13/02/2025

A polícia não apresentou uma única prova...morreu sendo tratada como suspeita! Não acredito que tenha matado aquelas pessoas e muito menos se matou. O Brasil virou um Estado que mente, adultera, alsifica, frauda, mata! Um Estado criminoso! Assassino! Caso o estado 'se ofenda" me mostre (e á todos) as 'provas" que justifiquem as acusações e prisão e morte de Deise dos Anjos! E por fim, caso os envolvidos se ofendam, (inclui-se IML, PC, MP e Judiciário) me processem. Acreditem: será um imenso, imensurável favor!!!

Presa por envenenar farinha de bolo que matou três pessoas da mesma família é encontrada morta na cadeia


Deise foi encontrada morta nesta quinta-feira. arquivo pessoal / arquivo pessoal

A mulher presa por suspeita de ter envenenado farinha com arsênio foi encontrada morta na manhã desta quinta-feira (13) na Penitenciária Estadual Feminina de Guaíba.

Deise Moura dos Anjos, 42 anos, estava presa preventivamente desde 5 de janeiro. A informação foi confirmada pelo chefe de Polícia, Fernando Sodré.

— Ela tinha sinais de enforcamento. Vamos apurar as circunstâncias agora — afirma Sodré.

Segundo nota da Polícia Penal, a mulher foi encontrada nesta manhã, “durante a conferência matinal na Penitenciária Estadual Feminina de Guaíba”.

Segundo a Polícia Penal, ela estava sozinha na cela. “As circunstâncias serão apuradas pela Polícia Civil e pelo Instituto-Geral de Perícias”.

Conforme a Polícia Penal, os servidores prestaram os primeiros socorros e acionaram o Serviço de Atendimento Médico de Urgência, que constatou a morte.

Relembre o caso
De acordo com a Polícia Civil, sete pessoas da mesma família estavam reunidas em uma casa, durante um café da tarde na antevéspera do Natal de 2024, quando seis começaram a passar mal após consumirem pedaços de um bolo. Um deles não ingeriu o doce. Zeli dos Anjos, que preparou o alimento, em Arroio do Sal, e levou para Torres, também foi hospitalizada.

Três mulheres morreram em intervalo de algumas horas. Tatiana Denize Silva dos Anjos e Maida Berenice Flores da Silva tiveram parada cardiorrespiratória, segundo o hospital. Neuza Denize Silva dos Anjos teve como causa da morte divulgada “choque pós-intoxicação alimentar”.

A prisão de Deise Moura dos Anjos
Deise é casada com Diego Silva dos Anjos, filho de Zeli, e morava em Nova Santa Rita, na Região Metropolitana de Porto Alegre. Ela está presa temporariamente desde 5 de janeiro.

Deise é suspeita de triplo homicídio duplamente qualificado e tripla tentativa de homicídio duplamente qualificada. Ela está detida no Presídio Estadual Feminino de Torres.

Exumação do corpo de Paulo
Após suspeitas, a polícia solicitou a exumação do corpo de Paulo Luiz dos Anjos, sogro de Deise. Paulo faleceu em setembro de 2024, sob suspeita de uma infecção intestinal, após consumir bananas e leite em pó levados à casa dele por Deise.

A perícia do IGP confirmou que ele foi envenenado com arsênio, e os níveis encontrados no corpo eram letais, caracterizando envenenamento por ingestão oral.

Compra do arsênio pela internet
A polícia confirmou que Deise comprou arsênio quatro vezes em um período de quatro meses. Uma das compras ocorreu antes da morte do sogro — que faleceu por envenenamento — e as outras três, antes da morte de três pessoas que consumiram o bolo envenenado, em dezembro. O veneno teria sido recebido pelos Correios. O documento estava salvo no celular da suspeita, apreendido durante a investigação.

— A gente não tem dúvida de que se trata de uma pessoa que praticava homicídios e tentativas de homicídios em série, e que, durante muito tempo, não foi descoberta, e, durante muito tempo, tentou apagar provas que pudessem levar à atribuição de culpa a ela — afirmou a delegada regional do Litoral Norte do RS, Sabrina Deffente.

Contaminação da farinha

A investigação aponta que a farinha do bolo pode ter sido contaminada quase um mês antes do episódio fatal. De acordo com o delegado Marcos Vinícius Veloso, Deise esteve em Arroio do Sal no dia 20 de novembro, o que pode ter sido o momento em que o veneno foi adicionado à farinha usada no bolo consumido em Torres.

— As informações que nós temos no inquérito policial são de que a investigada esteve na cidade de Arroio do Sal, na última vez, no dia 20 de novembro. E, pelas informações que já foram coletadas do inquérito, nesta data, a Polícia Civil acredita que possa ter ocorrido o envenenamento da farinha que foi utilizada no bolo que foi consumido na cidade de Torres —afirmou o delegado.

Fonte: O Diário

05/02/2025

Primeiro caso de varíola dos macacos de 2025 é confirmado em Lajeado




O primeiro caso de varíola dos macacos (doença monkeypox) em Lajeado foi confirmado nesta quarta-feira, 05/02. O caso foi confirmado pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-RS), e a Secretaria Municipal da Saúde (Sesa) foi notificada.

Trata-se de um morador de Lajeado do sexo masculino, de 33 anos. O diagnóstico ocorreu após o paciente perceber os sintomas da doença. O resultado positivo do teste para a doença monkeypox ocorreu nesta terça-feira.

O quadro do paciente é estável e ele está isolado em sua residência para monitoramento da doença.

O caso não é autóctone, ou seja, foi contraído fora do estado.

Sobre a doença

A Monkeypox é uma doença causada pelo Monkeypox vírus (MPV), do gênero Orthopoxvirus e família Poxviridae. Trata-se de uma doença zoonótica viral, cuja transmissão para humanos pode ocorrer por meio do contato com animal silvestre ou humano infectado ou com material corporal humano contendo o vírus.

Apesar do nome popular da doença, os primatas não humanos (macacos) não são reservatórios do vírus. Embora o reservatório seja desconhecido, os principais candidatos são pequenos roedores nas florestas tropicais da África, principalmente na África Ocidental e Central. O MPV é comumente encontrado nessas regiões, e pessoas com o vírus eram ocasionalmente identificadas fora delas, normalmente relacionadas a viagens para áreas onde o MPV é endêmico.

Sintomas

Normalmente, os sintomas da varíola dos macacos incluem:
- Febre
- Dores no corpo
- Dor de cabeça
- Calafrio
- Fraqueza
- Adenomegalia: linfonodos inchados (ínguas)
- Erupções cutânea ou lesões de pele.

Contágio
A transmissão entre humanos ocorre por meio de contato pessoal com secreções respiratórias, lesões de pele de pessoas infectadas ou objetos recentemente contaminados, sendo que o contato direto com as pele ou com objetos contaminados têm papel fundamental.

Após a manifestação de erupções na pele, o período em que as crostas desaparecem o paciente deixa de transmitir o vírus para outras pessoas.

By Prefeitura Lajeado

03/02/2025

Teoria da internet morta: a web está sendo controlada por bots e robôs?


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By TecMundo

A Teoria da internet morta é uma espécie de teoria da conspiração que surgiu nas redes há alguns anos e não foi exatamente levada a sério. Basicamente, ela defendia que, em pouco tempo, não haveria mais interações humanas na internet: tudo seria gerado por meio de algoritmos e robôs.


Embora essa ideia possa parecer absurda para alguns, o fato é que alguns fatos novos - dentre eles, a ascensão recente da Inteligência Artificial - tem reavivado essa discussão. Mas será que há indícios de que a teoria pode estar correta?

O que é a Teoria da internet morta?

(Fonte: GettyImages/ Reprodução)Fonte: GettyImages/ Reprodução

Não se sabe exatamente onde essa teoria surgiu, mas estima-se que ela possa ter aparecido enquanto conceito no 4chan ou Wizarchan no fim da década de 2010. Já em 2021, um tópico chamado "Dead Internet Theory: Most Of The Internet Is Fake" foi publicado no fórum Agora Road's Macintosh Cafe e começou a levantar essa discussão online.

Em resumo, a ideia dessa teoria é que chegaria um momento (havia até uma data para a "morte": o ano de 2016) em que quase tudo que circulasse na rede, como imagens, textos e vídeos, seria criado por robôs. A teoria se relaciona aos medos suscitados pela complexidade crescente da internet, aos ataques cibernéticos e ao aumento no digital da presença de robôs e algoritmos inteligentes.

Ou seja, a Teoria da internet morta defende a ideia de que os bots logo substituiriam totalmente a atividade humana no mundo online. Mas, embora se trate de uma teoria conspiratória sem grandes fundamentos em dados empíricos, o fato é que estamos vendo um aumento gradativo de conteúdos gerados por robôs e que são postados na internet. Por isso, é até natural que essas ideias voltem à tona como uma forma de lidar - e tentar criar algum tipo de controle - sobre o medo causado pela inteligência artificial, por exemplo.

Notícias e artigos gerados por robôs

(Fonte: GettyImages/ Reprodução)Fonte: GettyImages/ Reprodução

Em maio de 2023, um relatório da NewsGuard e MIT Tech Review trouxe dados que chocaram muita gente: em uma análise feita para avaliar a credibilidade de sites de notícias, a ferramenta identificou 49 portais que publicam matérias e artigos escritos totalmente por IA. Ou seja, notícias e textos diversos que não eram criados por pessoas, por mais que os usuários fossem levados a acreditar nisso.

São listados até uma série de indícios que ajudariam a reiterar a substituição constante do humano pela máquina. Dentre eles, estão:

Presença cada vez maior de interações de robôs em posts, para dar a sensação de engajamento, ainda que falso;

A tecnologia do deep fake, que consegue criar imagens e áudios falsos simulando alguém real;
O artifício de comprar seguidores que são bots;

Anúncios criados e distribuídos por robôs;

Algoritmos que conseguem identificar o gosto do usuário e utiliza essas informações para distribuir conteúdo;

Pessoas, como influencers e modelos, criados por meio da inteligência artificial.

Pode-se notar que as diferentes tecnologias de IA estão impactando e reacendendo esse temor de que, em breve, todos nós seremos quase obsoletos na internet.

A influência da Inteligência Artificial

(Fonte: GettyImages/ Reprodução)Fonte: GettyImages/ Reprodução

O fato é que a ascensão gradativa da IA tem modificado muito as maneiras pelas quais encaramos o digital. E um dos aspectos que tem mudado é uma personalização cada vez maior da nossa experiência de navegação na internet. Os algoritmos, ao lado de outros elementos (como as assistentes virtuais como Siri e Alexa) têm tornado a entrega de conteúdo, outrora ampla e expansiva, cada vez mais direcionada aos nossos gostos e tendências pré-estabelecidos.

Dito de outro modo, a internet tem se tornado menos plural, e a automatização destes processos, pela intermediação da inteligência artificial, faz com que essa tendência só tenda a aumentar. E é claro que isso pode ser potencialmente negativo. Basta lembrar que as ferramentas de IA nada mais são que tecnologias treinadas a partir da inteligência humana - e que, por isso mesmo, tendem a reproduzir os mesmos preconceitos e problemas presentes nas pessoas que as programaram.

Por fim, é importante lembrar que o aumento de robôs suscita medos legítimos nas pessoas - como, por exemplo, o de que ocorra o encerramento de muitos empregos e funções. Um temor circulante (e que, vale lembrar, tem fundamento na realidade) é que a IA, que foi criada justamente pelos humanos, pode levar no futuro ao desemprego generalizado.

Por esses vários aspectos, a Teoria da internet morta aparece para relembrar e dar corpo aos temores que todos temos e vivenciamos frente ao mundo digital - que, em vários aspectos, é assustador.

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