terça-feira, 20 de abril de 2021

A empulhação da pandemia: O hospital de campanha do Anhembi está vazio



6 de junho de 2020

Cinco deputados do grupo PDO (Parlamentares em Defesa do Orçamento) foram impedidos de fiscalizar o Hospital de Campanha do Anhembi em São Paulo na tarde de quinta-feira, 04/06. Segundo o deputado coronel Telhada (PP), os seguranças que trabalham no local tentaram impedir os deputados que compareceram no Hospital de verificar irregularidades do governador João Doria (PSDB).


Os deputados Adriana Borgo (Pros, de Campinas), Marcio Nakashima (PDT), Leticia Aguiar (PSL), Coronel Telhada (PP) e Sargento Neri (Avante) forçaram a entrada nas instalações hospitalares do Anhembi, e divulgaram vídeos em suas redes sociais. Os deputados encontraram leitos vazios, sem respiradores e criticou as medidas de isolamento social impostas no Estado. Por que os deputados foram impedidos de fiscalizar os gastos milionários de João Doria? E Por que o hospital de campanha está vazio enquanto pessoas morrem?



Outros governadores e prefeitos defensores do cárcere privado da população para “salvar vidas”, também foram denunciados por desviar os recursos sem licitação do “Combate ao Covid”. Como disse o escritor e filósofo Albert Camus: “O Bem-Estar do povo, sempre foi o álibi dos tiranos. Conheça a “nova imagem” do marketeiro que finge governar São Paulo:


E a gestão “super eficiente” de Doria e outros governadores no “combate ao Covid”.




O deputado estadual Filippe Poubel, foi verificar um hospital de campanha construído pelo governador Wilson Witzel, onde estão sendo gastos R$ 60 milhões de reais, e descobriu que o hospital não passa de um amontoado de lona imprestável. Tudo indica que a fortuna utilizada foi desviada. A tirania de Witzel começa a fazer sentido. Parece ser mera encenação com fins inconfessáveis.

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, desprezou dois pareceres jurídicos contrários à aceitação da empresa acusada de superfaturar contratos de construção de hospitais de campanha. Gente com “mal feitos” no currículo, velhos conhecidos do governo de Sérgio Cabral.





O jornalista brasileiro Cláudio Lessa desvenda o que chama de “empulhação da pandemia do vírus chinês”. Enumera todas as contradições da Organização Mundial de Saúde (OMS), segundo ele, dirigida por um “comunista capachildo da China” e questiona:

“Quantas mortes, falências e custo astronômicos, que a hidroxicloroquina teria evitado se não fosse a canalhice irresponsável e assassina desse Tedros Adhanon e da China?” Na questão da pandemia no Brasil, o jornalista resume como “politicagem safada dos governadores ladrões”, que, segundo ele, ficou evidente nos números. O vídeo foi censurado no Youtube do Google.

Braga Netto: ‘Brasil precisa estar unido contra qualquer tipo de iniciativa de desestabilização institucional que altere o equilíbrio entre os podere

Gazeta Brasil

20 de abril de 2021

Foto: divulgação

Nesta terça-feira (20), o ministro da Defesa, Walter Braga Netto, afirmou que o Brasil “precisa estar unido contra qualquer iniciativa de desestabilização institucional” e que “é preciso respeitar” o “projeto escolhido pela maioria dos brasileiros” para governar o país.

“O momento requer um maior esforço de união nacional, com foco no combate à pandemia e no apoio à vacinação. Hoje, o país precisa estar unido contra qualquer tipo de iniciativa de desestabilização institucional, que altere o equilíbrio entre os poderes e prejudique a prosperidade do Brasil”, disse o ministro.

A fala do general ocorreu durante solenidade de transmissão do comando do Exército, em Brasília. O general Edson Pujol passou o posto para Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira.

“Enganam-se aqueles que acreditam estarmos sobre um terreno fértil para iniciativas que possam colocar em risco a liberdade conquistada por nossa nação. É preciso respeitar o rito democrático e o projeto escolhido pela maioria dos brasileiros para conduzir os destinos do país. A sociedade, atenta a essas ações, tenha a certeza que suas forças armadas estão prontas a servir aos interesses nacionais”, continuou o general.

“Neste período de intensa comoção e incertezas, que colocam à prova a maturidade e a independência das instituições democráticas brasileiras, o Exército, a Marinha e Força Aérea mantêm o foco em suas missões constitucionais, permanecendo sempre atentas à conjuntura nacional”, concluiu o ministro”, finalizou.


Não é CPI, nem pizza. É outra coisa... by Percival Puggina


Fotomontagem reprodução: Omar Aziz, Renan Calheiros e Randolfe Rodrigues

Ao longo de minha vida acompanhei o trabalho de inúmeras CPIs. Onde havia cobertura jornalística, havia teatro, gritaria, disputa por protagonismo e holofotes. Os exemplos de trabalho produtivo são raros. Estes, que me lembre, não tinham objetivos que afetassem os hormônios da política. Atinham-se a questões de interesse do setor privado.
Haverá, agora, uma CPI de grande motivação política e, supostamente ao menos, de impacto eleitoral. Haverá mais jornalistas do que senadores. Ela é, na prática, uma criação da mídia militante. Há mais de ano essa mídia atribui ao governo cada morte de brasileiro acometido pela covid-19. Em sua estreita perspectiva, o grande vilão é o governo federal. Não é o vírus e não são as comorbidades. É o governo. Seu alvo é o presidente.

Trata-se de um sarcasmo fúnebre, sem paralelo, até agora, nas democracias ocidentais. Contudo, é uma acusação insistente e continuada, obediente às regras do nazista Goebbels, o repetitivo propagandaminister, colhendo os resultados previstos. Mesmo países com mais óbitos devidos à covid-19 por milhão de habitantes reproduzem em seus noticiários essa imagem danosa do nosso país. Todos estão mal, mas o Brasil é o problema...

As dificuldades para lidar com o vírus são globais. Cientistas continuam aprendendo sobre ele e suas mutações. Em toda parte, os surtos da pandemia se sucedem após rápidos recuos. Há países que já estão se havendo com a quarta onda. Tratamentos precoces, isolamentos (ou lockdowns) são adotados por uns e desaconselhados por outros. Idem em relação a certas vacinas que, depois de aplicadas, ora têm as bulas alteradas para apontar novas contraindicações, ora são aceitas ali e rejeitadas acolá. Só não falta vacina nos quatro países que as fabricam em grandes laboratórios. O Brasil é o quinto que mais vacina. A demanda por insumos é mundial e há escassez.

Apesar de tudo e de tanto, genocídio, mesmo, só no vocabulário ardiloso de demagogos brasileiros de tribuna, teclado e microfone. Muitos deles, aliás, defensores de formas de governo e de governantes efetivamente genocidas, que já fizeram mais de cem milhões de vítimas ao longo da história.

É assim que nasce uma CPI e se instala uma crise. Não por que houvesse necessidade dela para resolver problemas concretos, mas por ser considerado politicamente indispensável criá-la. “Por quê?”, perguntará o leitor. Porque após um ano sendo repetida ao modo nazista, sem produzir o efeito desejado, é preciso autenticar essa narrativa que põe a culpa no governo federal. Afinal, não foi essa, também, a finalidade da Comissão da Verdade? Não foi criada entre os perdedores para carimbar sua versão política dos acontecimentos?

Como haverá mais jornalistas do que senadores a cada sessão da comissão, vai ter holofote para todo mundo. Veremos teatro e pastelão, como atos preparatórios do ambicionado golpe. Punto e basta.

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