segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Feriados podem custar R$ 45,5 bilhões à indústria em 2014

No ano, oito dos 12 feriados nacionais vão cair em dias da semana


Em 2014, oito dos 12 feriados nacionais vão cair em dias da semana criando os chamados pontos facultativos, esperados pela população, mas que se tornam um gargalo para as fábricas do país. Estudo da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) mostra que a paralisação da atividade econômica em virtude dos feridos será maior esse ano porque 30 dos 44 feriados estaduais cairão em dias úteis, seis a mais do que no ano passado. De acordo com o levantamento, o país vai deixar de produzir 3,6% do seu Produto Interno Bruto (PIB) industrial, sendo que o custo dos feriados chega a R$ 45,5 bilhões.

Os cálculos levam em conta as perdas de acordo com o PIB industrial por dia útil não trabalhado. Em Minas Gerais, o montante deve alcançar R$ 4,5 bilhões, isto porque vai haver pausa no estado e o prejuízo está relacionado a oito feriados nacionais, sem contabilizar as eventuais paradas municipais durante os dias de jogos da Copa do Mundo. “Mesmo a indústria que trabalha 24 horas, sem parar nos feriados, tem custo extra para funcionar durante esses dias”, observa Jonathas Goulart, especialista em Desenvolvimento Econômico da Firjan.

A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) não tem cálculos fechados sobre as perdas causadas por feriados, mas aponta que esse ano o número de dias parados será menor que em 2013. “Indústrias de base, como siderurgia e mineração, funcionam 24 horas e não param com os feriados. Como esses setores são fortes no PIB mineiro, as perdas no estado podem não atingir patamar tão alto”, estima Lincoln Fernandes, presidente do Conselho de Política Econômica e Industrial da Fiemg. Segundo ele, a produção de bens de consumo leve e setores como a construção civil devem sofrer mais com os feriados prolongados.

Negociações

Segmentos de uso intensivo da atividade humana e sem grandes níveis de automação costumam sentir de forma mais forte o impacto dos feriados. Gilson Xavier Oliveira, vice-presidente da indústria calçadista de Minas Gerais, acredita que a perda de mão de obra em função dos feriados e da Copa do Mundo alcance 10% esse ano. Ele considera que os feriados comprometem os resultados do segmento, já que em muitas linhas de produção não há como funcionar com apenas parte da mão de obra. Michel Aburachid, presidente do Sindicato da Indústria do Vestuário de Minas Gerais (Sindivest-MG), diz que o setor tem picos sazonais de produção e os feriados são driblados com a negociação. “Usamos o banco de horas, fazendo compensações de acordo com o previsto na convenção coletiva.”

Mantega usa tática do avestruz: "Brasil não está em recessão"

PIB


Diante da constatação técnica de duas quedas trimestrais seguidas do PIB, ministro da Fazenda culpa Copa e crise externa por redução, em postura que prejudica ainda mais a confiança dos analistas na economia

"É meramente efeito estatístico pelo resultado negativo do segundo trimestre", diz Mantega
"É meramente efeito estatístico pelo resultado negativo do segundo trimestre", diz Mantega (Ueslei Marcelino/Reuters/VEJA)
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta sexta-feira que, em sua opinião, o Brasil não está em recessão. "É meramente efeito estatístico pelo resultado negativo do segundo trimestre", disse horas depois do anúncio do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de que o Produto Interno Bruto (PIB) do país caiu pelo segundo trimestre consecutivo, o que configura, sim, recessão técnica.
Mantega, de qualquer forma, parece não concordar com os economistas e dá opinião que não se sustenta diante dos dados técnicos: "Recessão é quando você tem desemprego aumentando e renda caindo. Aqui temos o contrário", analisou. Os números oficiais apontam que a economia brasileira registrou contração de 0,6% no segundo trimestre de 2014 na comparação com os três meses anteriores, nos quais houve queda de 0,2% em dados revisados. Após o anúncio,  Mantega confirmou que o Brasil não irá crescer 1,8% em 2014, conforme a última previsão do governo. Segundo ele, a sua pasta deverá fazer uma revisão para baixo dessa estimativa oficial em setembro.
O ministro abusou das desculpas para minimizar o anúncio de recessão, em um procedimento que costuma utilizar todas as vezes que surgem análises ou notícias ruins sobre a economia nacional, reforçando assim a desconfiança de investidores e analistas com os rumos do país.
Mantega declarou que a economia nacional foi afetada pela menor quantidade de dias úteis na primeira metade do ano e que espera uma recuperação moderada nos próximos meses. "No terceiro trimestre vamos ter 10% a mais de dias úteis. É como termos 10% a mais de produção e comércio", afirmou.  
Além disso, diz ele, também pesou na economia do país a política monetária do Banco Central (BC), que elevou a Selic a 11% para tentar segurar a inflação, que já é alta e ronda o teto da meta do governo, de 6,5% ao ano. Nas contas de Mantega, esse movimento causou restrição de consumo e demanda. 
Ele admite que o resultado do PIB no segundo trimestre ficou aquém das expectativas do governo, mas aproveitou para pôr a culpa mais uma vez no cenário internacional. Mantega acrescentou que acredita na melhora na economia de países como Estados Unidos e Reino Unido, o que deve ajudar nos números do Brasil.
E as desculpas não acabavam. Também citou "problemas localizados" no país, como a seca, que acabou aumentando os custos no setor energético. 
(Com Reuters) 

Ex-ministra COMPARA SUA SITUAÇÃO à de Lula los 2002

Atualizado: 30/08/2014 00:11  |  Por Isadora Peron e Valmar Hupsel Filho, estadao.com.br
Marina Silva Afirma ter Visto 'Muito intelectual' questionar capacidade do ex-metalúrgico de governar o País

A candidata do PSB à Presidencia, Marina Silva, comparou Nesta sexta-feira, 29, uma desconfiança Que VEM sofrendo de Diversos Setores da Sociedade com uma SITUAÇÃO Vivida Pelo petista Luiz Inácio Lula da Silva in 2002, when was eleito presidente da República Pela Primeira Vez.

Durante o Lançamento do Seu Programa de Governo, in São Paulo "vacinada", afirmou Marina that TEM Consciência de Que OS adversarios vao tentar desqualificar o Seu Discurso, mas Disse Estar Para enfrentar uma SITUAÇÃO. Ex-petista, Ela lembrou Que Viu Muito "intelectual" questionando a capacidade de Lula, Que era metalúrgico, when ELE FOI eleito presidente.

"Eu Estou vacinada. Eu vi Muita gente desqualificando o Lula. Mas o povo brasileiro, that elegeu hum Acadêmico, um Operário, haverá de eleger, sim, Uma professora Que Veio Lá dos seringais da Amazônia ", afirmou a candidata do PSB.

Em 2002, Lula Teve de Divulgar hum Documento, batizado de "Carta AO Povo Brasileiro", parágrafo tranquilizar OS Investidores e Atores Econômicos preocupados com o Futuro do País Caso ELE Fosse eleito. O Programa divulgado Ontem POR Marina, in that reitera como posições defendidas Econômicas POR Eduardo Campos - presidenciável do PSB Morto num Acidente aéreo no dia 13 -, Como Autonomia do Banco Central, FOI POR Analistas Comparada à Carta de Lula e Bem recebida Pelo Mercado.

Ela also aproveitou o Lançamento do Programa para rebater como Criticas Que VEM sofrendo. Negou, POR Exemplo, Ser autoritária, Como sugeriu o vice-presidente Michel Temer, (PMDB) AO Comentar um proposal fazer PSB de CRIAR UMA Democracia Mais participativa. "Localidade: Não PODE Ser Chamado de autoritário QUEM Chama a Sociedade parágrafo Fazer o Governo", Disse.

Em Seu Discurso, ressaltou Que o Brasil Passa POR UM Momento de profunda Transformação e that uma Sociedade TEM CADA Vez Mais o Desejo de contribuir no debate Político. "E UMA necessária nova aderência Entre como Instituições Políticas ea Sociedade. TEMOS Ferramentas that possibilitam a Participação de Todos. ISSO Não Tem nada a ver com autoritarismo ", afirmou. 

A candidata do PSB AINDA respondeu ÀS Criticas fazer tucano Aécio Neves e reafirmou Que pretende governar com a Ajuda do tanto de Lula Quanto de Fernando Henrique Cardoso (PSDB). "Vai Ser Mais Fácil do Que se conectar com José Sarney e Antônio Carlos Magalhães OU Ficar Refem fazer PMDB", ironizou.

A ex-ministra do Meio Ambiente criticou a Visão do Atual Governo de that existe hum "Brasil colorido", um "Mundo da fantasia", mas repetiu a Promessa de Que Ira MANTER, SEJA Caso eleita, O Que JÁ FOI Feito de bom.

Ao Comentar o Resultado do PIB (Negativo não Trimestre Segundo), a candidata do PSB afirmou that o Fato de o Brasil Estar tecnicamente los recessão "E preocupante". Ela Disse AINDA Que o Problema diretor é "um Falta de Confiança e de credibilidade" Que o Governo petista TEM Passado AOS Agentes Econômicos.

Tópicos. Marina aproveitou a Divulgação de Seu Programa para refutar Possíveis incompatibilidades com o agronegócio. When questionada SOBRE o Fato de Seu Programa de Governo APOIAR O Casamento gay, Disse Que a proposal lev los Conta o Respeito AOS "DIREITOS Civis Que estao na Constituição", e Que o Fato de Ser evangélica de: Não interferir nessa posição, POIs de sempre defendeu o Estado laico.

Coordenadora do Programa de Governo de Marina, uma socióloga Neca Setubal afirmou that o Documento de: Não se pauta Pelos "Rótulos de Direita e de Esquerda". "E Claro Que existe ISSO AINDA, mas o Mundo Hoje ESTA COM UMA Visão Muito Mais Completa, Muito Mais holística fazer that Ficar (rotulando) Sé e de Direita OU Esquerda, Sé e neoliberal de: Não OU", Disse Neca, cuja Família E Socia fazer Banco Itaú.

O also Coordenador do Programa do PSB, o ex-Deputado Maurício Rands, defendeu that ", SEM UMA Economia estabilizada, com Planejamento de Longo Prazo, e Capaz de Gerar Espaço Políticas fiscal Pará na Educação, na Saúde, na Segurança Pública, na Mobilidade , na Infraestrutura, o Brasil Localidade: Não Vai se desenvolver ".

Rands defendeu Que o Programa Vai "ao Encontro das Necessidades da População". "O Povo FOI ÀS Ruas los junho de 2013 e parece Que TEM Muita gente esqueceu Que cais Quais d'Orsay ERAM como reivindicações".

 / COLABORARAM ANA FERNANDES, CARLA ARAÚJO e WLADIMIR D'ANDRADE

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