terça-feira, 14 de fevereiro de 2023

As boas mães erram todos os dias


Por Elisangela Siqueira
-10 jan 2018



A mãe que nunca errou pelo menos uma vez por dia que atire a primeira pedra.

A função mais difícil de desempenhar no mundo é a maternidade, se fomos educados com muitas recessões, tentamos cuidar que nossos filhos tenham poucas e se crescemos com muita liberdade, queremos que nossos filhos, tenham mais limites.

A liberdade em excesso, assim como limites, são desastrosos, ou seja, os extremos são problemáticos e são considerados como negligência.

Como é difícil encontrar o meio termo, o caminho do meio, o que funcionará com o meu filho e comigo, talvez não funcione com o seu filho e para você.

É andar numa corda bamba diariamente, há situações que podemos parar e pensar como agir, outras precisam de intervenções rapidamente. Haja equilíbrio!

A mãe que no final do dia, pensa: ” Hoje eu errei com meu(s) filho(s), podia ter feito diferente”, está mais sensata do que aquela mãe que não se questiona e acha que fez tudo certo.

Afinal, nós, mães somos seres humanos e nos atrapalhamos com nossa criação e o quê queremos passar para nossos filhos, dessa forma está em vantagem a mãe que percebe que errou numa determinada situação e partir dessa reflexão, poderá agir diferente.

Sou a favor das mães que erram e desejo que todas as mães possam perceber que erraram e partir disso se modificar e corrigir a falha, afinal se está fácil educar um filho, há algo de muito errado.

Sejamos a favor das mães que erram todos os dias!

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2023

Dono de ônibus que transportou golpistas é ligado a Carla Zambelli e filiado ao Republicanos

Bolsonarista, Maurício Nogueira disputou o cargo de deputado estadual em 2022 pelo Republicanos, porém não foi eleito

Mauricio e Zambelli Reprodução/Facebook

O dono de um dos ônibus que levou manifestantes golpistas para os atos do dia 8 de janeiro em Brasília é um empresário bolsonarista ligado à deputada federal Carla Zambelli (PL-SP). Natural de Franca, São Paulo, Maurício Nogueira concorreu ao cargo de deputado estadual no estado pelo Republicanos nas últimas eleições.


Durante a campanha, ele publicou em suas redes sociais imagens de eventos em conjunto com Zambelli, além de santinhos ao lado da deputada bolsonarista. Ele recebeu R$ 45.335 do fundo partidário do Republicanos para concorrer a uma vaga na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), mas teve apenas pouco mais de cinco mil votos.

O empresário é dono da Nogueira Turismo, proprietária de um dos veículos que são alvos da ação de busca e apreensão do ministro Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. Em sua declaração de bens entregue ao TSE em 2022, Nogueira omitiu ser dono da empresa. Além disso, ele não detalhou os gastos de sua campanha com os recursos do fundo partidário.



Nogueira exibe ainda em suas redes sociais fotos com o ex-presidente Jair Bolsonaro e o ex-ministro astronauta Marcos Pontes, eleito senador em São Paulo. Porém, a maioria das imagens é com Zambelli, deputada que é alvo de investigação no STF por apoiar atos antidemocráticos.

“Lealdade acima de tudo. Estamos Juntos nessa, Carla Zambelli", escreveu Maurício Nogueira numa publicação.

O GLOBO entrou em contato com Nogueira para questioná-lo sobre o transporte de golpistas, porém ele afirmou que estava em trânsito e não poderia responder. Após desligar a ligação ele não retornou mais aos pedidos da reportagem.


Segundo publicou a "Agência Publica", Nogueira é fundador do grupo do Conservadores da Alta Mogiana. No ano passado, ele foi um dos organizadores de um evento com figuras do bolsonarismo como Eduardo Bolsonaro (PL-SP), o atual governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), o atual secretário de Segurança Pública de São Paulo, Capitão Derrite, a médica Nise Yamaguchi e o deputado federal eleito Gustavo Gayer (PL-GO).

Mauricio em foto ao lado de Bolsonaro — Foto: Reprodução

No último domingo Alexandre de Moraes determinou a apreensão e bloqueio de todos os ônibus identificados pela Polícia Federal "que trouxeram os terroristas para o Distrito Federal".

"Os proprietários deverão ser identificados e ouvidos em 48 (quarenta e oito) horas, apresentando a relação e identificação de todos os passageiros, dos contratantes do transporte”, diz a decisão do ministro.

Outros casos

Além de Nogueira, outros donos de veículos que transportaram golpistas para Brasília possuem vínculos com golpistas. Um deles é o empresário Izaul Moraes de Souza, que tem contratos de mais de R$ 43 mil com o governo Jair Bolsonaro (PL). Em suas redes sociais, Ele faz ainda postagens se dizendo bolsonarista e com ataques ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Souza também recebeu oito parcelas do Auxílio Emergencial, totalizando R$ 3,9 mil, além de dez parcelas do Auxílio Brasil, totalizando R$1.900, segundo o Portal da Transparência. O GLOBO tentou contato com o empresário, mas não obteve retorno.

Outro exemplo é o vereador do município de Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, Adriano Bressan, do PTB, que também é dono de uma das empresas de transporte que levaram pessoas ao ato que terminou com a invasão e a depredação dos prédios dos Três Poderes. Cabo eleitoral de Bolsonaro durante a campanha presidencial, Bressan nega que tenha participado ou apoiado os atos, e afirma apenas ter prestado serviços a pessoas que não conhece.

O Globo

ALEXANDRE DE MORAES
CARLA ZAMBELLI
STF

O caso Von Richthofen, o Rodoanel, Serra e Alckmin

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008


O jornal Brasil de Fato, levanta um assunto indigesto para os tucanos e que a imprensa demo-tucana tenta abafar: a origem da fortuna de Manfred Von Richthofen, assassinado pela filha Suzane Von Richthofen, junto com os irmãos Cravinhos.

O assassinato e a disputa pela herança, acabou por revelar contas na Suíça, abrir investigações sobre um amplo esquema de corrupção no DERSA (órgão responsável pelo Rodoanel paulista), e com forte suspeita de que parte desse dinheiro tenha financiado uma versão 2002 de caixa-2 tucano.

Aprofundar as investigações pode desvendar elo de ligação com governos e campanhas tucanas

"... O que a grande mídia e os tucanos escondem – mas que acaba sempre vazando – o que se comenta por toda parte, e com claros e fortes indícios de ser verdade, é que o cerco e a proteção que envolvem a senhorita Suzane desde o primeiro momento resultam de uma forte ação de personagens ligados ao Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB). Na verdade, essa proteção a senhorita Suzane, visaria esconder o real móvel do crime, que se entrelaça com o modo tucano de fazer política, com a probidade tucana."

Indícios levam a suspeita de desvios de dinheiro no Rodoanel para servir ao caixa-2 tucano em 2002 para campanhas de Serra à presidente e Alckmin à governador.

"De acordo com diversos comentaristas e fontes, o engenheiro Manfred Von Richthofen, pai da senhorita Suzane, e na época do crime diretor da empresa pública estadual (SP) DERSA – Desenvolvimento Rodoviário S.A., era um dos reponsáveis pelo caixa 2 das campanhas pela reeleição do então governador de São Paulo, o tucano Geraldo Alckmin, e pela eleição do senhor José Serra – também tucano – que disputava com o petista Luiz Inácio Lula da Silva a Presidência da República naquele ano (2002).

Parte do dinheiro que engrossava o milionário caixa 2 tucano teria origem em falcatruas e desvios de verbas destinadas à construção do Rodoanel Mário Covas. Segundo apurou o Ministério Público, o senhor Manfred tinha um patrimônio de R$ 2 milhões, muito superior ao que poderia ter acumulado, considerando que seu salário no DERSA era de R$ 11 mil. Além disso, o senhor Von Richthofen enviava dinheiro para uma conta na Suíça que o Ministério Público “desconfia” estar em nome do senhor Von Richthofen e de sua filha, senhorita Suzane. Ou seja, o móvel do crime perpetrado pela filha contra os pais seria exatamente o dinheiro do caixa 2 tucano que estaria depositado nessa conta."

Em Alta

Dubai respeita. O Brasil distorce.

Enquanto Dubai dá nome ao que importa, o Brasil brinca de desconstruir o óbvio. by Deise Brandão O príncipe herdeiro Sheikh Hamdan bin Moha...

Mais Lidas