terça-feira, 1 de julho de 2014

Psiquiatras reconhecem propensão às selfies como transtorno mental


junho 30, 2014by Ton Müller


A propensão para as selfies foi reconhecida oficialmente como um transtorno mental. Essa foi a conclusão dos cientistas da Associação Americana de Psiquiatria (APA).


Foto planshet info.ru

Na opinião dos psiquiatras, as selfies são definidas como um distúrbio obsessivo-compulsivo caracterizado por um desejo permanente de se fotografar a si mesmo, colocando as fotos nas redes sociais, para compensar a falta de autoestima.
Os cientistas definem três níveis desse transtorno:

Primeiro nível – episódico: a pessoa fotografa a si mesma pelo menos três vezes por dia, mas sem colocar as fotos em redes sociais.
Segundo nível – agudo: a pessoa fotografa a si mesma pelo menos três vezes por dia e coloca as selfies em redes sociais.
Terceiro nível – crônico: a pessoa sente um desejo incontrolável de se fotografar ao longo do dia e colocar as fotos na Internet pelo menos seis vezes por dia. 

Fonte

“Esses ataques têm consequências de mais longo prazo para as centenas de milhares de pessoas que estão sem acesso a serviços médicos”, diz coordenador-geral de MSF


MSF lança relatório sobre violência contra instalações médicas no Sudão do Sul
© Anna Surinyach/MSF 
1 de julho de 2014 - A violência nos hospitais e a destruição das instalações médicas estão impedindo a oferta de serviços de saúde a muitas das mais vulneráveis pessoas no Sudão do Sul, declarou, hoje, a organização humanitária internacional Médicos Sem Fronteiras (MSF) no relatório Conflito no Sudão do Sul: violência contra cuidados de saúde  (South Sudan Conflict: Violence Against Healthcare, em inglês).

Desde que confrontos armados eclodiram no Sudão do Sul, em dezembro, ao menos 58 pessoas foram mortas em complexos hospitalares, e hospitais foram saqueados ou incendiados ao menos em seis ocasiões, de acordo com MSF. Esses dados não são abrangentes e refletem apenas o conhecimento da organização em regiões onde conduz atividades ou avaliações médicas.

“Por vezes, pudemos observar níveis terríveis de violência em meio ao conflito, tendo as instalações de saúde sido, inclusive, alvo”, afirma Raphael Gorgeu, coordenador-geral de MSF. “Pacientes foram baleados em seus leitos e instalações médicas essenciais foram incendiadas e efetivamente destruídas. Esses ataques têm consequências de mais longo prazo para as centenas de milhares de pessoas que estão sem acesso a serviços médicos.”

O objetivo do relatório é encorajar o diálogo e sensibilizar para o impacto da crise no que diz respeito à provisão de cuidados médicos, além de estimular uma mudança positiva acerca da garantia de acesso a cuidados de saúde por parte da população do Sudão do Sul.

Hospitais foram saqueados nas cidades de Bor, Malakal, Bentiu, Nasir e Leer, frequentemente durante os períodos de confrontos intensos. Os prejuízos vão além dos próprios atos de violência na medida em que pessoas vulneráveis têm o acesso a cuidados de saúde cortado quando precisam dele desesperadamente. 

Por exemplo, o hospital de MSF em Leer, no sul do estado de Unity, foi destruído juntamente com a maior parte da cidade entre o final de janeiro e o início de fevereiro. Era a única instalação que oferecia cuidados de saúde secundária, incluindo cirurgia e tratamento para HIV e tuberculose, em uma área onde vivem aproximadamente 270 mil pessoas. Prédios inteiros foram reduzidos a cinzas e equipamentos necessários para cirurgia, o armazém das vacinas, as transfusões de sangue e o trabalho em laboratório foram destruídos.

Em maio, MSF retomou algumas das atividades, na medida em que as pessoas começaram a retornar a Leer. Membros da equipe trataram mais de 1.600 crianças desnutridas somente nas primeiras três semanas. No entanto, a organização está impossibilitada de oferecer os mesmos serviços, como as campanhas de vacinação de rotina e as cirurgias de emergência.

“Infelizmente, por causa desta crise, perdemos contato com muitos de nossos pacientes, alguns dos quais podem ter morrido se não tiverem conseguido continuar seus tratamentos”, conta o Dr. Muhammed Shoaib, coordenador médico de MSF. “Agora, voltamos a tratar alguns pacientes, mas podemos oferecer apenas uma fração dos serviços que oferecíamos anteriormente. Não há alternativa para cirurgia em todo o sul do estado de Unity, por exemplo.”

Os hospitais estaduais do Sudão do Sul foram cenário de alguns dos piores atos de violência. No hospital de Bor, 14 pacientes e um membro da equipe do Ministério da Saúde foram baleados durante um ataque em dezembro. Quatorze pessoas, incluindo 11 pacientes que foram alvejados em seus leitos, foram mortas no hospital-escola de Malakal em fevereiro. No hospital de Bentiu, ao menos 28 pessoas foram mortas em abril, incluindo, ao menos, um membro do Ministério da Saúde.

MSF condenou repetidas vezes incidentes como esses, que afetaram enormemente sua capacidade de oferecer assistência humanitária no momento em que as pessoas mais precisam. A organização pede que todas as partes envolvidas no conflito garantam que todas as pessoas no Sudão do Sul possam buscar cuidados médicos sem medo de serem vítimas de violência.

O relatório é parte do projeto de MSF “Cuidados Médicos Sob Fogo”, que foi lançado no Sudão do Sul em novembro de 2013. A iniciativa integra um projeto global que busca entender melhor a natureza da violência que provedores de cuidados de saúde enfrentam em zonas de conflito, para melhorar a segurança de pacientes, pessoal e instalações. No Sudão do Sul, MSF trabalha com comunidades, atores médicos e humanitários e autoridades locais, nacionais e internacionais para criar um ambiente mais seguro para a provisão de cuidados médicos.

by msf.org.br

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