quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Partindo da premissa que esta afirmação é verdadeira, podemos governador marcar uma reunião para que V.Exa. analise pessoalmente as mesmas torturas no Feminino da Capital? Digo agora pessoalmente, porque por email, vão para seu gabinete ha 3 meses duzias de denuncias feitas por mim. E V.Exa., assim como o Diretor Neves, não demonstraram interesse algum e ousaram me ignorar. Lliteralmente. Ai eu mudei o rumo. E fiz me ouvir .Será que agora, que a 26a Promotoria da Capital acatou partes de minha denúncias e instruiu abertura de IP na Unidade Feminina poderemos conversar para evitar ate mais baixas? V.Exa. terá muitas exonerações e punições a assinar.Meu telefone V.Exa possui com suas asserroras, e por todo o governo, principalmente na SSP. Só não consigo, conhecer V.EXA..

Geral

02/11/2009
17h15min



Governador de Santa Catarina quer punição severa para envolvidos em tortura de presos


Luiz Henrique diz que agentes prisionais podem ser demitidos e processados



O governador de Santa Catarina, Luiz Henrique da Silveira, defendeu nesta segunda-feira a punição aos envolvidos no caso de tortura e violência contra presos na Penitenciária de São Pedro de Alcântara e no Presídio de Tijucas, na Grande Florianópolis.



Assista à entrevista do governador na RBS TV



Luiz Henrique foi taxativo com relação às medidas que devem ser tomadas e disse que o diretor do Departamento de Administração Prisional (Deap), Hudson Queiroz, poderá ser afastado do cargo:



— Se havia conhecimento, quem dirige o Deap terá que ser afastado, não tenho dúvida. Eu não acredito, mas se havia, se ficar comprovado que esta prática existia, que não foi eventual ou ocasional, haverá punição severa — afirmou em entrevista ao Jornal do Almoço, da RBS TV.



O governador falou que os envolvidos nas agressões podem ser demitidos e processados:



— Podem chegar a ter a pena de demissão, além do envio do caso ao Ministério Público para ações necessárias na Justiça.



Imagens gravadas em vídeo mostram uma das operações de transferência na Penitenciária de São Pedro de Alcântara. Presos trancados em celas foram obrigados a inalar spray de pimenta. Aos gritos de socorro, apanharam dentro de um banheiro e levaram socos e chutes, algemados com as mãos para trás.



O diretor do Deap, Hudson Queiroz, afirmou que participou de uma operação para recolocação de presos em fevereiro de 2008, época em que foram feitas as imagens em vídeo, e que não tinha conhecimento da violência contra presos:



— Houve uma reação em cadeia por parte dos presos, que agrediram os agentes com água quente, urina e palavras ofensivas, mas naquela operação que estamos colocando em questão, não presenciei nenhum tipo de violência de agente prisional contra preso, até porque não foi retirada de presos de cela, simplesmente foi colocação, nós estávamos colocando um preso a mais por cela — afirma Queiroz.









RBS TV E CBN/DIÁRIO

Posso sugerir um nome??? Mas sem conhece-lo pessoalmente, pelo atendimento prestado em todas as vrecisei de orientação no DEAP, sempre me atendeu com uma educação britânica. E tem sobrenome Neto. Sin al que vem de filha tradicional. Me parece um bom nome. Embora eU NEMSAIBA ONDE ELE ESTÁ LOTADO, pq é logico que aunica pessoa educada saiu. Espero que por vontade prórpia. Mas pode ter "sido saído', por sua educação, calma, ponderação e bom senso. Conheço vários agentes. E talvez ele me mate pq sequer sei que planos tem: mas seu eu conhecesse os agentes, eu optar pelo Sr. Erasmo Neto.Que até recentemente trabalhava no Departamento de Corregedoria do DEAP. Se o sr. não tiver interesse sr, basta dizer não. Mas não posso me furtar de dizer o que penso. E nada mais do que a verdade. Eu indicaria V.Sa. para dirigir o Departamento. Sorry, se V.Sa. foi uma das duas pessoas educadas que encontrei em um ano e dois meses dentro do DEAP. A outra pessoa educada, só sei que o nome é Fábio.Talvez optasse por ele em segunda instância, embora comele meu contanto tenha sido menor. Também ja conhece o sistema. e trabalhamno DEAP. Não estão pensando em tirar alguem da Unidade, para colocar nao eh? Nao vamos "fingir" que mudamos. Porque vou verificar de trás para frente a pessoa QUE FOR INDICADA. E ela deverá ter um passado imensurável. Alem de um extremo bom senso, e um propósito de caráter invejavel. Senão, não fica também.

Quinta-feira, 05 de novembro de 2009
O Diretor do DEAP
Secretários Ronaldo Benedet e Justiniano Pedroso estarão reunidos às 10h30min para examinar os nomes cotados para a Diretoria do Departamento de Administração Prisional (Deap).
A tendência dentro do governo é de escolha de um agente prisional. Os agentes estão se mobilizando nos bastidores.
Postado por Moacir Pereira às 09h39
 
 
by Deise
Sai da minha aba, sai pra lá... Nao venha trocar 6 por 1/2 dúzia.
 
 NOVAMENTE: Não ganho a vida fazendo "show de mulher macaca". Ganho a vida investigando, comprovando a verdade e divulgando-a.

Quem nao deve. Não teme. Já dizia minha bisavó que era uma sábia. Eu apesar de todas as denuncias que fiz, deito, durmo e esqueço por diversas noites minha casa aberta. Escancarada. Nunca tive medo por meus filhos. Porque cuido deles. Se teme QUE PLANTEM DROGAS NO CARRO SEU FILHO, me induz a pensar que é um usuario. Porque só quem usa filho dos outros para se vingar é "V.Sa.', como fez com minha filha. Não conheço o Delegado Renato, mas vou ajuda-lo com documentos. E não creio que ele queira vingança em seu filho nem em ninguem. E mesmo "bandidos" tem honra". Mais que tu. Nenhum deles mandaria plantar drogas em carro de ninguem agora. Já poderiam ter feito antesse quisessem. Sr. Hudson aprenda: Quem o mal não faz, no mal nao pensa....Sayonara.


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Exonerado, ex-diretor de prisões de SC teme por sua segurança


04 de novembro de 2009 • 22h09 • atualizado às 22h33 Comentários

Fabrício Escandiuzzi
Direto do Santa Catarina


O ex-diretor do Departamento de Administração Prisional de Santa Catarina (Deap), Hudson Queiroz, afirma ter sido vítima de uma "retaliação" por parte dos delegados da Polícia Civil. Ele pediu exoneração do cargo nesta quarta-feira após as denúncias de tortura em presídios do Estado, exibidas no último domingo no programa Fantástico.

Queiroz foi ouvido por deputados da Comissão de Segurança Pública e de Direitos e Garantias Fundamentais na Assembléia Legislativa. Ele fez declarações contundentes, afirmou ter sido vítima de "ódio e retaliações" e ainda disse temer por sua segurança. Seu principal alvo foi o delegado Renato Hendges, diretor do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) catarinense. "Eu posso ser vítima tanto de bandidos quanto de agentes do Estado, é bom antecipar isso", disse aos parlamentares. "Tenho receio por mim e medo que armem algo contra meus filhos. Sou vítima do ódio que está imperando no delegado Renato Hendges".
A operação no presídio de São Pedro de Alcântara, o maior do Estado, foi realizada no início de 2008. Segundo o próprio Queiroz, agentes prisionais e policiais militares foram ofendidos e atingidos com água quente, urina e fios elétricos ligados a chuveiros.
As denúncias e imagens veiculadas abriram uma grande crise na segurança pública catarinense. Além da saída de Hudson e do bate boca com delegados de polícia, parlamentares ainda tentam instaurar uma CPI da Assembleia Legislativa. A situação já vinha bastante tensa há cerca de um mês, quando detentos foram retirados das delegacias e colocados diante do Centro de Triagem de Florianópolis, à espera de vagas.
Para Queiroz, a atitude estava vinculada a reivindicações salariais dos delegados. Por outro lado, Hendges argumentou que o fato estaria desvirtuando o assunto, que é a "tortura de presos". "O que nós fizemos em relação à transferência de presos da Central de Triagem foi cumprir uma sentença judicial, uma vez que as celas do local estavam interditadas e teríamos que pagar uma multa de R$ 10 mil por dia se mantivéssemos a situação", afirmou o policial.
No fim da tarde, os secretários de Segurança Pública, Roberto Benedet, e de Justiça, Justiniano Pedroso, estiveram na Assembleia e prestaram esclarecimentos aos deputados. Ambos defenderam o trabalho do ex-diretor do Deap, citaram números sobre o sistema prisional e se mostraram contrários à criação de uma CPI. "Não há motivos para uma CPI, já que existe um inquérito policial acontecendo. Todas as questões serão respondidas", disse Benedet. "Os fatos estão sendo investigados e não ficarão impunes".
O caso é investigado também pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, que determinou a abertura de procedimento regimental para acompanhar a denúncia relativa às torturas.

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