sábado, 29 de outubro de 2011

O que eu sou. Nao quem.














Um kami-kase.
Um turbilhão de emoções.
Sou imensa.
Há multidões dentro de mim.

Hummm ... komo diria então....

Sou uma esquizofrenica sadia.



I – Dados Pessoais:

Meu nome é Otimismo.

Tenho a idade necessária pra saber distinguir quando alguém quer comprar meus princípios mesmo quando eu não os queira vender. Mas isso não me oprime, nem me deixa tolhida.

Sou um mulher de palha: Quando chove, fico flexível; quando o sol esquenta o meu dia, fico seca & rígida; e me dobro apodrecida quando chega a noite eterna.

Isso, porque apodrecer faz bem a alma!

Sou otimista – digo – acredito no mundo e nas pessoas.
Acredito também que apesar da conveniência atual me levar a dizer isso, o meu cerne não fica corrompido.


II – Área de Atuação:

Minha área de atuação é a alma humana, mas também pode ser o coração, ou o espírito. Não tenho restrições. Sou a chamada Malabarista de Plantão!
Não que eu seja pedante! 
Na verdade o que me importa é o trabalho. 
Procuro me informar. 
Também me mantenho informatizada 
e falo as línguas estrangeiras de cada indivíduo em particular.
Estou personalizada, configurada, mas não ajustada ao sistema. Minhas impressões digitais mudam como as cores do camaleão. ]
Sou uma peça de quebra-cabeças que se encaixa em qualquer lugar.

Sou como um gás. Que por nao ter forma alguma, pode obter qualquer forma.
Sou volátil.

III – Formação:

Na maior parte das vezes sou autodidata. A solidão me ensina muita coisa, me revela mundos!Tenho uma vasta formação acadêmica que faz de minh’alma anêmica, uma sublime alma. Precipito-me sempre em erudição no solo erodido do meu coração, pra ir ter com as trevas – a luz.

Sei de tanta coisa!... que as mantenho esquecidas no escuro.
Na universidade, uni meus versos sem idade e descobri a ignorância.
Desenvolvi a arte de mentir melhor, enganar com palavras e a fazer trocadilhos irritantes. (Dever também se aprende).
Saí com um curriculum vitae em latim dos cachorros e caí num grande mercado turco – o mundo. A depressão parece ser endêmica,  isso porque a vi somente em meus companheiros que se importam com os resultados dos quatro anos de labuta e descontentamento.


IV – Experiência Profissional:

Tenho experiência com sistemas operacionais que excluíram meus desejos e ambições. Vendo produtos que sugam a essência da alma e do espírito humano para dentro das máquinas, das placas e cartazes de propaganda.

Também já manipulei opiniões e vendi mentiras, não as minhas mentiras, o que é muito pior!
As falsidades que vendi furtaram minha dignidade, hoje minha alma corrupta arrasta em silêncio as correntes da minha escravidão. Entrego-me.
Minha vontade está à venda nas esquinas. O mundo prostituto violou minhas esperanças.
A Política a qual tive a experiência de namorar, tornou-se uma cafetina depravada e sem escrúpulos.
Tenho experiência com máquinas, mas ainda não me tornei uma, resta-me o sangue e a carne em meio aos meus fios e parafusos, resta-me o suor.


V – Atividades Extra-Curriculares:

Faço trabalhos voluntários numa pedreira, marretando palavras como pedras duras. O sol infernal frita as imagens em meu cérebro, imagens que me espetam o coração e molham versos nos lábios dos meus anjos mudos e vazios.

VI – Assinatura:

Assino o meu nome embaixo de tudo que leve sinceridade e descanso a sepultura.
De tudo o que deva ser a verdade sem demagogia.
Meu epitáfio não será um poema ilustre, nem uma frase de emoção ou impacto n’alma.
Será apenas um digno “adeus” aos que Amo, seguido de meu nome.
Algo que não importa.

O que sempre importou, foi minha vontade inabalável.

E  minha Capacidade genuína de transformação.

Ontem, hoje e sempre.


 

Recado
Se me der um beijo eu gosto
Se me der um tapa eu brigo
Se me der um grito não calo
Se mandar calar mais eu falo
Mas se me der a mão
Claro, aperto
Se for franco
Direto e aberto
Tô contigo amigo e não abro
Vamos ver o diabo de perto
Mas preste bem atenção, seu moço
Não engulo a fruta e o caroço
Minha vida é tutano é osso
Liberdade virou prisão
Se é amor deu e recebeu
Se é suor só o meu e o teu
Verbo eu pra mim já morreu
Quem mandava em mim nem nasceu
É viver e aprender
Vá viver e entender, malandro
Vai compreender
Vá tratar de viver
E se tentar me tolher é igual
Ao fulano de tal que taí
Se é pra ir vamos juntos
Se não é já não tô nem aqui.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

by Wagner Andrade
Alõ Cidade
Dois Irmaos   RS
FANATISMO X SECTÁRIO?
Você sabe o que é fanatismo político? E dogmático e sectário?

NÃO QUER CALAR


O locutor da rádio local e novo presidente do PTB, Wagner Andrade, mandou-nos um e-mail criticando a matéria divulgada ontem com entrevista do secretário Maurício Klein.
 “Sobre o assunto do ponto de leitura, só tenho uma coisa a dizer e serve como manchete para você aí no jornal ‘fanatismo político do secretário de Educação impede de ver que a Câmara já está sendo usada por crianças do Sesi’”.

PODER?

Continua o e-mail: “Além disso, que poder ele (do Executivo) tem para se intrometer nas questões do Legislativo, mentindo sobre os valores investidos no prédio? (em vez de R$ 1 milhão é R$ 800 mil na compra e reforma). É puro fanatismo político do camarada, o secretário. Como ele vai dizer que o novo prédio não vai ser usado para nada se já está sendo usado? Acho que, para a idade que ele tem, não aprendeu nada sobre Administração”, atacou Wagner.

PESADAS

Como não foi uma crítica simples, mas com algo pesado com termos como fanatismo e outras “cositas mas”, ouvimos a outra parte da notícia. Em e-mail,
Maurício rebateu: “Imaginei que este seria um argumento. Eles precisam de um argumento nobre para justificar o dinheiro público investido lá (novo prédio da Câmara comprado pelo Fink da empresa Centropé). Se eles acham que o espaço é adequado para funcionamento de uma creche (na minha opinião não é!), quero sugerir: abandonem o projeto original da Câmara e façam  funcionar uma creche no local. Apesar de todas as vagas criadas, ainda não temos creche suficiente para atender toda a nossa demanda”, rebateu Maurício.

TRÉPLICA

Como são dois tópicos para cada um, Maurício complementou: “Por fim, Mauri! Não vou discutir com este rapaz. Ele não tem parâmetro para estruturar um argumento lógico e coerente. A manifestação dele é pura retórica. Ele é um cara dogmático e sectário. Tem muita soberba”.

QUEM É MELHOR?

Mudando de assunto (o acima está encerrado), vamos comentar o que foi prometido e anunciado ontem: quem é melhor, os daqui ou os que vieram de fora?

VERGONHOSO
- É vergonhoso este tipo de debate, que provoca quase um “Apartheid” na cidade, mas...
- E isso só acontece por motivação política...
- Não dá pra dizer que em dois ou quatro anos o PT/PDT vai se fazer mais do que PMDB e PP  fez em 50. “Pera” lá!
- É claro que a atual Administração do PT, PDT e PC do B tem gás novo e pode estar com pique maior, fazendo até mais, mas não podemos dizer que nada que tinha na cidade prestava.
- E também não dá pra dizer que tudo que tinha sido feito era ótimo e que agora, depois de 2008, tudo está errado na Prefeitura.

CONVENHAMOS
- Dois Irmãos é o que é graças a todos, graças aos que aqui nasceram e trabalharam, mas graças também a muitos que vieram de fora e trabalharam. O trabalho de um, complementa o outro.

BARBARIDADES
Alguns dizem que o PP e o PMDB, juntos, mandaram nos 49 anos na cidade. A resposta deste assunto e continuação do comentário acima, você lê amanhã, assim como uma alfinetada na pesquisa política feita na cidade...

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