sábado, 31 de agosto de 2013

Deputados gaúchos justificam ausência

Dos 31 deputados do RS, 14 não compareceram na Câmara na noite de quarta-feira

Deputado Natan Donadon no plenário / Leonardo Prado/Agência Câmara/ArquivoDeputado Natan Donadon no plenárioLeonardo Prado/Agência Câmara/Arquivo
O plenário da Câmara dos Deputados absolveu o deputado federal Natan Donadon, do PMDB (RO), do processo de cassação de mandato. O parlamentar está preso desde janeiro em uma penitenciária de Brasília, depois de ter sido condenado pelo Supremo Tribunal Federal a 13 anos de prisão por peculato e formação de quadrilha. Em uma sessão, na noite de quarta-feira, 233 deputados votaram a favor da cassação de Donadon, 131 votos foram contra e houve o registro de 41 abstenções. Para que o deputado perdesse o mandato, era preciso, no mínimo, 257 votos. Faltaram 24 votos para a cassação.

Dos 31 deputados federais do RS, 14 não compareceram na Câmara na sessão de votação. A reportagem entrou em contato com os parlamentares da bancada gaúcha que se ausentaram da votação. O deputado Afonso Hamm, do PP, afirmou que estava em um evento na Expointer e, quando ia voltar para Brasília, o seu vôo atrasou.
 O deputado do PT, Dionilso Marcon, justifica sua ausência na sessão plenária de quarta-feira alegando que estava participando de compromissos oficiais em Eldorado do Sul e, também, na Expointer.
Outro deputado que não participou da votação do processo de cassação de Donadon por causa da Expointer foi Elvino Bohn Gass. O petista afirma que estava ministrando um seminário sobre previdência rural no evento.
Enio Bacci, deputado pelo PDT, afirma que viajou para Porto Alegre na noite de quarta-feira para participar da organização de um painel a ser realizado em setembro.
O último deputado encontrado pela reportagem foi Renato Molling. O parlamentar do PP salientou que possuía compromissos oficiais na Região Metropolitana de Porto Alegre.
Os outros nove deputados federais gaúchos que não estavam presentes na sessão de votação que não cassou o mandato do parlamentar presidiário Natan Donadon responderam através de suas assessorias de imprensa. Os deputados Alceu Moreira, do PMDB, Giovani Cherini, do PDT, e Ronaldo Zulke, do PT, estavam participando de compromissos oficiais na Expointer, em Esteio. Já Alexandre Roso, do PSB, está em Instambul, na Turquia, em um congresso internacional sobre obesidade. Beto Albuquerque, também do PSB, informou que estava representando a Câmara na Jornada Nacional Literária, em Passo Fundo. A assessoria do deputado pelo PMDB, Darcísio Perondi, disse que o parlamentar teve que se deslocar para São Leopoldo devido a morte de um cunhado. Eliseu Padilha, do PMDB, afirmou que estava viajando por motivos particulares e, por isso, não estava em Brasília. A assessoria de José Otávio Germano, deputado pelo PP, informou que ele estava na Câmara, mas teve um mal estar e foi para casa. E o deputado Vilson Covatti, também do PP, se ausentou da Câmara pois veio para Porto Alegre realizar exames médicos.

by noticias Uol

Suspendam o pagamento deste mes, destes 108. Por irresponsabilidade e não cumprimento de seus deveres. As desculpas, deveriam saber onde enfia-las, pois não ha utilidade alguma para a Nação. Juntando ambas condutas, penso que o que chamo de irresponsabilidade, é na verdade canalhada, cafagestagem. Mereciam duplamente a forca, caso isso fosse possivel. by Deise




Caso Donadon: maioria dos 14 gaúchos que faltaram à sessão justifica ausência com agendas locais



29/08/2013 21:37 - Atualizado em 29/08/2013 22:49

Por 24 votos, parlamentar preso em Brasília por peculato e formação de quadrilha manteve o cargo, na noite dessa quarta, em votação na Câmara Federal


Quatorze dos 31 deputados federais gaúchos faltaram à sessão dessa quarta-feira que livrou o deputado Natan Donadon (sem partido-RO) de ter o mandato cassado. O deputado Affonso Ham, do PP,  justificou a ausência devido a um atraso na agenda que tinha na Expointer. De acordo com o parlamentar, que viajou de Brasília para o Rio Grande do Sul no começo da manhã de ontem, a intenção era retornar à Capital Federal no fim da tarde para participar da sessão, mas a passagem teve de ser transferida por conta das visitas agendadas no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, Hamm garantiu que a intenção era votar pela cassação de Donadon. Alceu Moreira, do PMDB, assim como Afonso Hamm, usuou a feira para justificar a ausência. Também passaram ontem pelo Parque Assis Brasil os deputados Ronaldo Zulke, do PT,  Renato Molling, do PP, e Giovani Cherini, do PDT. Elvino Bon Gass, do PT, vinculado à agricultura familiar, foi outro que optou pela Expointer.

Outro progressista, que acompanhou a sessão, Jerônimo Goergen, revelou que votou pela cassação. Disse, ainda que reivindicou ao presidente da Câmara, Henrique Alves, o fim do voto secreto mas reconheceu que o principal problema da sessão de ontem de ontem não foi o sigilo, mas sim a ausência de parlamentares.

O deputado Beto Albuquerque, do PSB, preferiu participar da Jornada Literária em Passo Fundo. Já Alexandre Rosso, do PSB, está em Istambul, na Tuquia, em missão da Câmara. Eliseu Padilha, do PMDB, afirmou que tinha audiência no Tribunal de Justiça, em processos no qual trabalha como advogado. Dionilso Marcon, do PT, preferiu permanecer no Estado em vez de acompanhar a votação em Brasília pelo fato, segundo ele, de não haver agenda de votação à tarde em Brasília. Darcisio Perondi, do PMDB, alegou a morte de um familiar. Enio Bacci, do PDT, disse ter participado de reuniões preparatórias para debates envolvendo modificações na lei penal. Já o deputado José Otávio Germano, do PP, alegou motivo de saúde. Vilson Covatti , também do PP, recorreu à necessidade de realização de exames médicos.

Donadon escapou de cassação
Na noite desta quarta-feira, os parlamentares livraram Natan Donadon da perda de mandato. Votaram pela cassação 233 deputados, 131 foram contrários e 41 não compareceram. Para cassar o deputado, eram necessários 257. Donadon está preso há dois meses no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, por peculato e formação de quadrilha. A pena que ele deve cumprir é de mais de 13 anos de prisão, impostos pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Suplente toma posse

O suplente na vaga de Donadon, Amir Lando (PMDB-RO), tomou posse nesta quinta na Câmara. Na chegada, ele defendeu "mais transparência" na Casa e a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do Voto Aberto. "Na votação de ontem, ficou uma lição: voto secreto nunca mais", defendeu o suplente de Donadon, que acompanhou a sessão pela televisão.

Preso, Donadon segue sem salário e imóvel funcional

Livre do processo de cassação, o deputado Natan Donadon (sem partido-RO) vai continuar sem receber os vencimentos de parlamentar. Como segue preso no Complexo Penitenciário da Papuda e o cargo foi declarado vago pelo presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), o parlamentar perde o direito a salário e ao apartamento funcional na Asa Norte, em Brasília, enquanto estiver encarcerado.

Nessa quarta, a Advocacia-Geral da União (AGU) entrou com o pedido para reintegração de posse do imóvel funcional ocupado pela família do deputado. Ainda não há prazo para o despejo.


Fonte: Voltaire Porto/Rádio Guaíba

Mensaleiros faltaram à sessão que impediu cassação de Donadon

  • Mais de um quinto dos deputados não compareceram; entre eles, Jaqueline Roriz (PMN-DF), inocentada pelo plenário da Casa. Beto Albuquerque, líder do PSB, pediu desculpas pela ausência


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Foto: .
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BRASÍLIA e RIO - Eu fui você ontem e posso ser você amanhã. Entre os deputados que se ausentaram da sessão de votação da Câmara que manteve o mandato do deputado-presidiário Natan Donadon, figuram a deputada Jaqueline Roriz (PMN-DF), inocentada pelo plenário depois de ser flagrada embolsando na mochila uma dinheirama do escândalo que derrubou o ex-governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda. Além dela, todos os deputados mensaleiros já condenados pelo Supremo Tribunal Federal: João Paulo Cunha (PT-SP), Valdemar Costa Neto (PR-SP), Pedro Henry (PP-MT) e José Genoino (PT-SP), que está de licença médica. O PT dos mensaleiros é o campeão de faltas: 21 deputados dos 108 ausentes que ajudaram a impedir a cassação do mandato de Donadon, seguido por PMDB (15), PP (14), PSD (12) e PR (12).
Mais de um quinto dos 513 deputados não compareceu à sessão de votação de ontem à noite. Também estavam longe do plenário o deputado Renan Filho (PMDB-AL), filho do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que por duas vezes, em voto secreto, escapou de ter o mandato cassado por denúncias de corrupção. Entre mensaleiros e outros parlamentares de alguma forma ligados a processos para perda de mandatos figuram ainda o presidente da Comissão de Direitos Humanos, Marco Feliciano (PSC-SP) e, curiosamente, o ex-presidente da Comissão de Ética, deputado José Carlos Araújo(PSD-BA).
Desde que saiu o resultado da votação — 233 votos a favor, 131 contra e 41 votos de abstenção — os ausentes começaram a ser questionados pelas redes sociais. Os que votaram contra ou se abstiveram continuarão acobertados pelo anonimato. Mas os ausentes, identificados, estão pagando o preço pela manutenção do mandato do presidiário, e começaram a apanhar. Mesmo os que têm uma justificativa.
Bancada gaúcha foi campeã de faltas; líder do PSB pediu desculpas
A bancada gaúcha foi uma das mais ausentes. Dos 31 deputados da bancada, 14 não compareceram. O deputado Darciso Perondi (PMDB-RS) disse que não compareceu por motivo de falecimento de familiar no estado.
O líder do PSB, deputado Beto Albuquerque (RS), foi duramente questionado pelas redes sociais. Ele disse que estava oficialmente representando a presidência da Câmara na Jornada Nacional de Literatura em Passo Fundo (RS).
“Não tinha a previsão desta votação hoje. O evento começou ontem. Errados são os presentes que não votaram pela cassação!”, respondeu a um dos internautas.
No Twitter, ele lembrou que seu partido votou pela cassação em todas as comissões e pediu desculpas pela ausência de ontem:
“Lamento muito e peço desculpas pela involuntária ausência ontem na Câmara. Na CCJ, coordenei o movimento pela cassação do deputado criminoso”, disse Beto Albuquerque.
O procurador parlamentar da Câmara, deputado Cláudio Cajado, divulgou nota para explicar que não compareceu á sessão de votação em função de graves problemas de saúde. Ele disse ter ficado internado no Hospital São José, em São Paulo, no período de 18 a 23 de agosto . Ontem tentou retornar a suas atividades parlamentares, mas passou muito mal e não conseguiu.
"Minha ausência se deu por motivos alheios a minha vontade. Estive impedido de participar da votação por problemas de saúde nos termos regularmente permitidos. Ressalto que sou a favor da cassação do mandato de Natan Donadon e já havia me posicionado em reunião da Mesa diretora. A Câmara saiu menor desse vergonhoso episódio", diz a nota de Cajado.
O socialista disse ainda que não é secundário representar a Câmara na sua cidade quando realizam a jornada literatura com 101 escritores e 28 mil inscritos. Já o deputado Alceu Moreira (PMDB-RS) disse que não estava presente porque representava a Câmara na Expointer.
O líder do PSD, Eduardo Sciarra (PR), afirmou em nota que tinha compromissos previamente agendados em São Paulo, mas que votou favoravelmente à cassação na Comissão de Constituição e Justiça.
Dos 108 deputados que não votaram, apenas seis estão em licença médica. Além de José Genoino (PT-SP), os deputados Carlos Magno (PP-RO), o suplente Dr Luiz Fernando (PSD-AM), Homero Pereira (PSD-MT), Romário (Sem Partido) e Waldir Maranhão (PP-MA) tinham justificativa para faltar à sessão.
Confira, abaixo, a lista de 104 deputados que não voataram. Além desses, mais quatro parlamentares fizeram obstrução e não votaram, mas não é possível identificá-los:
Joao Lyra (PSD - AL)
Renan Filho (PMDB - AL)
Rosinha Da Adefal (PTdoB - AL)
Dr. Luiz Fernando (PSD - AM) * licença médica
Sabino Castelo Branco (PTB - AM)
Alice Portugal (PCdoB - BA)
Arthur Oliveira Maia (PMDB - BA)
Claudio Cajado (DEM - BA)
Edson Pimenta (PSD - BA)
Fernando Torres (PSD - BA)
Jose Carlos Araujo (PSD - BA)
Josias Gomes (PT - BA)
Luiz Alberto (PT - BA)
Sergio Brito (PSD - BA)
Antonio Balhmann (PSB - CE)
Artur Bruno (PT - CE)
Genecias Noronha (PMDB - CE)
Jose Linhares (PP - CE)
Manoel Salviano (PSD - CE)
Mario Feitoza (PMDB - CE)
Vicente Arruda (PR - CE)
Jaqueline Roriz (PMN - DF)
Iriny Lopes (PT - ES)
Paulo Foletto (PSB - ES)
Heuler Cruvinel (PSD - GO)
Jovair Arantes (PTB - GO)
Marina Santanna (PT - GO)
Pinto Itamaraty (PSDB - MA)
Waldir Maranhao (PP - MA) * licença médica
Ze Vieira (PR - MA)
Carlos Bezerra (PMDB - MT)
Eliene Lima (PSD - MT)
Homero Pereira (PSD - MT) * licença médica
Pedro Henry (PP - MT)
Biffi (PT - MS)
Bernardo Santana de Vasconcello (PR - MG)
Leonardo Quintao (PMDB - MG)
Luiz Fernando Faria (PP - MG)
Marcos Montes (PSD - MG)
Marcus Pestana (PSDB - MG)
Miguel Correa (PT - MG)
Newton Cardoso (PMDB - MG)
Odair Cunha (PT - MG)
Renzo Braz (PP - MG)
Toninho Pinheiro (PP - MG)
Weliton Prado (PT - MG)
Asdrubal Bentes (PMDB - PA)
Beto Faro (PT - PA)
Giovanni Queiroz (PDT - PA)
Jose Priante (PMDB - PA)
Lira Maia (DEM - PA)
Abelardo Lupion (DEM - PR)
Andre Zacharow (PMDB - PR)
Angelo Vanhoni (PT - PR)
Eduardo Sciarra (PSD - PR)
Nelson Padovani (PSC - PR)
Inocencio Oliveira (PR - PE)
Pedro Eugenio (PT - PE)
Sergio Guerra (PSDB - PE)
Vilalba (PRB - PE)
Eurico Junior (PV - RJ)
Jandira Feghali (PCdoB - RJ)
Manuel Rosa Neca (PR - RJ)
Romario (S.Part. - RJ) * licença médica
Zoinho (PR - RJ)
Betinho Rosado (DEM - RN)
Sandra Rosado (PSB - RN)
Afonso Hamm (PP - RS)
Alceu Moreira (PMDB - RS)
Alexandre Roso (PSB - RS)
Beto Albuquerque (PSB - RS)
Bohn Gass (PT - RS)
Darcisio Perondi (PMDB - RS)
Eliseu Padilha (PMDB - RS)
Enio Bacci (PDT - RS)
Giovani Cherini (PDT - RS)
Jose Otavio Germano (PP - RS)
Marcon (PT - RS)
Renato Molling (PP - RS)
Ronaldo Zulke (PT - RS)
Vilson Covatti (PP - RS)
Anselmo de Jesus (PT - RO)
Carlos Magno (PP - RO) * licença médica
Marco Tebaldi (PSDB - SC)
Pedro Uczai (PT - SC)
Abelardo Camarinha (PSB - SP)
Arnaldo Jardim (PPS - SP)
Beto Mansur (PP - SP)
Carlos Roberto (PSDB - SP)
Eli Correa Filho (DEM - SP)
Gabriel Chalita (PMDB - SP)
Guilherme Mussi (PP - SP)
Joao Paulo Cunha (PT - SP)
Jorge Tadeu Mudalen (DEM - SP)
Jose Genoino (PT - SP) * licença médica
Pastor Marco Feliciano (PSC - SP)
Paulo Maluf (PP - SP)
Valdemar Costa Neto (PR - SP)
Vanderlei Macris (PSDB - SP)
Vicentinho (PT - SP)
Almeida Lima (PPS - SE)
Laercio Oliveira (PR - SE)
Rogerio Carvalho (PT - SE)
Junior Coimbra (PMDB - TO)

Modelo de saúde pública cubano é motivo de orgulho para as autoridades do país

Por Renata Giraldi 
 26 de maio de 2013



O governo de Cuba se orgulha de o país ter se tornado referência internacional em saúde. Autoridades informam que há médicos do país principalmente na Bolívia, na Venezuela, no Peru e no Brasil. Pelos
dados oficiais, em Cuba há 6,4 médicos para mil habitantes. No Brasil, o Ministério da Saúde mostra 
que existe 1,8 médico para mil habitantes. Na Argentina, a proporção é 3,2 médicos para mil habitantes
 e, em países como Espanha e Portugal, essa relação é 4 médicos. 

A Embaixada de Cuba em Brasília informou que o país é referência internacional nas áreas de neurologia, 
ortopedia, dermatologia e oftalmologia. Apenas em 2012, Cuba formou 11 mil novos médicos. Do total,
 5.315 são cubanos e 5.694 vêm de 59 países principalmente da América Latina, África e Ásia.

Em Cuba, os dados oficiais indicam que a taxa de mortalidade é de 4,6 para mil crianças nascidas. 
A expectativa de vida é 77,9 anos. Os números são de janeiro de 2013. Os dados do Brasil, segundo
 o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010, mostram que a taxa de mortalidade é 
15,6% para mil bebês nascidos. Os números mostram avanços, mas as autoridades brasileiras querem
 reduzir ainda mais o percentual.

De acordo com o governo de Cuba, desde a Revolução Cubana em 1959, foram aproximadamente 109
 mil médicos no país. O país tem 161 hospitais e 452 clínicas para pouco mais de 11, 2 milhões de habitantes
. As dificuldades para o exercício da medicina no país, segundo autoridades, são causadas pelas limitações provocadas pelo embargo econômico imposto pelos Estados Unidos ao país - que proíbe o comércio e as negociações bancárias com Cuba.

Médicos cubanos reduzir as taxas de mortalidade no Haiti
2011.03.30 - 12:59:07 / web@radiorebelde.icrt.cu

Médicos cubanos no Haiti


Havana, Cuba -. A Brigada Médica Cubana caiu para 0,37 letalidade de pacientes infectados com cólera em seu escritório no Haiti , e tem 67 dias consecutivos de mortes não registradas a partir deste mal. eficácia das medidas tomadas por este grupo, que já atendeu mais de 76 000 600 pessoas com a condição, é evidente na redução dos casos, e 26 foram notificados duram apenas 40. grupos de pesquisa ativos integrados, o pessoal cubano chega à mais comunidades onde intrincados revisão água, assistir e fornecer recomendações para o povo haitiano. declarações ao jornal Granma, o segundo no comando da Brigada, Gonzalo Estevez Torres , disse que "na ocorrência desses surtos do declínio da epidemia devem ser medidas muito locais, visando reduzir a transmissão ". Brigada Médica cubana oferece serviços em 156 centros de saúde em todo o Haiti, 67 dos quais estão inseridos em um programa conjunto com a Venezuela.


(Radio National News)

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