sábado, 22 de outubro de 2016

Um guia de 1950 dá 18 dicas para mulheres serem “boas esposas”. Em outras palavras: um guia de INSULTOS do começo ao fim. ______Sorte minha e dos maridos, que só casei nas décadas de 70 e 80

Por Lincoln Costa

A melhor qualidade do passado é nos mostrar como mudamos, que rumos tomamos e se essas coisas foram boas ou não.

Se tomarmos a história do mundo, como exemplo, pense em quanta coisa mudou. Costumes, tradições, e até preconceitos que vão sendo mudados e superados.

Vejamos, já parou para pensar em como as mulheres eram vistas na década de 50?

O que os maridos esperavam delas?

Bem, cada vez mais a visão sobre as mulheres tem mudado, e uma prova disso é o que vamos te mostrar agora.

Em maio de 1955, a revista Housekeeping Monthly publicou um artigo chamado “o guia da boa esposa”, que ditava o que a mulher deveria fazer para ser boa com seu marido e filhos.

Pode ser até difícil de acreditar nessas “regras” hoje em dia, mas ainda assim é interessante olhar para o passado e ver como nossa mentalidade continua a mudar.

E se você ficou curioso para saber sobre essas “conselhos”, só continuar a ler.

1. 

Tenha o jantar sempre pronto. Planeje com antecedência. Esta é uma maneira de deixá-lo saber que se importa com ele e com sua necessidades.

2. A maioria dos homens estão com fome quando chegam em casa, e esperam por uma boa refeição (especialmente se for seu prato favorito), faz parte da recepção calorosa.


3. Separe 15 minutos para descansar, assim você estará revigorada quando ele chegar. Retoque a maquiagem, ponha uma fita no cabelo e pareça animada.

4. Seja amável e interessante para ele. Seu dia foi chato e pode precisar que o anime e é uma das suas funções fazer isso.


5. Coloque tudo em ordem. Dê uma volta pela parte principal da casa antes do seu marido chegar. Junte os livros escolares, brinquedos, papel, e em seguida, passe um pano sobre as mesas.

6. 

Durante os meses mais frios você deve preparar e acender uma fogueira para ele relaxar. Seu marido vai sentir que chegou a um lugar de descanso e refúgio. Afinal, providenciando seu conforto, você terá satisfação pessoal.



7. Dedique alguns minutos para lavar as mãos e os rostos das crianças (se eles forem pequenos), pentear os cabelos e, se necessário, trocar de roupa. As crianças são pequenos tesouros e ele gostaria de vê-los assim.

8. Minimize os ruídos. Quando ele chegar desligue a máquina de lavar, secadora ou vácuo. Incentive as crianças a ficarem quietas.

9. Seja feliz em vê-lo. O receba com um sorriso caloroso, mostre sinceridade e desejo em agradá-lo. Ouça-o.



10. Você pode ter uma dúzia de coisas a dizer para ele, mas sua chegada não é o momento. Deixe-o falar primeiro, lembre-se, os temas de conversa dele são mais importantes que os seus.

11. Nunca reclame se ele chegar tarde, sair pra jantar ou outros locais de entretenimento sem você. Em vez disso, tente compreender o seu mundo de tensão e pressão dele, e a necessidade de estar em casa e relaxar.


12. Seu objetivo: certificar-se de que sua casa é um lugar de paz, ordem e tranquilidade, onde seu marido pode se renovar em corpo e espírito.

13. Não o cumprimente com queixas e problemas.

14. Não reclame se ele se atrasar para o jantar ou passar a noite fora. Veja isso como pequeno em comparação ao que ele pode ter passado durante o dia.




15. Deixe-o confortável. Faça com que ele se incline para trás numa cadeira agradável ou deitar-se no quarto. Dê uma bebida fria ou quente pronta para ele.

16. Arrume o travesseiro e se ofereça para tirar os sapatos dele. Fale em voz baixa, suave e agradável.


17. Não faça-lhe perguntas sobre suas ações ou que questionem sua integridade. Lembre-se, ele é o dono da casa e, como tal, irá sempre exercer sua vontade com imparcialidade e veracidade. Você não tem o direito de questioná-lo.


18. 
Uma boa esposa sabe o seu lugar.

É incrível ver como isso mudou e como as mulheres estão cada vez mais mudando esse “padrão”, sendo o que ela quer ser, estão ganhando espaço.

Mas e você? O que achou desse “guia”? Conte para nós nos comentários :)

Fonte: littlethings.com.

The seven sin



1 - A Gula


Gula é o desejo insaciável, além do necessário, em geral por comida, bebida.

Segundo tal visão, esse pecado também está relacionado ao egoísmo humano: querer ter sempre mais e mais, não se contentando com o que já tem, uma forma de cobiça. Ela seria controlada pelo uso da virtude da temperança. Do latim gula

2 - A Avareza


É o apego excessivo e descontrolado pelos bens materiais e pelo dinheiro, priorizando-os e deixando Deus em segundo plano. É considerado o pecado mais tolo por se firmar em possibilidades.

Na concepção cristã, a avareza é considerada um dos sete pecados capitais, pois o avarento prefere os bens materiais ao convívio com Deus. Neste sentido, o pecado da avareza conduz à idolatria, que significa tratar algo, que não é Deus, como se fosse deus.

3 - A Luxúria


A luxúria (do latim luxuriae) é o desejo passional e egoísta por todo o prazer sensual e material. Também pode ser entendido em seu sentido original: “deixar-se dominar pelas paixões”.

Consiste no apego aos prazeres carnais, corrupção de costumes; sexualidade extrema, lascívia e sensualidade. Do latim luxuria

4 - A Ira


A Ira é o intenso e descontrolado sentimento de raiva, ódio, rancor que pode ou não gerar sentimento de vingança. É um sentimento mental que conflita o agente causador da ira e o irado.

A ira torna a pessoa furiosa e descontrolada com o desejo de destruir aquilo que provocou sua ira, que é algo que provoca a pessoa. A ira não atenta apenas contra os outros, mas pode voltar-se contra aquele que deixa o ódio plantar sementes em seu coração. Seguindo esta linha de raciocínio, o castigo e a execução do causador pertencem a Deus. Do latim ira

5 - A Inveja
A inveja é considerada pecado porque uma pessoa invejosa ignora suas próprias bênçãos e prioriza o status de outra pessoa no lugar do próprio crescimento espiritual.

É o desejo exagerado por posses, status, habilidades e tudo que outra pessoa tem e consegue. O invejoso ignora tudo o que é e possui para cobiçar o que é do próximo.

A inveja é freqüentemente confundida com o pecado capital da Avareza, um desejo por riqueza material, a qual pode ou não pertencer a outros. A inveja na forma de ciúme é proibida nos Dez Mandamentos da Bíblia. Do latim invidia, que quer dizer olhar com malícia.

6 - A Preguiça


A Igreja Católica apresenta a preguiça como um dos sete pecados capitais, caracterizado pela pessoa que vive em estado de falta de capricho, de esmero, de empenho, em negligência, desleixo, morosidade, lentidão e moleza, de causa orgânica ou psíquica, que a leva à inatividade acentuada. Aversão ao trabalho, frequentemente associada ao ócio, vadiagem. Do latim prigritia

7 - A Orgulho ou Vaidade

Conhecida como soberba, é associada à orgulho excessivo, arrogância e vaidade.

Em paralelo, segundo o filósofo Santo Tomás de Aquino, a soberba era um pecado tão grandioso que era fora de série, devendo ser tratado em separado do resto e merecendo uma atenção especial. Aquino tratava em separado a questão da vaidade, como sendo também um pecado, mas a Igreja Católica decidiu unir a vaidade à soberba, acreditando que neles havia um mesmo componente de vanglória, devendo ser então estudados e tratados conjuntamente. Do latim superbia, vanitas

domingo, 16 de outubro de 2016

A PEC 241 explicada didaticamente





Crise! O Brasil está em crise. O visível da crise é o desemprego. Mas, o que mais significa “crise”, além do visível? Ou seja, no que consiste a crise?
Trata-se antes de tudo de crise fiscal. Nosso governo gasta mais que arrecada. Cria-se aí a chamada dívida pública. Como a dívida está grande, os que emprestam dinheiro – os bancos – tomam dois tipos de decisão: por temer um calote, uns param de emprestar, causando estagnação do setor público, outros emprestam com juros mais altos, criando aí o aumento da dívida de modo exponencial.
Bem, mas como criamos essa situação? Há a necessidade de lembrar aqui o que ocorreu nos governos Lula e Dilma.
Desde o governo Lula e mais acentuadamente no governo Dilma, os gastos do governo foram se ampliando e o PIB não conseguiu crescer o necessário para compensar. O que se fez para contornar essa situação? O aumento de impostos. No começo, esses aumentos foram suportáveis, mas de uns tempos mais recentes para cá, eles cresceram a ponto de tornarem as atividades produtivas não mais vantajosas. O governo notou isso e diminuiu impostos relativamente, mas continuou gastando demais. Ampliou o desequilíbrio da balança financeira. O terrível disso é que esse aumento de gastos não foi para o que deveria ir, ou seja, os programas sociais, os setores da saúde e da educação e para a infra-estrutura. Caso fosse assim, as coisas não seriam tão ruins, ao menos se se pensar em alguma situação no médio prazo, pois tal medida ampliaria a capacidade produtiva do país. O que ocorreu foi que uma parcela nada pequena do gasto foi injetada no BNDS, e este passou a financiar empresas escolhidas a dedo, e com juros subsidiados.
O resultado dessa situação, que é o que temos agora com o investimento tendo fugido, e que vai continuar ainda por algum tempo, é uma renda menor para cada pessoa no Brasil e, portanto, uma ainda maior queda na arrecadação. Ou seja, isso é a crise. Pode piorar? Sim, e muito. Pois no limite pode ocorrer o necessário calote, com quebradeira de bancos e, então, perda generalizada de dinheiro por muitos e a parada mesmo, de tudo, no país. Claro que algo assim desencadearia uma revolta social e política enorme, e um descaminho completo da democracia e, num horizonte ainda pior, a chance de termos milhares de pessoas nas ruas em estado deplorável. Ambiente de Guerra. Ninguém sadio quer algo assim para o Brasil.
A saída do governo para tal coisa, ao invés da PEC 241, que limita gastos, seria apostar na emissão de dinheiro. No entanto, como já no passado pegamos esse caminho e geramos uma espiral inflacionária terrível. Ou seja: se se emite dinheiro as pessoas ficam momentaneamente com mais dinheiro na mão, querem consumir mais, e com isso jogam os preços para cima. Não cabe agora, após anos de lição aprendida, cometer o mesmo erro. Então, de fato, a PEC 241 é o remédio. Um remédio que, tomado agora, não é tão amargo como alguns menos avisados estão dizendo.
A proposta da PEC 241 é, em essência, bem simples. Trata-se de segurar os gastos do governo. Por qual critério? Este: o que se gasta em um ano, tirando o pagamento dos juros da dívida, não pode ultrapassar a inflação do ano anterior. Assim, o que o governo deverá pagar não deve crescer para além do que ele poderá pagar. Uma tal regra está prevista, na PEC 241, por duas décadas, mas já com um elemento otimista adrede embutido: uma revisão entre a primeira a  segunda década. Há a confiança de que as próprias medidas já mostrarão aos investidores a seriedade do governo e, então, um aumento de credibilidade, necessário para que a economia receba de novo quem queira produzir e financiar produção.
Isso vai prejudicar educação e saúde? Não! E nesse ponto os que estão contra a PEC 241 ou calculam errado ou agem de má intenção. Pois é o montante que está restrito, não o que se vai gastar com saúde ou educação. A PEC 241 permite que se possa deixar de gastar num lugar para se gastar noutro. Fará sentido dessa maneira se falar em “prioridade para educação e saúde”, como todo mundo diz, e não cumpre. Governar finalmente será, então, eleger prioridades, ser responsável e promover transparência. Nesse regime de contenção, ficará mais difícil setores corporativos (empresariais ou políticos) buscarem recursos na surdina. O país todo estará mais vigilante. Quando há um bolo determinado para se dividir pela mãe, todos os filhos ficam atentos sobre para onde vai cada pedaço.
Poderíamos ter feito isso antes, mas não fizemos. Temos de fazer agora. Está-se fazendo. Vai ser feito, pois “o bom senso é a coisa mais bem distribuída entre os homens”, ao menos quando a água gelada bate no traseiro.
Paulo Ghiraldelli Jr., 59, filósofo. São Paulo 

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