segunda-feira, 16 de junho de 2014

Americano perde 165 kg para encontrar mulher que conheceu na internet. Veja o antes e depois

Brian Flemming, de 30 anos, secou em um ano com ajuda de inglesa com quem fez amizade por meio de um jogo online


AnteriorDo outro lado do oceano, uma mulher inglesa inspirou um jovem americano, alcóolatra e obeso, a perder 165 quilos em pouco mais de um ano, largar a bebida e recuperar a alegria de viver. Aos 30 anos, Brian Flemming vivia em Michigan, nos Estados Unidos e, para se distrair, passava horas no videogame. Durante uma partida online, conheceu Jackie Eastham, que estava em Londres, e decidiu dar a volta por cima. Ele começou a malhar, a fazer dieta e conquistou a amada, segundo informações do Daily MailPróxima
Do outro lado do oceano, uma mulher inglesa inspirou um jovem americano, alcóolatra e obeso, a perder 165 quilos em pouco mais de um ano, largar a bebida e recuperar a alegria de viver. Aos 30 anos, Brian Flemming vivia em Michigan, nos Estados Unidos e, para se distrair, passava horas no videogame. Durante uma partida online, conheceu Jackie Eastham, que estava em Londres, e decidiu dar a volta por cima. Ele começou a malhar, a fazer dieta e conquistou a amada, segundo informações do Daily Mail
Foto: Reprodução/Daily Mail

Em clima de Copa, mídia e governo deixam de lado grave e crítica situação dos reservatórios do país


16 JUNHO 2014 por DEOLHONOTEMPO em NOTÍCIAS NACIONAIS com 0 COMENTÁRIO
Junho é mês de festas religiosas e também de Copa do mundo, no caso de 2014. A sensação do momento de que a população parece ter sido “contaminada” pelo maior evento esportivo do mundo é única: Festa!
Os problemas, os sérios problemas de um país despreparado para a realização de um evento de grandes proporções, nesse momento, seriam mera coincidência, principalmente no que tange às questões de infraestrutura e segurança energética (Vide em nosso site o estado calamitoso que ficou Natal após 200 milímetros de chuva entre sábado e domingo).
Mas como os olhos do país e de sua população que se “aquietou” para a briga em busca de valores e ideais ao maior evento “fanático” do universo, questões muito mais importantes calaram a boca da imprensa por alguns dias.
Mas o maior evento do mundo acabará e logo retornarão as brigas, as confusões, as manifestações, os velhos problemas de um país que jamais pode ser considerado, “evoluído”.
A crise energética está aí. O governo federal já autorizou pela segunda vez o aumento das tarifas de energia para que a população pague pelo o que ele (o governo) não cumpriu no tempo e na medida certa.
Os valores dos reservatórios das Regiões Sudeste e Centro-Oeste, de onde sai aproximadamente 70% de toda a energia elétrica consumida no país, caem a cada dia.
O último relatório divulgado pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) informou que o nível das represas das duas principais regiões produtoras de energia caiu de 37,42% para 37,02% em um período de apenas 15 dias.
Com o agravamento natural do período de estiagem, que em 2014 pode ir além do mês de outubro, não haverá milagre no céu e na terra que faça chover o suficiente para elevar a capacidade das represas e com isso voltar a produzir energia seguramente.
Na Região Nordeste, em uma semana, o nível dos reservatórios caiu de 39,57% para 39,54%. Já na Região Norte, os valores ainda estão confortáveis, com 92,06% da capacidade; E na Região Sul, por conta das chuvas volumosas dos últimos dias, no geral, a capacidade de armazenamento de água subiu de 75,02% para 85,16%.
Quando o fanatismo da Copa do mundo acabar, talvez a imprensa pegue um pouco mais firme junto aos verdadeiros problemas em que o governo federal não resolveu, antes que as eleições de outubro, mais uma vez, mascarem a verdadeira realidade do Brasil e ao final inclua em uma tarifa de energia elétrica, aumentos necessários para evitar uma grande e grave crise no abastecimento de energia elétrica no início de 2015.
Especialistas internacionais não deixam dúvidas de que sim, teremos racionamento de energia nos próximos meses e que sim, empresas terão de reduzir gastos, minimizar a produção para poupar energia e com isso, demissões em massa tornam-se clarões cada vez mais nítidos. Menos aos olhos do governo, que agora chuta e grita “gol” para todos os lados! Nós do De Olho No Tempo Meteorologia, desde o final de 2013 tocávamos a questão e ainda fomos tachados de ser contra as políticas do governo atual. Critique, mas pague caro por isso você também!
16(Crédito da imagem: Arquivo/UHE Três Irmãos)
(Fonte da informação: De Olho No Tempo Meteorologia)
Para conferir dados de previsão de tempo e/ou aviso meteorológico oficial consulte o Inmet (www.inmet.gov.br) e o Cptec/Inpe (www.cptec.inpe.br). Para conferir dados de alerta meteorológico consulte a Defesa Civil de sua região. Em caso de emergência ligue para 199 ou 193.
© 2000 – 2014. Todos direitos reservados ao Portal De Olho No Tempo Meteorologia. Este material pode ser publicado, transmitido por broadcast e compartilhado desde que mantida a fonte De Olho No Tempo Meteorologia.

É verdade que só as baratas sobreviveriam a um desastre nuclear?


por Texto Marina Bessa
É mentira. Tudo indica que esse mito tenha nascido na década de 1960, com o relato nunca confirmado de que baratas teriam sobrevivido às bombas atômicas jogadas sobre Hiroshima e Nagasaki.
A crença até que tem fundamento: baratas são mais resistentes que os humanos e que quase todos os outros animais não-insetos. Além do tamanho diminuto, a bichinha se vira muito bem em um ambiente hostil – ela come matéria em decomposição e pode viver sem cabeça por algumas semanas. Mas a suposta resistência à radioatividade estaria relacionada à sua constituição: por serem organismos muito simples, elas têm poucos genes sujeitos a mutação. E, como suas células se dividem muito mais lentamente que as nossas, elas ganham mais tempo para consertar problemas causados pela radiação, como danos fatais ao DNA.
Isso tudo faz das baratas cerca de 20 vezes mais resistentes à radiação que o homem, que afrouxa com meros 1 000 rads (unidade de radiação absorvida). Mas não basta para sobreviverem a uma bomba como a de Hiroshima, que irradiou 34 mil rads no seu epicentro.
Os verdadeiros heróis da resistência seriam os mais simples dos seres, como musgos, algas e protozoários. É provável que a última das sobreviventes seria a bactéria Deinococcus radiodurans, presente em ambientes ricos em matéria orgânica, que consegue se multiplicar até sobre lixo radioativo. Coitada da barata.

Corrida radioativa

Exposta à radiação, a barata morreria bem antes de outros insetos, alguns vermes e muitas bactérias
Barata Americana - 20 mil rads
Caruncho de madeira (Lyctus brunneus) - 48 mil rads
Mosca-das-frutas - 64 mil rads
Larva parasitóide (Habrobracon hebetor) - 180 mil rads
Bactéria (Deinococcus radiodurans) - 1,5 milhão de rads

Em Alta

Jornalismo limpo

Em maio de 2025, a Polícia Federal encontrou um semissubmersível construído no meio da Amazônia, pronto para atravessar o Atlântico. Para en...

Mais Lidas