terça-feira, 23 de julho de 2013

Sul do Brasil será o lugar mais frio do mundo fora do polos nesta semana


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Difícil de acreditar, mas é o que vem aí!

A semana que começa promete ser histórica na climatologia do Sul do Brasil com uma das mais intensas ondas de frio dos últimos anos na região.

É o que mostra o mapa a partir de dados do modelo meteorológico operacional dos Estados Unidos. O Centro da América do Sul será a área com maior temperatura negativa em todo o planeta Terra, excluindo-se os polos.

No domingo chegaria ar polar com força impressionante e rara e que poderia trazer mínimas extremas, máximas muito baixas, sensação térmica pelo Minuano baixíssima, geada, geada negra e talvez neve até em locais em que o fenômeno é bastante raro (nível do mar).
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JMJ: Metrô tem estações congestionadas, queda de energia e linhas paralisadas


Fila para compra do bilhete do metrô na estação Carioca
Fila para compra do bilhete do metrô na estação Carioca Foto: Foto do Leitor
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O serviço de metrô entrou em colapso no início da noite desta terça-feira. As linhas 1 e 2 do metrô estão completamente paralisadas. Houve queda de energia e evacuação de estações. Na Central, dois carros do Corpo de Bombeiros e um do Samu trabalham para a retirada de passageiros que ficaram presos na estação. O caos no metrô ocorre no momento em que vários trabalhadores foram liberados mais cedo do trabalho por conta do feriado parcial desta terça-feira. Além disso, milhares de peregrinos da Jornada Mundial da Juventude circulam pela cidade.
O Metrô Rio explicou, via assessoria, que a paralisação das linhas foi causada por um rompimento de um cabo de energia na altura da estação Uruguaiana.
Estação Cardeal Arcoverde está fechada para embarque
Estação Cardeal Arcoverde está fechada para embarque Foto: Foto do leitor Rodrigo Vieira da Rocha /
No acesso à estação da Central um grande número de pessoas se aglomerava para entender a situação. Em meio da confusão, poucos funcionários davam informações aos usuários. Para organizar a saída de pessoas, apenas uma funcionário do MetrôRio estava no local. Para atender àqueles que ficaram presos nos vagões, unidades dos bombeiros e do Samu foram acionadas. Um idoso foi retirado da estação com auxílio de uma cadeira de rodas.
Senhora é retirado da estação da Central
Senhora é retirado da estação da Central Foto: Thiago Lontra / Agência O Globo
A leitora Fernanda Fernandes, de Campo Grande, que entrou em contato com o WhatsApp do EXTRA, desistiu de pegar o metrô na estação Carioca e foi a pé até a Central para tomar o trem. Várias pessoas já fazem o mesmo. Cátia Rangel, de Irajá, está há 30 minutos na porta da estação de Botafogo, que se encontra fechada. Segundo Cátia, os guardas da Metrô Rio não sabem informar o motivo da paralisação. Já o leitor Wellington Ferreira alertou para um possível quebra-quebra na estação da Glória.
- Metrô um caos! Sem energia. Tudo parado. Estão gritando para quebrar tudo - disse Wellington.
Estação Carioca congestionada
Estação Carioca congestionada Foto: Foto da Leitora Fernanda Fernandes /
Para atender a demanda de fluxo causada pelos peregrinos da Jornada Mundial da Juventude, o Metrô Rio tinha se programado para fechar mais tarde nesta terça-feira, 1h da manhã. A estação Cardeal Arcoverde ficou aberta somente para desembarque por volta das 17h. É para a Arcoverde que se encaminharia o maior fluxo de peregrinos nesta noite, já que a Missa de Abertura será realizada em Copacabana. Na Carioca, os peregrinos enfrentaram grandes filas para adquirir o Cartão Horário.


Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/rio/jmj-2013/jmj-metro-tem-estacoes-congestionadas-queda-de-energia-linhas-paralisadas-9148127.html#ixzz2Zv5nuw9R

Primeira visita de um papa ao Brasil foi em 1980



Anita Martins
O primeiro papa que visitou o país foi João Paulo II, com apenas dois anos de pontificado. Ele levou uma multidão de 4,5 milhões de católicos e não católicos às ruas e mexeu com o Brasil.
O papa chegou em 30 de junho a Brasília, onde realizou o gesto célebre de ajoelhar-se e beijar o chão, saudando a terra que acabava de pisar. Até 11 de julho, quando embarcou de volta ao Vaticano, passou por Belo Horizonte (MG), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Aparecida (SP), Porto Alegre (RS), Curitiba (PR), Manaus (AM), Recife (PE), Salvador (BA), Belém do Pará (PA), Teresina (PI) e Fortaleza (CE).
Nas semanas que antecederam a chegada, políticos, artistas e pessoas comuns discutiam quem iria e quem não iria ver o Santo Padre, por que iria e por que não iria, o que faria quando o visse e o que não faria.
Durante os dias da visita, bancos e repartições públicas fecharam, teatros atrasaram os espetáculos e esquemas rodoviários foram alterados. Essa passagem de João Paulo II foi uma das maiores movimentações populares já registradas no país.
Para a vinda do pontífice, foi montado um forte esquema de segurança, considerado o maior da história. Cerca de 9 mil homens foram destacados para cuidar do papa e dos fiéis que o seguiram. Nem a vinda do presidente da França, Charles de Gaulle, em 1964, nem a do presidente dos Estados Unidos, Jimmy Carter, em 1978, causaram tanto furor.
João Paulo II fez seus discursos com clareza e sem rodeios. Em pleno regime militar, defendeu justiça social, liberdade sindical, reforma agrária, direitos humanos e educação sexual. Por outro lado, condenou a Teologia da Libertação - escola controversa da Igreja Católica que, com influências marxistas, enfatiza a situação social da população - e o aborto.
O governo de João Paulo II
Naquele momento, o pontificado de João Paulo II, então com 60 anos, ainda não estava consolidado. O professor de história da Universidade de Bolonha, Giuseppe Alberigo, avaliava o governo de João Paulo II como contraditório. "Ele faz coisas no sentido de abertura como a multiplicação de suas viagens, o progresso nas questões ecumênicas. E faz coisas de indiscutível fechamento, sobretudo quando se trata de atos internos da Igreja", afirmou em entrevista à revista Veja.
Apesar disso e do pouco tempo no trono papal, João Paulo II já era considerado a figura mais popular do planeta. Até por causa de suas viagens.
A vinda ao Brasil em 1980 foi a sétima chamada peregrinação internacional de seu papado. Pela tradição sedentária da Igreja, antes de João Paulo II, somente um papa, seu antecessor Paulo VI, havia viajado bastante e, mesmo assim, não tanto quanto ele.
Mas nenhuma das viagens do papa até aquele momento se comparariam à brasileira. O Santo Padre havia ido à República Dominicana, México, Bahamas, Polônia, Turquia, Irlanda, Estados Unidos, França e outros seis países africanos. No Brasil, João Paulo II percorreu 13 cidades, ou 30 mil quilômetros, em 12 dias.
Um dos principais motivos para a grandiosidade da viagem foi a importância que a nação tinha (e tem) para o catolicismo. O Brasil já era (e continua sendo) o maior país católico do mundo. No Censo de 1970, 90% da população (63 milhões) se declarava católica. No último Censo, de 2000, a porcentagem caiu para 73,8% (125 milhões), o que não mudou o valor que o Vaticano atribui ao Brasil.

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