segunda-feira, 24 de outubro de 2011

“Aquele que luta com monstros terá que tomar cuidado para que ele não se torne também um monstro.
E se você olhar por muito tempo
 para dentro de um abismo,
o abismo também olha
para dentro de você.”

Friedrich Nietzsche

Por uma vida menos ordinária

por Tribo do Mouse, segunda, 25 de Abril de 2011 às 23:06

 
Levamos uma vida passiva com a correria do dia a dia. Quando nos acomodamos no trabalho, nas amizades, na família ou em qualquer outra área da vida, às vezes sem perceber, ligamos o botão automático e simplesmente vivemos. Vivemos o trabalho entediante, as amizades superficiais, a família desunida, e então aceitamos a chamar tudo isso de normal, até porque ninguém tem uma vida perfeita.
Todos sabem que ninguém tem uma vida perfeita, mas poucos se lembram que a vida é um exercício constante de aperfeiçoamento, como qualquer outra prática que diminui seu rendimento quando se diminui a constância.
É difícil comandar a rotina sem deixar que o motor automático assuma de vez em quando, até porque geralmente quando permitimos isso é porque achamos que a viagem esta fluindo tranquilamente. O perigo está quando nos esquecemos de voltar ao controle manual, bem como quando esquecemos dos ventos que por ventura passam a soprar outras rotas que não imaginávamos um dia seguir.
Sou altamente adepta a reflexões profundas sobre o sentido de tudo aquilo que me cerca. Não é constante, justamente por causa da rotina agitada, mas faço questão que seja periódica.
Qual foi o último grande feito o qual sentiu orgulho de si em ter realizado em seu trabalho?
Quais das tuas amizades lhe agregam de verdade?
Qual o sentido e o espaço que a família representa em sua vida atualmente?
Perguntas como estas são fundamentais nesse processo de reflexão. Aos desacostumados, tais exercícios poderão parecer maçantes no início, mas garanto que o hábito brevemente o tornará fácil e agradável.

"Fazer o melhor possível no momento atual
nos colocará no melhor lugar possível
 no próximo momento"
 (Oprah Winfrey)

Para Daniel e Vanessa. Mariani. by Deise


“Quando um pai ensina seu filho, ambos riem.
 Quando o filho ensina o pai, ambos choram.”

William Shakespeare

"Você pode ficar irado como um cão raivoso da forma como as coisas aconteceram
Pode praguejar e amaldiçoar o destino, mas quando chega o fim, você tem que aceitar".


Essa frase que ouvi num filme outro dia, me fez refletir sobre o sentimento de impotência que o final de um relacionamento ou de qualquer situação que gostávamos muito, nos geram.
 A vontade que dá é de poder
mudar tudo de ruim que levou ao fim
 - ações,
palavras,
não-ações,
 não-palavras,
sentimentos,
pensamentos,
decisões...
É difícil aceitar que acabou algo que queríamos tanto fosse eterno. O que fazer diante do inevitável the end?
 Acho que exercitar aceitar a dor,
o sentimento de “luto”,
 curtir isso, até passar...
 O tempo cura todos os males.
 Não podemos impor nossa vontade de amor,
não podemos estar no controle de tudo.
 Ao mesmo tempo, não dá para fingir que não dói
o que dilacera por dentro,
o que modifica nossos planos.
 Por isso temos todo direito de
chorar,
gritar,
 dormir,
 sair de cena,
desejar morrer
 – desejo de morte é ânsia de vida.
 Depois é exercitar o respirar,
respirar várias vezes
e lembrar que tudo na vida passa!
 Lembrando  do dizer:
 “Não há bem que sempre dure
e não há mal que nunca acabe”.
Pois é...
 na vida é assim.
Tudo tem começo,
meio,
 fim.
E um montaozão de re-começos.
Eu que o diga...

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