terça-feira, 20 de outubro de 2015

18 livros grátis que você precisa ler antes de morrer



Confira uma lista com os livros clássicosque não podem ficar de fora das suasleituras
mesmo que você tenha um estilo muito pessoal. Clássicos como Machado de Assis e 
Franz Kafka estão no ranking.

Você tem um tipo preferido de leitura? Romances? Mistério? Ficção? Auto-ajuda? 
Seja lá qual for o seu tipo de leitura, você não pode deixar de lado os grandes clássicos 
da literatura.

Mas é claro que esses clássicos não incluem somente os grandes autores brasileiros.
Entre eles você até vai encontrar grandes nomes da literatura nacional, como Machado de Assis e Euclides da Cunha, mas nós não deixamos de fora os grandes autores da 
literatura espanhola, como Miguel de Cervantes, e inglesa, como Shakespeare
Jane Austen.

Confira a seguir uma lista com os principais títulos que você
precisa ler antes de morrer:
E aí, você concorda com a lista acima? Tem outras sugestões de livros para
 ler antes de morrer? Compartilhe sua opinião no campo de comentários e
 nos ajude a incrementar essa lista!

Fonte indicada: 

domingo, 18 de outubro de 2015

Efeito Bumerangue: a verdade sobre você que esqueceram de contar

Qual o maior incômodo que você tem na sua vida? 
Qual a reclamação mais frequente?
















Pois bem, independente da resposta que você der para essas perguntas, esteja certo, elas estão diretamente relacionadas ao efeito bumerangue. Ou, como alguns conhecem, “o que se planta, se colhe”, “ação e reação”, “tudo que vai, volta”, etc. Eu, sinceramente, prefiro o termo “efeito bumerangue”, porque traduz mais claramente a variedade de situações que podem ocorrer, a diversidade de trajetórias que cada bumerangue pode fazer.

Imagine-se em um campo aberto ou até na praia. Você com um bumerangue na mão. Pode ser um bumerangue grande ou pequeno, colorido ou não, de plástico ou de madeira, não importa. Dependendo de sua postura corporal, de seu ímpeto no arremesso e das condições do clima, o bumerangue realizará um trajeto e retornará a você. Agora, imagine-se no seu cotidiano. Milhares de bumerangues imaginários sendo lançados por você. Sua postura de vida, seu humor, seu ânimo, seus pensamentos, seus comentários, seus julgamentos, suas escolhas, onde você investe sua energia vital, a quem você direciona sua energia vital….em cada um desses aspectos, e em tantos outros, você está lançando bumerangues e irá recebê-los de volta em algum momento.

Alguns bumerangues retornarão imediatamente. Por exemplo, se você for grosseiro ou mal humorado com alguém, quase certo que essa pessoa irá reclamar ou fazer cara feia imediatamente. Outra possibilidade é que mais tarde, em alguma outra ocasião, reclame a você ou reclame de você.

Mas, e quando o feedback de nossas ações e escolhas somente vem muito mais adiante, no tão longínquo e desconhecido futuro?! A maioria das vezes, a maioria das pessoas, nem lembra que está vivenciando uma situação em decorrência do bumerangue que lançou. A partir daí vêm os lamentos, as queixas, as vitimizações e muito sofrimento.

A bem da verdade, não somos ensinados a assumir responsabilidade por nossas escolhas. Colocamos, constantemente, a culpa pelo que nos acontece nas circunstâncias da vida, no destino, na vontade divina e, principalmente, nos outros. Portanto, “nada podemos fazer”. Somos vítimas da crueldade, injustiça e desgraças da vida.

Ledo engano, não somente temos sempre algo a fazer como somos totalmente responsáveis por nossas vidas, por nossas escolhas e pelos bumerangues que lançamos aos outros, ao mundo. Somos responsáveis pelo caminho que construímos e pelas pessoas que atraímos ao nosso entorno. Somos responsáveis pela forma em que encaramos os acontecimentos da vida e pelos sentimentos que optamos ecoar no cotidiano.

Criar a consciência de que você está no comando de sua vida é difícil, eu sei. Parece muito errado falar “sim, eu sou responsável por estar irritado com meu chefe” ao invés de falar “meu chefe é um desgraçado, grosseiro, abusado”. Enxergar que seus atos, seus sentimentos e seus pensamentos geram suas vivências é igualmente difícil, eu sei. Para algumas pessoas é até assustador. Imagina, se você realmente for responsável pelas suas experiências, tudo o que você já sofreu até hoje, foi, no fundo, no fundo, por sua responsabilidade. Sim, por sua responsabilidade. (mas, não por sua culpa).

O lado bom de tudo isso? Assumir a responsabilidade lhe dará liberdade. Quando você é o responsável, você tem total autonomia para encontrar soluções, realizar mudanças e ser dono de seu próprio bem-estar presente e futuro. Você pode optar por deixar de lado, seguir adiante. Você pode optar por enfrentar o problema ou ignorá-lo. Você sairá da posição de vítima e se tornará protagonista da solução. E, vamos combinar, ser protagonista é MUITO melhor. Você já sentiu essa sensação de poder? Que não importa o que lhe aconteça você dará conta? É muito bom. Uma sensação imensa de bem-estar.

Concordo que puxar a responsabilidade para si demanda bastante maturidade emocional, eu mesma tenho dificuldade em alguns momentos (para não falar em vários momentos). Me pego reclamando de que não tenho tempo para mim, por exemplo. Mas, sou craque em não saber delegar tarefas de casa. Sou craque em consumir meu tempo trabalhando e me dedicando aos outros. Se eu puxar a responsabilidade da falta de tempo para mim, vou ter que aprender a lidar com todas as questões que fazem com que eu me sobrecarregue. Ui, e aí dói. É mais fácil culpar os outros, dizer que ninguém me ajuda e que tenho muito que fazer. Ao reclamar, obviamente, recebo de volta chateação e crítica dos outros, ao contrário de empatia, que é o que eu gostaria. Dá para perceber o efeito bumerangue aí gente?!

Mas, e por que dói? Por que é tão difícil assumir? Porque saímos de nossa zona de conforto. Porque temos que mexer em nossas crenças, em nossas convicções, mexer em nossos erros e fraquezas. Precisamos nos reeducar e voltar a nos situar diante de uma nova realidade. É tão difícil fazer isso que muita gente simplesmente “prefere” passar a vida se lamentando e reclamando do que tomar uma atitude para viver mais leve e feliz. Sem contar que a vítima recebe mais empatia de outras vítimas e assim o ciclo se fecha (sim, as vítimas precisam de mais vítimas para manter o status de vítimas!!!). A solução dos seus problemas está em você mesmo. Basta ter coragem para assumir o papel de protagonista.

E aí? Quais bumerangues você vai lançar hoje?

Melissa Sendic

Conti.outra

sábado, 17 de outubro de 2015

Os quatro dons das pessoas altamente sensíveis (PAS)

Por que eu vejo as coisas de forma diferente dos demais? Por que sofro mais que as outras pessoas? Por que encontro alívio na minha própria solidão? Por que sinto e vejo coisas que os outros não percebem? Quando se está em minoria, o primeiro sentimento é sentir-se em desvantagem e com medo.
Fazer parte dos 20% da população que se reconhece como altamente sensível não é uma desvantagem e nem o rotula como “diferente”. É bem possível que, ao longo da sua vida e principalmente durante a sua infância, você tenha tido consciência desta distância emocional, e muitas vezes tenha lidado com a sensação de viver em uma bolha de alienação e solidão.
A alta sensibilidade é um dom, uma ferramenta que lhe permite aprofundar e ter empatia com todas as coisas e pessoas. Poucas pessoas têm essa capacidade de aprendizagem de vida. Foi Elaine N. Aron que, no início dos anos noventa ao investigar as personalidades introvertidas, explicou em detalhes as características que refletiam uma realidade social: as pessoas altamente sensíveis são pensativas, empáticas e emocionalmente reativas.
Se este é o seu caso, se você se identificou com as características que a Dra. Aron publicou em seu livro “A pessoa altamente sensível”, é importante saber que essa sensibilidade não é uma razão para se sentir estranho ou diferente. Pelo contrário, você deve se sentir feliz por ter recebido esses quatro dons.
Os dons das pessoas altamente sensíveis

1- O dom do conhecimento interior

Desde a infância, a criança altamente sensível perceberá aspectos do seu dia a dia que lhe trarão uma mistura se sentimentos: angústia, contradição e muita curiosidade. Seus olhos captarão aspectos que os adultos nem percebem.
Aquele olhar de frustração de seus professores, a expressão preocupada da sua mãe… Ser capaz de perceber as coisas que outras crianças não veem lhes ensinará desde cedo que, às vezes, a vida é difícil e contraditória. É uma criança precoce que percebe o mundo sem a maturidade suficiente para entender as emoções.
O conhecimento das emoções é uma arma poderosa. Nos faz entender melhor as pessoas, mas também nos torna mais vulneráveis à dor e ao comportamento dos demais.
A sensibilidade é uma luz resplandecente, mas sempre ouviremos comentários do tipo: “você leva tudo muito a sério”, ou então “você é muito sensível.”
Você é o que é. Um presente exige grande responsabilidade, o seu conhecimento sobre as emoções exige cuidados e proteção.
2- O dom de desfrutar da solidão
As PAS encontram prazer em seus momentos de solidão. São pessoas criativas que gostam de música, leitura, hobbies…. Isso não significa que não gostem da companhia dos outros, mas sim que também se sentem felizes sozinhas.
Elas não têm medo da solidão. É nesses momentos que conseguem se conectar com eles mesmos, com os seus pensamentos, livres de apegos e olhares curiosos.

3- O dom de viver com o coração

As pessoas altamente sensíveis vivem através do coração. Vivem intensamente o amor, a amizade e sentem muito prazer com os pequenos gestos do cotidiano.
Elas são frequentemente associadas ao sofrimento pela sua tendência a desenvolver depressão, tristeza e vulnerabilidade frente ao comportamento das pessoas. No entanto, vivem o amor com muita intensidade.
Não estamos falando somente dos relacionamentos afetivos, mas da amizade, dos carinhos do dia a dia, da beleza de uma pintura, de uma paisagem ou uma música especial. Tudo é vivenciado com muita intensidade pela pessoa altamente sensível.

4- O dom do crescimento interior

A alta sensibilidade não pode ser curada. A pessoa já nasce com essa característica e esse dom se manifesta desde criança. Suas perguntas, sua intuição, o seu desconforto com luzes ou cheiros fortes e a sua vulnerabilidade emocional já demonstram a sua sensibilidade exagerada.
Não é fácil viver com esse dom. No entanto, se você reconhecer que é altamente sensível, deve aprender a administrar essa sensibilidade. Não deixe que as emoções negativas o desestabilizem e o façam sofrer.
Perceba que os outros têm um ritmo diferente do seu. Muitas vezes eles não vivem as emoções tão intensamente quanto você. Isso não significa que o amem menos; é somente uma forma diferente de vivenciar as emoções. Tente entendê-los e respeitá-los.
Conheça a si mesmo e as suas habilidades; encontre o seu equilíbrio e promova o seu crescimento pessoal. Você é único e vive a partir do coração. Fique em paz, viva em segurança e seja muito feliz.
Fonte indicada: A mente é maravilhosa

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