quarta-feira, 24 de agosto de 2016

5 bilhetes poderosos para escrever e mudar sua vida

Lembre-se de agradecer, pedir desculpas, dar parabéns, oferecer ajuda e até de fazer elogios



Escreva os bilhetes à mão para que eles possam ser guardados (Foto: Photopin)


Ligações são ótimas, mas quando você quer falar algo importante, escrever um bilhete, especialmente à mão, pode ser ainda mais impactante.
Bilhetes são inesperados, eles são guardados e lidos infinitas vezes. Lembrar-se de ligações não é a tarefa mais fácil. Enquanto isso, recados escritos – quando são verdadeiros, mostram sentimentos, agradecem ou elogiam – podem durar uma eternidade.
O site da Inc elenca os cinco tipos de recados que você deve escrever ainda hoje:
1. Agradecer alguém que acreditou em você

Algumas pessoas contam histórias incríveis de como acreditavam em si mesmas, mas a maioria delas não esquece da confiança de colegas, parentes ou outros profissionais nelas. Em algum ponto, alguém viu algo em você que mais ninguém havia visto. Diga a enorme diferença da pessoa em sua vida no bilhete.

2. Peça desculpas
Todos cometem erros. Todos já se arrependeram de algo. Todos já faliram na hora de interferir em alguma situação, assumir alguma responsabilidade ou ajudar alguém. Talvez você sinta ter superado essa experiência. Talvez você sinta que a pessoa tenha se esquecido também, ou talvez você esteja apenas sonhando. Desculpas não pedidas são como um elefante no ambiente, elas voltam à tona em certos momentos. Peça desculpas, mas não faça adendos como: “desculpa, mas é que eu estava muito bravo com você”. Não transfira a culpa e esclareça o porquê da iniciativa. Nada mais, nada menos.

3. Dê parabéns
Não é necessário conhecer a pessoa. Se você gostou de um livro, entre em contato com o autor. Se um empreendedor local conquistou um novo cliente, deixe-o saber. Tenha cuidado para não fazer pedidos após o cumprimento. Bônus se você explicar o impacto que a pessoa teve para você ou como ela serviu de motivação. Você está comunicando que eles fazem diferença e isso fará você e a pessoa feliz.
4.  Ofereça ajuda
Muitas pessoas hesitam ao pedir ajuda. Elas acreditam que admitir esta necessidade é como expor fraquezas e vulnerabilidades. Mas todos, sem exceção, precisam de ajuda. Então, a ofereça. Não pergunte apenas se você pode ajudar com algo, seja específico. Descubra como ajudar e colabore com algo. Faça a proposta para as pessoas certas, principalmente para as que estão com dificuldades, e isso será uma forma de canalizar energia, entusiasmo e talento.
5. Faça elogios inesperados

Todos os dias as pessoas ao seu redor fazem coisas boas. A maioria delas não trabalha com ou para você. De fato, elas não costumam nem ser relacionadas a você pessoal ou profissionalmente. Elogie algo que seja inesperado nelas. Escreva um bilhete para um médico que persistiu em momentos ruins. Mande um recado para um professor capaz de abrir horizontes. Elogios inesperados impactam e duram mais.

byrevistapegn

terça-feira, 23 de agosto de 2016

‘O cemitério está cheio desses heróis’, diz Gilmar Mendes sobre procuradores da Lava Jato

Ministro do Supremo Tribunal Federal reage a vazamento de informações sobre delação de empreiteiro que atinge seu colega da Corte, Dias Toffoli, e alerta que 'quando há concentração de poderes cometem-se abusos'

Fausto Macedo e Julia Affonso



O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, disse nesta terça-feira, 23, que ‘é preciso colocar freios’ na atuação dos procuradores da República. Ele não citou nomes, mas se referiu diretamente a procuradores da Operação Lava Jato.

A fala do ministro é a mais contundente manifestação já disparada por um membro da Corte máxima contra os procuradores.

Gilmar Mendes se revela indignado com o que classifica de vazamento de informações sobre a delação do empreiteiro Léo Pinheiro, da OAS.

O executivo, segundo a revista Veja, revelou detalhes de uma obra na residência do ministro do STF Dias Toffoli, ex-advogado do PT e amigo de Gilmar Mendes. A obra teria sido realizada pela OAS, alvo da Lava Jato por cartel e corrupção na Petrobrás.

Para Gilmar, o vazamento seria um ‘acerto de contas’ de procuradores porque Toffoli os teria contrariado ao mandar soltar o ex-ministro Paulo Bernardo (Planejamento) e ‘fatiado’ a investigação sobre a senadora Gleisi Hoffman (PT/PR) na Lava Jato.

“O fatiamento por ele (Toffoli) decretado e esse habeas corpus no caso do Paulo Bernardo (ex-ministro preso em julho na Operação Custo Brasil, mas solto por ordem de Toffoli), isso animou os procuradores a colocar artigo no jornal e coisas do tipo”, diz Gilmar.

“Como eles (procuradores) estão com o sentimento de onipotentes decidiram fazer um acerto de contas.”

“Decidiram vazar a delação (de Léo Pinheiro, da OAS), mas tem que se colocar um limite nisso.”

“Quando você tem uma concentração de poderes você tende a isso, a que um dado segmento, que detém esse poder, cometa abusos”, afirma o ministro do Supremo.

“Não há nenhuma censura imputável ao ministro Toffoli, mas tudo indica que ele está na mira dos investigadores. Em razão, provavelmente, de decisões que (Toffoli) tem tomado e os têm desagradado.”

“Se é isso, temos que prestar muita atenção. Há o risco de se tornar algo policialesco”, declarou Gilmar.

“No contexto de incensamento da Lava Jato e seus operadores já há coisas muito, vamos dizer assim, exageradas”, avalia o ministro.

Por exemplo, isso (a Lava Jato) os animou a apresentar essas propostas de combate à corrupção (projeto 10 Medidas, em curso no Congresso). Ninguém é a favor da corrupção. Mas, vejamos, a proposta de que prova ilícita, obtida de boa fé, deve ser validada, a priori, tem que ser muito criticada e se negar trânsito. Imagine, agora, um sujeito que é torturado, ah, mas foi de boa fé.”


Gilmar Mendes citou o caso do delegado Protógenes Queiroz, da Operação Satiagraha – deflagrada em 2008 -, que foi expulso da Polícia Federal por violação de sigilo funcional.


“Isso lembra o nosso delegado herói, que fazia interceptação telefônica sob o argumento de que agia com bons propósitos. Ora, espera aí. A autoridade se distingue do criminoso porque não comete crime, senão é criminoso também! Aí vira o Estado de Direito da barbárie.”


“Estado de Direito tem que ser Estado de Direito. Não se combate crime com a prática de crime. É preciso moderação, que os procuradores calcem as sandálias da humildade.”


“Eu vi outro dia na TV uma procuradora da República falando que o Congresso tem que aprovar o projeto (10 Medidas) porque teve o apoio popular (mais de dois milhões de assinaturas). Ora, de onde tiraram essa autoridade, essa legitimidade? Como assim, o Congresso tem que aprovar o pacote todo!. Depois será um desastre em termos de aplicações.”

O ministro disse que ‘o recado está dado’.

“Isso não vai prosseguir assim, a gente tem instrumentos para se colocar freios. É preciso colocar freios nisso, nesse tipo de conduta. No caso específico do ministro Toffoli, provavelmente entrou na mira dos investigadores por uma ou outra decisão que os desagradou.”

“Isso já ocorreu antes no Brasil. O cemitério está cheio desses heróis.

Mesmo no elenco dos procuradores. Ninguém pode esquecer de Guilherme Schelb, Luiz Francisco e tantos mais (procuradores da República que foram acusados de abusos). Estamos preocupados, mas está dado o recado.”

“Se houver exagero alguém tem que puxar. O tribunal (STF) tem mecanismos para fazer valer a lei. ”

Gilmar Mendes considera que ‘há uma falta de coordenação’.

“Vejamos a própria estrutura da Procuradoria. Ela não dispõe de uma estrutura de coordenação. Isso leva às vezes a esses exageros.”

“Por outro lado, estão muito avançados nas investigações. Eles dispõem de informações e têm a mídia como numa situação de dependência. A mídia está hoje em relação aos investigadores como um viciado em droga em relação ao fornecimento da substância entorpecente.”

“Isso precisa ser colocado nos seus devidos termos. Vazamento tem em todo lugar. No caso do ministro Toffoli, a responsabilidade é clara da Procuradoria como um todo.”
“A concentração de poderes é um risco. Depois não querem a Lei do Abuso de Autoridade. É muito curioso.”

 Nota minha: Curioso, é ver um Ministro, da CORTE MAXIMA DE JUSTIÇA DE UM PAIS, este um comportamento ameaçador e portanto inadequado. basicamente comportamento de um delinquente. Inclassificavel sua conduta Ministro Gilmar. V.Exa. merece ser execrado da função. by Deise

domingo, 21 de agosto de 2016

No que se baseia afinal. DIREITA x ESQUERDA na politica.


O que é Direita:

Direita é uma palavra que pode representar um posicionamento político, partidário e ideológico. De acordo com um conceito primário das Ciências Políticas, a direita é marcada pelo conservadorismo social e do governo, defendendo os direitos individuais e os poderes sociais, colocando valores religiosos e tradicionais como essenciais para a construção de uma sociedade moralmente decente.
Para compreender melhor a origem do conceito de "direita" para a política, é necessário observar o cenário da Revolução Francesa (processo revolucionário fundamentado em conceitos da filosofia iluminista), no final do século XVIII. O termo "direita" referia-se ao grupo de parlamentares que se sentava ao lado direito do presidente da Assembleia Nacional Constituinte, enquanto elaboravam as leis que iriam reger a república, em substituição ao regime monárquico. 
Esses políticos defendiam ideais e leis mais conservadoras e tradicionalistas, em confronto aos políticos que sentavam à esquerda, que defendiam propostas políticas mais radicais, que buscavam mudanças na sociedade. 
A partir desta configuração, as ideias passam a ser associadas aos termos "direita" ou "esquerda", para definir a preferência política de cada um: conservador ou revolucionário.  
No século XIX, a classe dominante foi marcada pela burguesia, enquanto que a classe operária tentava definir alternativas para criar projetos que favorecessem toda a sociedade de forma igualitária. Conceitos como o Socialismo, Anarquismo e o Comunismo surgiram e passaram a ser classificados como parte das ideias "esquerdistas", enquanto que os ideais da burguesia, como o Liberalismo, que tinha como objetivo preservar as relações e privilégios mantidos pelos mais ricos, e outros regimes totalitários, como o Fascismo e o Nazismo, passaram a ser associados à "direita". 
Em inglês, a palavra "direita" é traduzida para right e "esquerda" éleft. No entanto, quando a palavra é usada no âmbito da política, um partido de direita é descrito como right-wing (ala direita) e os de esquerda como left-wing (ala esquerda).

Direita no Brasil

Atualmente, no Brasil não existem partidos políticos que se intitulam como sendo "de direita", em seu sentido clássico. Porém, podemos encontrar alguns traços de grupos conservadores que apoiam ideais típicos de partidos de direita. 
Muitos cientistas políticos acreditam que o conceito maniqueísta de "direita" e "esquerda" está defasado, pois existem muitas variantes entre os posicionamentos políticos atuais, que mesclam ideologias tipicamente "esquerdistas" com atitudes e interesses que beneficiariam os "de direita". 

O que é Esquerda:

Esquerda é o termo utilizado para denominar um posicionamento político, partidário e ideológico que tem como principal objetivo defender os interesses de grupos sociais, disseminando o igualitarismo e as ideias progressistas.
Atualmente, os grupos de esquerda são conhecidos por apoiarem sistemas de reformas sociais - como o socialismo -  onde o Estado teria uma influência maior sobre a sociedade.
A ideologia esquerdista defende, principalmente, às classes sociais menos favorecidas e mais carentes financeiramente, ou seja, àquelas que necessitam exclusivamente dos serviços públicos.
A origem do termo “esquerda”, como um posicionamento político-ideológico, surgiu durante as Assembleias Constituintes francesas do século XVIII.
Nestas sessões, havia a clara separação entre os grupos burgueses e conservadores - que sentavam do lado direito na Assembleia, pois não gostavam da participação dos grupos mais populares - enquanto que as pessoas que pertenciam as classes mais humildes, e que eram adeptas do revolucionismo, ficavam do lado esquerdo da sala.
A partir deste cenário, o “esquerdo” passou a simbolizar o ideal de luta pelos direitos populares e pelos trabalhadores; e a “direita” virou sinônimo de conservadorismo e elitismo.
Atualmente, a definição de um posicionamento político tornou-se mais complexa do que a antiga dualidade entre “esquerda e direita”, surgindo assim inúmeras variações desses conceitos, de acordo com os conjuntos de pensamentos políticos de cada grupo.
No cenário atual, o espectro político pode variar desde a “extrema-esquerda” ou “ultraesquerda”, passando pela “esquerda”, “centro-esquerda”, “centro”, “centro-direita”, “direita” e “extrema-direita”. Essa classificação é conhecida como “régua ideológica”.
A “ultraesquerda” é considerada o palco para os “esquerdopatas”, indivíduos considerados fanáticos pela ideologia esquerditas e que, em alguns casos, chegam a ultrapassar alguns limites em respeito aos seus ideais políticos.
Existem ainda outros grupos políticos específicos dentro da ideologia esquerdista, como a “esquerda liberal”, que une princípios do Liberalismo e do movimento de Esquerda.
by Deise
Fonte: significados.com.br

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