sábado, 2 de agosto de 2014

'Torturamos pessoas' após ataques de 11 de setembro, reconhece Obama


'Torturamos pessoas' após ataques de 11 de setembro, reconhece Obama
'Torturamos pessoas' após ataques de 11 de setembro, reconhece Obama
Washington, 1 ago (EFE).- O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, reconheceu nesta sexta-feira que seu país adotou ações que considerou reprováveis após os atentados terroristas de 11 de setembro de 2001, entre elas a de torturar alguns detidos.
'Torturamos pessoas', afirmou Obama na sala de imprensa da Casa Branca ao comentar a polêmica sobre um relatório do Senado no qual é investigado o uso de controversos processos de interrogatório a suspeitos de terrorismo, incluindo asfixia simulada, entre 2001 e 2009 por parte da CIA.
'Cruzamos a linha, fizemos coisas que vão contra nossos valores', acrescentou o líder, que disse, no entanto, que é preciso entender essas ações no contexto dos atentados sofridos pelos Estados Unidos.
Por isso, o presidente americano opinou que não se deve ser 'ingênuo de maneira retrospectiva sobre o trabalho' dos agentes dos serviços de inteligência nesses difíceis momentos, após a queda das Torres Gêmeas em Nova York, o atentado contra o Pentágono em Washington e o avião derrubado na Pensilvânia.
'Estavam trabalhando sob uma enorme pressão e são patriotas de verdade', declarou Obama perante os jornalistas em um discurso que não estava previsto em sua agenda presidencial.
Além disso, destacou que 'isto tem que ser entendido e aceito e, como país, devemos nos responsabilizar por isso para que não voltemos a fazer no futuro'.
Não é a primeira vez que Obama reconhece que os serviços de inteligência torturaram detidos, mas nunca o fez de forma tão clara.
A polêmica sobre o relatório da Comissão de Inteligência do Senado voltou a ressurgir esta semana depois que o diretor atual da CIA, John Brennan, pediu desculpas aos congressistas ao admitir que funcionários da agência tinham espionado computadores pertencentes a funcionários do citado comitê durante a investigação.

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O que acontece na internet quando o Facebook sai do ar

RAFAEL CISCATI

01/08/2014 

Pânico bob esponja (Foto: Reprodução)
Foi o pior dos tempos. No início da tarde desta sexta-feira (1) o  Facebook saiu do ar por alguns minutos. Em vários países, a rede social ficou inacessível ou instável. Quem tentasse acessar o próprio perfil encontrava um mero pedido de desculpas. Como se bastasse. A rede social ainda não explicou o que houve. Apenas disse que está ciente do problema e trabalha para resolvê-lo.  Por aqui, a página voltou ao ar, mas ainda demora a carregar. O Instagram também ficou alguns minutos inacessível. Um calvário! Pelas redes sociais que restaram, quem estava atento espalhou o pânico.
Primeiro, rolou uma certa descrença

Não creio (Foto: Reprodução)

Rolou uma descrença (Foto: Reprodução)

 



Daí, veio o pânico. A galera hiperventilou
 
Pânico total (Foto: Reprodução)

 



Mas sempre há como contornar a situação. Perguntamos aos nossos leitores como eles estavam se resolvendo.

Teve gente que aproveitou para botar a casa em ordem

Arrumo a casa (Foto: Reprodução)

Limpando (Foto: Reprodução)









Teve gente que preferiu aproveitar o dia de sol ao ar livre
Vida ao ar livre (Foto: Reprodução)

 

E aqueles que preferiram recorrer a soluções mais modernas
Uma volta ao passado (Foto: Reprodução)

 
Apelar para solução mais moderna (Foto: Reprodução)

 






 




Teve gente que aproveitou para pôr a leitura em dia

Vamos ler (Foto: Reprodução)

 
Se atualizando (Foto: Reprodução)

 



Teve quem se conformou e perdeu a fé
Tem jeito não, tá tudo errado (Foto: Reprodução)

 

Teve gente que tirou disso uma lição
Lição de moral (Foto: Reprodução)

 
concordo tbm (Foto: Reprodução)

 








E gente que resolveu colocar a boca no trombone

Boca no trombone (Foto: Reprodução)

 
Mas, sossegue, que tudo já voltou ao normal. Ou quase

6 formas para fazer seu cliente se apaixonar por sua marca

Criar uma imagem forte, bem cuidada, e produzir conteúdo de qualidade são alguns dos passos para cativar seus consumidores

Por Rafael Farias Teixeira 

Amor; Paixão (Foto: Thinkstock)
Como em um relacionamento de verdade, uma paixão entre empresa e cliente depende muito mais do que apenas o primeiro encontro. Hoje em dia, não basta que alguém conheça sua marca. Ela precisa ser forte e encontrar uma forma de estar presente no dia a dia dos consumidores.

Por trás da construção dessa paixão, há um forte trabalho de branding, que se apoia muito na intimidade, velocidade e amplitude das mídias sociais. A empresa australiana de design de marcas One Deep Design criou um infográfico que mostra alguns dados sobre a importância de um trabalho como esse.

Reunindo esse monte de números, a empresa listou seis formas para fazer seus clientes se apaixonarem pela sua marca. Depois da lista, você encontra o gráfico original, em inglês, com as fontes de todos os dados.

1. Ofereça um atendimento de primeira
Não adianta ser medíocre: sua empresa precisa tratar seu cliente da melhor forma possível. Para 73% dos consumidores, o atendimento amigável determina o amor por uma marca. E não pense que os custos serão um problema: 55% dos consumidores estão dispostos a pagar mais por uma experiência de consumo melhor. O mais importante é lembrar que 89% deles pararam de fazer negócios com empresas que os trataram mal.

2. Dê um tapa no visual
Sim, os consumidores julgam as marcas pela capa – ou melhor, por seus sites. Este é o primeiro critério para definir a credibilidade de uma empresa para 46% das pessoas. Além disso, 90% das compras são feitas baseadas em fatores visuais.
 
3. Crie conteúdo de sustância
Conteúdo de qualidade é o terceiro principal motivo para pessoas seguirem empresas nas mídias sociais. As publicações e a proximidade de cada marca com seus clientes por meio dessas ferramentas também ajuda na hora de determinar uma compra: 67% dos usuários do Twitter, por exemplo, estão mais inclinados a comprar de marcas que eles seguem.

4. Abuse das emoções
Criar uma marca forte pode envolver vários passos virtuais. Isso não significa que ela precisa ser distante ou impessoal. Explore as emoções em cada estratégia para se conectar de forma mais humana com seus clientes. As emoções são a base para 75% das experiências de consumo.

5. Fique de olho no seu histórico e surpreenda
Três de cada quatro consumidores gastam mais com marcas com as quais tiveram experiências positivas anteriores. Fique de olho para não escorregar e mantenha um histórico do que a empresa já realizou de positivo. E sempre que tudo parecer rotineiro, surpreenda seus clientes fieis com algo novo.

6. Escute – mesmo – seus clientes
Não adianta ter diversos canais de comunicação com seus consumidores e não usar as opiniões deles para melhorar sua empresa de alguma forma. Aproveite aquelas que são interessantes e divulgue as críticas construtivas – positivas ou negativas. Adicionar depoimentos de clientes no site de uma empresa pode aumentar as vendas em até 250%.
Infográfico da One Deep Design (Foto: Divulgação)

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