente fundisse a pasta com a das Mulheres e de Igualdade Racial, mantendo sua titular.
Por fim o maior grupo interno do PT, a corrente Construindo um Novo Brasil, à qual pertencem os principais líderes petistas, não quer ver sua vasta influência no governo prejudicada.
Dilma Rousseff pode ser considerada uma quase estranha nas hostes petistas. Pode ter identificação com setores do partido, mas nunca fez parte da sua dinâmica interna. Não pertence a nenhuma das tendências que historicamente têm disputado o poder dos órgãos diretivos do PT.
Contudo, ela não pode ignorar que as tendências, por mais que suas disputas tenham esfriado, continuam a existir. No último Congresso do PT, em setembro passado, ainda se ouviram críticas à política econômica e a tentativa de aprovar resoluções que batiam de frente com o governo.
Tudo isso foi feito, porém, em voz baixa. Ignorar as tendências na remontagem do governo pode reacender a estridência das divergências internas do PT.
A presidente não opera no vácuo. É obrigada a conviver com restrições impostas pela política. Tem, é claro, poder para reorganizar sua administração, mas não pode ignorar as condições objetivas que limitam e influenciam suas ações.
O mais provável, portanto, é que a reforma ministerial se resuma à troca de alguns poucos ministros ineficientes e de outros que serão candidatos nas eleições municipais. Alguma redução no número de ministérios pode ocorrer, mas a lógica de ocupação das pastas continuará a mesma.
Qualquer que seja o número final, Dilma ainda terá de contemplar cada um de seus muitos partidos aliados. E ainda terá de atender o PT, que não só resiste a perder espaço como vê na reforma uma oportunidade para retomar áreas que tem desejado há tempos, como os Ministérios do Trabalho e o das Cidades.
Enfim, a reforma ministerial caminha para ser só um rearranjo.

Se os analfabetos, e os que nao pensam ja fazem estragos inimaginaveis, , imaginem se "polvos pensantes" virar moda... aí Tamo pego...by Deise

Polvo que abre potes é atração de zoológico suíço // BBC Brasol (BBC Brasil)

Polvo que abre potes é atração de zoológico suíço

Um polvo que sabe destampar embalagens é a mais nova atração do jardim zoológico da Basiléia, na Suíça. Nas horas de alimentação do animal, os visitantes se reúnem em volta do aquário para vê-lo usando seus oito tentáculos para abrir potes de iogurte, desatarraxar vidros de conservas ou tirar tampas de garrafas. O octópode está sendo exibido desde o mês passado.


Os meus sonhos eu realizei. Os que foram cortados, não dependeu de mim, e possivelmente passa por outras pessoas. Logo nao me sinto responsável. As escolhas que fiz nao me arrependo. E aquilo que deixei de fazer, não tenho como me arrepender, pois pensei e pesei bem antes. Aprendi com Castaneda, que num "mundo onde a morte é o caçador, não ha tempo para dúvidas ou arrependimentos. somente para decisões". Para quem não leu Castaneda, ainda há tempo. by Deise

Bronnie Ware trabalha com pacientes perto do fim da sua vida – pacientes terminais. Neste post, ela escreve sobre os principais arrependimentos que vieram à tona aos seus pacientes em seu leito de morte. Os cincos principais seguem abaixo:

1. Eu gostaria de ter tido a coragem de viver uma vida verdadeira para mim, e não a vida que os outros esperavam de mim.
Este foi o arrependimento mais comum. Quando as pessoas percebem que sua vida está quase no fim e olham para trás, é fácil ver como muitos sonhos não foram realizados. A maioria das pessoas não tinham honrado a metade dos seus sonhos e morreram sabendo que era devido às escolhas que fizeram, ou deixaram de fazer.
É muito importante tentar realizar pelo menos alguns de seus sonhos ao longo do caminho. A partir do momento que você perde a sua saúde, é tarde demais. Saúde traz uma liberdade que poucos percebem, até que já a não têm mais.
2. Eu gostaria de não ter trabalhado tanto.
Isto veio de todos os pacientes do sexo masculino que eu acompanhei. Eles perderam o crescimento de seus filhos e o companheirismo do parceiro. As mulheres também citaram este arrependimento, mas como a maioria era de uma geração menos recente, muitos dos pacientes do sexo feminino não tinham sido chefes de família. Todos os homens que eu acompanhei se arrependeram profundamente de passar tanto tempo da sua vida com foco excessivo no trabalho.
Ao simplificar o seu estilo de vida e fazer escolhas conscientes ao longo do caminho, é possível não ter que precisar de um salário tão alto quanto você acha. E criando mais espaço em sua vida, você se torna mais feliz e mais aberto a novas oportunidades, mais adequado ao seu novo estilo de vida.
3. Eu gostaria de ter tido a coragem de expressar meus sentimentos.
Muitas pessoas resguardaram seus sentimentos para manter a paz com os outros. Como resultado, tiveram uma existência medíocre e nunca se tornaram quem eram realmente capazes de ser. Muitas desenvolveram doenças relacionadas à amargura e ao ressentimento que carregavam, como resultado.
Nós não podemos controlar as reações dos outros. No entanto, embora as pessoas possam reagir quando você muda a maneira de falar com honestidade, no final a relação fica mais elevada e saudável. Se não ficar, é um relacionamento que não vale a pena guardar sentimentos ruins. Você ganha de qualquer maneira.
4. Eu gostaria de ter mantido contato com meus amigos.
Muitas vezes os pacientes terminais não percebiam os benefícios de ter por perto antigos e verdadeiros amigos até a semana da sua morte, e nem sempre foi possível encontrá-los. Muitos haviam se tornado tão centrados em suas próprias vidas que tinham deixado amizades de ouro se diluirem ao longo dos anos. Havia muitos arrependimentos por não dar atenção a estas amizades da forma como mereciam. Todos sentem falta de seus amigos quando estão morrendo.
É comum que qualquer um, em um estilo de vida agitado, deixe escapar amizades. Mas quando você se depara com a morte se aproximando, os detalhes caem por terra. Não é dinheiro, não é status, não é posse. Ao final, tudo se resume ao amor e relacionamentos. Isso é tudo o que resta nos dias finais: amor.
5. Eu gostaria de ter me deixado ser mais feliz.
Este é surpreendente. Muitos não perceberam, até ao final da sua vida, que a felicidade é uma escolha. Eles haviam ficado presos em velhos padrões e hábitos. O chamado “conforto”. O medo da mudança os faziam se fingir aos outros e a si mesmos, enquanto lá no fundo ansiavam rir e ter coisas alegres e boas na vida novamente.

Vida é escolha.
A vida é SUA.
 Escolha com consciência, com sabedoria, com honestidade. Escolha ser feliz. 

"Somente a mente atenta nos permite viver de uma maneira profunda, tocando as maravilhas da vida, para que cada momento possa ser um momento de cura, de transformação e de nutrição." Thich Nhat Hanh

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Sincericídio de Luiz Inácio. Ou da cópia dele.

Sim, no dia 24 de março de 2026, durante a cerimônia de sanção do "PL Antifacção" (projeto de lei que endurece regras para facções...

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