sexta-feira, 19 de julho de 2013

PF agirá com rigor contra sabotagem ao Mais Médicos, diz Cardozo

18/07/2013 20h13 - Atualizado em 18/07/2013 20h32


PF apura se houve desistência em massa para atrapalhar contratação.
Segundo ministro, investigação aberta deverá ser concluída em dois meses.








Felipe Néri
Do G1, em Brasília
O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, afirmou nesta quinta-feira (18) que a Polícia Federal agirá com rigor nas investigações para apurar uma suposta sabotagem de médicos ao programa “Mais Médicos”. O pedido para apurar eventuais problemas para contratação e envio de médicos para o interior e periferia das grandes cidades partiu do Ministério da Saúde.





José Eduardo Cardozo,
ministro da Justiça
“Se existem tentativas ilegais de boicotar programa do governo, seguramente a polícia agirá com rigor”, declarou. “O inquérito já foi aberto, já foi determinada a abertura. A Polícia Federal está fazendo investigações necessárias para que analisem esse processo.

O Ministério da Saúde recebeu uma série de denúncias relatando que grupos têm utilizado as redes sociais para inviabilizar e atrasar a chamada de profissionais. A ideia seria gerar um alto número de inscrições formais e, posteriormente, provocar uma desistência em massa, prejudicando os reais interessados na participação da iniciativa.
O pedido de investigação à PF partiu do próprio Ministério da Saúde, segundo informou nesta quinta a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti. Ela afirmou que uma suposta ação programada
"para se inscrever em massa para depois desistir em massa, para retardar ou impedir a contratação" seria uma forma de sabotagem.
De acordo com Cardozo, a investigação, que precisa ser concluída em até dois meses, corre em sigilo e ainda não é possível responder a qual enquadramento penal os envolvidos na suposta ação podem responder.
"Se alguém cometer ilícito penal na tentativa de impedir programa governamental, se houver configuração de crime, obviamente a Polícia Federal cumprirá obrigatoriamente o seu dever", afirmou.
O ministro disse que havia sido informado na semana pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, sobre iniciativas de boicote ao programa. “O Padilha, na semana passada, apresentou ao Ministério da Justiça informação de que haveria iniciativa de boicote ao programa. Determinei que PF fizesse averiguação sobre o caso”, disse o ministro.
O programa Mais Médicos, que vai abrir vagas para profissionais atuarem na atenção básica em regiões carentes do país, teve em sua primeira semana de inscrições 11,7 mil profissionais cadastrados, de acordo com balanço do Ministério da Saúde. Serão oferecidas cerca de 10 mil vagas para o programa
.

Fifa anuncia preços dos ingressos da Copa de 2014: de R$ 30 a R$ 1.980

19/07/2013 10h51 - Atualizado em 19/07/2013 12h27



Valor mais barato é de meia-entrada, na categoria 4, para os jogos da fase de grupo (sem abertura). Primeira fase de venda começa em 20 de agosto


A Fifa divulgou oficialmente nesta sexta-feira, em São Paulo, os preços dos ingressos da Copa do Mundo de 2014: o individual mais barato será de R$ 30 (meia-entrada da categoria 4 para jogos da fase de grupo, sem contar a abertura), enquanto o mais caro é o da categoria 1 para a final, por R$ 1.980. Os valores são os mesmos da tabela divulgada por "erro técnico" pela entidade na quinta(assista no vídeo ao lado, ao vivo, a coletiva da Fifa sobre os ingressos).
- Isso nunca aconteceu antes, de ter um ingresso tão barato. De 2002 até hoje nunca tivemos um nível de preço. Esses preços são extremamente competitivos. Temos aqui uma faixa bem grande, bem ampla de preços - disse o diretor de marketing da Fifa, Thierry Weil, referindo-se à meia-entrada de R$ 30, um pouco menor que o valor mais baixo de 2010, na África do Sul, que era de 140 rands, ou R$ 31 (na cotação atual).
A venda começa às 7h (de Brasília) no dia 20 de agosto, pelo site oficial da Fifa (www.fifa.com). Porém, os torcedores só terão conhecimento da tabela completa em 6 de dezembro, quando a entidade realizará o sorteio dos grupos em um evento na Costa do Sauípe, na Bahia. Assim, inicialmente será possível comprar sabendo quais são os jogos do Brasil (sem o rival definido) e de acordo com a sede desejada (veja no fim da página o manual de informações completo da Fifa sobre os ingressos).
A Copa será realizada no Rio de Janeiro (Maracanã), Manaus (Arena da Amazônia), Cuiabá (Arena Pantanal), Fortaleza (Castelão), Natal (Arena das Dunas), Recife (Arena Pernambuco), Salvador (Fonte Nova), Brasília (Mané Garrincha), Belo Horizonte (Mineirão), São Paulo (Arena Corinthians), Curitiba (Arena da Baixada) e Porto Alegre (Beira-Rio).
Por Felippe Costa e Leandro CanônicoSão Paulo


'Economia quem comanda é o Mantega. Eu dirijo o Brasil', diz Dilm





18/07/2013 18h53 - Atualizado em 18/07/2013 19h01


Em 1º de julho, presidente disse que mudança na equipe 'não está a vista'.
Em discurso nesta quarta, ela afirmou que inflação ficará dentro da meta.

Do G1, em Brasília
A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta quinta-feira (18) que quem comanda a economia brasileira é o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Durante entrevista em Fortaleza, onde participou da formatura de alunos do Pronatec, ela disse que seu papel é dirigir o país.
Questionada se é ela quem “comanda a economia”, Dilma respondeu a jornalistas: “Não, senhor. Eu comando o país. A economia quem comanda é o ministro Mantega. Eu dirijo o Brasil”.
No início do mês, Dilma negou que esteja preparando mudanças em sua equipe econômica, conforme alguns veículos de imprensa chegaram a noticiar. “Não está a vista nenhuma [mudança na equipe econômica]”, disse a presidente em 1º de julho, após reunião com todos os ministros, convocada para discutir medidas do governo em resposta às manifestações populares que se alastraram pelo país.
Nesta quarta-feira (17), Dilma criticou o pessimismo sobre o futuro da economia brasileira e disse ter “certeza” que a economia de que a inflação fechará o ano dentro da meta, que para 2013 é de 4,5%, podendo variar dois pontos percentuais para mais ou para menos – ou seja, de 2,5% a 6,5%.
“É  incorreto falar em descontrole da inflação ou das despesas do governo”, afirmou durante reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social. “O barulho tem sido muito maior que o fato. Temos dificuldade sim, mas temos também uma situação hoje que não se compara com nenhum momento no passado”, afirmou.

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