segunda-feira, 21 de março de 2022

A droga da elite mundial é usada e produzida no Brasil (1a. Parte)

A substância química adrenochrome voltou ao palco das polêmicas, especialmente fora do país.

PorRedação
3 de outubro de 2020





ADRENOCHROME: O QUE É ESSA DROGA UTILIZADA PELA ELITE?


A substância química adrenochrome voltou ao palco das polêmicas, especialmente fora do país.
Isso porque ela foi recentemente vinculada com a Covid-19.O problema é que já existem um conjunto de teorias de pesquisadores, envolvendo mistério e principalmente práticas ocultistas em torno da adrenochrome, ou ‘adrenocromo‘.
A primeira menção à substância consta como sendo do escritor inglês Aldous Huxley, em 1954, em sua obra chamada “The Doors of Perception”. Nesta obra, brevemente, é afirmado que o adrenochrome possui funções psicodélicas e se limita a dizer que ele é obtido através de uma produção ‘espontânea do corpo humano’, sendo uma decomposição da adrenalina.
Afinal o adrenochome existe? A resposta é sim.

Ele é um composto formado pela oxidação da adrenalina. Em tese, ele é disponibilizado para compra on-line apenas por pesquisadores, onde a maior parte das fabricantes informa que sua origem se dá de forma sintética e seu principal uso seria a inibição de neurotransmissores e a síntese de prostaglandinas (gorduras na coagulação do sangue).
Uso do adrenochome como droga

Há uma menção que se aproxima da associação do uso da substância como uma droga.

Ela foi feita em 1973, no livro Legal Highs, Adam Gottlieb informou que o adrenocromo é ‘fisicamente estimulante’ e que promove uma sensação de ‘bem-estar com ‘ligeira redução dos processos de pensamento’, sem mencionar se já fez uso da mesma para afirmar tais sensações.
Assunto praticamente proibido que mostra o sub mundo pouco conhecido.

O composto tornou-se um objeto de fascínio, no entanto, entre os defensores do COVID-19 e adeptos do QAnon, a teoria de que um agente governamental bem informado chamado “Q” vaza informações ultrassecretas sobre uma cabala global de democratas e Pedófilos de Hollywood por meio de mensagens enigmáticas e grandiosas conhecidas como “Q-drops”.

O domínio do quase-culto cresceu consideravelmente nos últimos anos, graças em parte ao incentivo tácito de Donald Trump. Uma promotora do QAnon chamada Marjorie Taylor Greene ganhou 57 por cento dos votos nas primárias republicanas para o 14º distrito congressional da Geórgia, quase garantindo sua vitória em novembro.

“Há uma oportunidade única na vida de tirar essa conspiração global de pedófilos adoradores de Satanás, e acho que temos o presidente para fazer isso”, disse Greene uma vez em um vídeo de 2017. Trump aplaudiu a vitória primária de Greene.

Como é obtido a droga é o que mais choca e impede que muitos aceitem o fato como real.
Crianças ( o quanto mais nova), são compradas e torturadas ao extremo, desta forma o corpo produz adrenalina em alta quantidade e pouco antes da morte, o sangue é retirado e processado.
Os meios utilizados são inaceitáveis para a maioria da população, mas a droga é altamente viciante, e cada vez mais os usuário, necessitam de vidas dos pequenos para satisfazerem suas necessidades.

Em um caso na Califórnia no processo esta escrito:


” CRIANÇAS REMOVIDAS DE UMA CASA ESQUÁLIDA NA CALIFÓRNIA DESCREVERAM ATOS DE ABUSO INTENCIONAL QUE RESULTARAM EM FERIMENTOS PERFURANTES, QUEIMADURAS, HEMATOMAS E FERIMENTOS CONSISTENTES COM TIRO DE ARMA DE CHUMBO, DISSERAM AS AUTORIDADES NA SEGUNDA-FEIRA. SHARON HENRY, PROCURADORA-CHEFE DO DISTRITO DE SOLANO COUNTY, DISSE QUE FICOU “HORRORIZADA” COM AS DECLARAÇÕES DAS CRIANÇAS. ELA DISSE EM UMA ENTREVISTA COLETIVA QUE “A TORTURA OCORREU NESTA CASA” E FOI REALIZADA “PARA FINS SÁDICOS”. ELA SE RECUSOU A ENTRAR EM DETALHES. “ISSO LITERALMENTE QUEBRA SEU CORAÇÃO, E VOCÊ FICA INDIGNADO COM A FORMA COMO UM PAI OU QUALQUER OUTRA PESSOA PODE COMETER ESSES ATOS”, HENRY DISSE DEPOIS. JONATHAN ALLEN, 28, O PAI DAS CRIANÇAS, SE DECLAROU INOCENTE DE SETE ACUSAÇÕES DE TORTURA E NOVE DE ABUSO INFANTIL. ELE ESTÁ SOB FIANÇA DE $ 5,2 MILHÕES.”
.

Os efeitos da Droga:

Pessoas com certa idade passam a ter a vitalidade de quando tinham 20 anos, e mesmo a aparecida com o consecutivo uso, rejuvenesce.
Já se deixam de usar os efeitos são contrários, o que os tornam dependentes e dispostos a pagar muito alto pela droga.
De onde vem estas crianças:

No Brasil a pouco tempo tivemos noticias de que um religioso de Abadiania, disponibilisava, uma fazenda onde mulheres raptadas ou vendidas, eram mantidas como escravas, para que dessem a luz a uma crinaça por ano. E estas crinaças eram vendidas.
Neste mesmo local, crianças eram colocadas a disposição de juizes, politicos e artistas do mundo todo.



Porque não se fala sobre isso:

Juízes da suprema corte se disseram impedidos de julgar o caso, pois tinham ligação estreita com o tal JOÃO, grande apresentadores conhecidos mundialmente e artistas nacionais, também eram frequentadores do local.
Difícil a imprensa atirar contra ela mesma.

Apenas no Brasil desaparecem oficialmente 50 mil crianças por ano, e nestes números não tem como se calcular crianças nascidas e não registradas por familias abaixo da linha de pobres, que não teriam como cuidar da crinaça, e as vendem por alguns trocados.
arquivo

Estamos aqui concentrando no Brasil, mas o assunto é muito amplo no mundo todo, inclusive com caso de destaque mundial que envolvem ex presidentes dos estados unidos, ex primeira dama e grande figuras da TV e cinema.

Na Netflix existe um documentário que apresenta o caso até de certa forma honesta, mas muito superficial, pois a população não esta preparada para o assunto.

domingo, 20 de março de 2022

Para cumprir promessa a Biden, Bolsonaro teria que demitir Ricardo Salles

 


O presidente Jair Bolsonaro e o ministro Ricardo Salles (Meio Ambiente)Imagem: Adriano Machado/Reuters

Leonardo Sakamoto

15/04/2021 09h03


Jair Bolsonaro prometeu a Joe Biden acabar com o desmatamento ilegal no Brasil até 2030. Mais do que isso, afirmou que o país pode avançar na redução da emissão de carbono a fim de mitigar mudanças climáticas. Mais ainda: disse que topa trabalhar com ONGs e com povos indígenas nesse sentido.

Para nós, que conhecemos Bolsonaro, essas promessas são conversa para boi dormir.

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, pediu 1 bilhão de dólares aos Estados Unidos para reduzir o desmatamento neste ano. O mesmo ministro que acaba de ser acionado no Supremo Tribunal Federal pela Polícia Federal no Amazonas por dificultar a ação da fiscalização ambiental de forma criminosa.

Essas promessas mostram que nosso governo de extrema direita finalmente entendeu como funcionam compromissos ambientais internacionais: você não precisa defender tombar floresta, bradando pelo direito de desmatar, e virando um pária global. Basta contar mentiras de que vai fazer e tirar o corpo fora, como muitos países.

Desculpem o cinismo, mas essa é a razão pela qual o termostato do planeta está na posição "Gratinar os Idiotas Lentamente" e não deve mudar tão cedo.

Para cumprir as promessas, Bolsonaro teria que dar um cavalo de pau na política de terra arrasada que vem adotando desde que sentou a bunda no Palácio do Planalto. Ou seja, deixar de corroer, enfraquecer e deslegitimar as ações de fiscalização ambiental.

Dar, portanto, as costas para os grupos que ajudaram em sua eleição e o apoiam até hoje, como pecuaristas, madeireiros e garimpeiros que atuam de forma ilegal, além da turma da grilagem de terras - que circula bem em Brasília, aliás.

E isso não vai acontecer.

Esses pontos estão em uma carta enviada por JB a JB antes de cúpula com chefes de Estado sobre mudanças climáticas, como relatou Ricardo Della Coletta, na Folha de S.Paulo. "Queremos reafirmar, nesse ato, em inequívoco apoio aos esforços empreendidos por V. Excelência, o nosso compromisso de eliminar o desmatamento ilegal no Brasil até 2030", disse Bolsonaro. A cartinha foi discutida com o chanceler Carlos França, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina e o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles.

Ironicamente, a cúpula está marcada para o dia 22 de abril, quando comemoraremos o aniversário de um ano da "boiada" de Salles.

Naquela data, o ministro acabou por prestar um enorme serviço ao seu país por conta de sua agora antológica participação na não menos antológica reunião ministerial de 22 de abril, quando constatamos as bizarras entranhas do governo.

Ele sugeriu a Jair Bolsonaro aproveitar que a imprensa está preocupada com o combate ao coronavírus para enfraquecer uma série de regras, como as de proteção ambiental e de preservação do patrimônio histórico.

"Nós temos a possibilidade, nesse momento em que a atenção da imprensa tá voltada quase que exclusivamente pro covid (...), de ir passando a boiada e mudando o regramento", afirmou Salles, como pode ser visto no vídeo divulgado, no dia 22 de maio, após decisão do ministro Celso de Mello, do STF. Em outras palavras, aproveitar que o país está preocupado com uma pandemia assassina e passar o trator.

Salles prestou dois favores com suas declarações que vieram a público: tirou a estratégia do governo das sombras e a levou para o centro da pauta nacional e mostrou que ela é real e não "paranoia de ongueiro" - como parte do agronegócio, das mineradoras e dos militares gosta de afirmar.

Tudo o que ele disse não é novidade para organizações e movimentos de defesa dos direitos ambientais, sociais, trabalhistas, culturais, indígenas que estão diuturnamente alertando a sociedade de que o governo Jair Bolsonaro tem se aproveitado do foco da sociedade e da imprensa na tragédia para tentar reduzir o que ele considera entraves ao crescimento. Que, na realidade, são proteções à qualidade de vida no país.

E que o governo mente, mente descaradamente, mente até doer. E, depois, mente mais um pouco, sem corar a bochecha.

Se Joe Biden acreditar nas palavras de Bolsonaro, não será sinal de burrice, mas que seu pragmatismo geopolítico e comercial é tão grande que ele topa ajudar a rifar o futuro das próximas gerações e engolir uma cascata dessa em troca de um 5G.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL


Localização e extensão das TIs



O Brasil tem uma extensão territorial de 851.196.500 hectares, ou seja, 8.511.965 km2. As terras indígenas (TIs) somam 726 áreas, ocupando uma extensão total de 117.377.553 hectares (1.173.776 km2). Assim, 13.8% das terras do país são reservados aos povos indígenas.

A maior parte das TIs concentra-se na Amazônia Legal: são 424 áreas, 115.344.445 hectares, representando 23% do território amazônico e 98.25% da extensão de todas as TIs do país. O restante, 1.75% , espalha-se pelas regiões Nordeste, Sudeste, Sul e estados de Mato Grosso do Sul e Goiás.



Essa situação de flagrante contraste pode ser explicada pelo fato de a colonização do Brasil ter sido iniciada pelo litoral, o que levou a embates diretos contra as populações indígenas que aí viviam, causando enorme depopulação e desocupação das terras, que hoje estão em mãos da propriedade privada. Aos índios restaram terras diminutas, conquistadas a duras penas. Por exemplo, em São Paulo, a terra Guarani Aldeia Jaraguá tem apenas dois hectares de extensão, o que impossibilita que vivam da terra.

Há vozes dissonantes em relação ao tamanho das TIs na Amazônia, alegando que haveria "muita terra para poucos índios". Esses críticos se esquecem de que os índios têm que tirar todo seu sustento da terra. Muitas vezes, as TIs têm grandes partes não agricultáveis, e sofrem ou sofreram diversos tipos de impactos

Terras Indígenas por Estado na Amazônia Legal* (em 22/10/ 2014)UFárea da UFTerra indígena% sobre a UF

Acre 16.491.871 2.459.834 14,92%
Amapá 14.781.700 1.191.343 8,06%
Amazonas 158.478.203 45.232.159 28,54%
Maranhão** 26.468.894 2.285.329 8,63%
Mato Grosso 90.677.065 15.022.842 16,57%
Pará 125.328.651 28.687.362 22,89%
Rondônia 23.855.693 5.022.789 21,05%
Roraima 22.445.068 10.370.676 46,20%
Tocantins 27.842.280 2.597.580 9,33%
Total 506.369.425 112.869.914 22,29%


* áreas calculadas pelo SIG/ISA, utilizando os limites das TIs lançados sobre a base 1:250.000 e os limites de Estado do IBGE/Sivam na escala 1:250.000

Situação Juridica TIs no Brasil Beba na fonte

Referências externas

De Olho nas Terras Indígenas no Brasil - mapas, dados, notícias e mais
''Terras ocupadas? Territórios? Territorialidades?'', por Dominique Tilkin Gallois, antropóloga, docente do Departamento de Antropologia Social da FFLCH-USP e coordenadora do NHII-USP (Núcleo de História Indígena e do Indigenismo)

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