sexta-feira, 19 de julho de 2013

Dilma perde 28 pontos e cai para 30%, diz Ibope; Marina tem 22%


Contra os mesmos adversários, Lula teria 41%, aponta pesquisa.
Levantamento foi divulgado pelo site do jornal 'O Estado de S. Paulo'.

Do G1, em Brasília

Pesquisa Ibope (Foto: Arte/G1)
Pesquisa Ibope divulgada nesta quinta (18) pelo site do jornal "O Estado de S. Paulo" indica que a presidente Dilma Rousseff perdeu 28 pontos desde o último levantamento do instituto, em março, e teria hoje 30% das intenções de voto na disputa pela reeleição. Na simulação feita pelo Ibope, Marina Silva (sem partido), teria 22%; Aécio Neves (PSDB), 13%; e Eduardo Campos (PSB), 5%.
(Correção: ao ser publicada, esta reportagem errou ao informar, no gráfico ao lado, que Lula tinha 58% das intenções de voto na primeira simulação sem Dilma. No texto, a informação sempre esteve correta: 41%. O erro foi corrigido às 7h20 desta sexta-feira, 19.)
Pelo calendário eleitoral, as candidaturas a presidente terão de ser oficializadas pelos partidos até 5 de julho de 2014. O primeiro turno da eleição está marcado para 5 de outubro do próximo ano.
De acordo com o Ibope, a eventual candidatura pelo PT do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria mais intenções de voto que a de Dilma Rousseff, se fosse hoje a eleição. Contra os mesmos adversários, ele teria 41% das intenções de voto. Marina, Aécio e Campos teriam 18%, 12% e 3%, respectivamente.
A pesquisa foi realizada entre os últimos dias 11 e 14 e tem margem de erro de dois pontos percentuais (isso quer dizer que Lula, por exemplo, pode ter entre 39% e 43% das intenções de voto). Foram entrevistadas 2.002 pessoas com 16 anos ou mais em 140 municípios de todas as regiões.
Com Joaquim Barbosa
Em uma simulação que inclui como eventual candidato o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, Dilma teria 29%. Marina somaria 21%, Aécio, 12% e Eduardo Campos, 5%, segundo o Ibope. Barbosa teria 6%.
No mesmo cenário, com Lula como candidato do PT em vez de Dilma, o ex-presidente acumularia 39%, Marina Silva, 19%, Aécio Neves, 12%, e Eduardo Campos, 3%. Barbosa continuaria com os mesmos 6%.
Espontânea
Na parte da pesquisa em que os eleitores respondem espontaneamente (sem que o pesquisador apresente uma lista de possíveis candidatos), Dilma teria 16% das intenções de voto; Lula, 12%; Aécio, 5%; Marina, 4%; Joaquim Barbosa, 3%; José Serra (PSDB), 3%; Eduardo Campos, 1%; e Geraldo Alckmin (PSDB), 1%. Na pesquisa feita em março pelo Ibope, Dilma tinha 35% das intenções de voto espontâneas
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by G1

Câmara banca jantar para bancada do PMDB

Evento reuniu 80 deputados do partido na Casa, além do vice-presidente Michel Temer e de dois ministros de Estado, e custou R$ 28,4 mil. Assessoria da Presidência diz que gasto é regular e valor baixo


Rodolfo Stuckert/Câmara do Deputados
Jantar ocorreu na residência oficial da Câmara, ocupada por Henrique Alves
A Presidência da Câmara dos Deputados bancou um jantar realizado na terça-feira (16) que reuniu os 80 deputados da bancada do PMDB na Casa, além do vice-presidente Michel Temer, e de dois ministros de Estado. Nota de empenho emitida pela Casa especifica que o evento seria para 80 pessoas e custaria R$ 28,4 mil, equivalente a R$ 355 por pessoa. O preço é superior ao salário de um deputado, hoje em R$ 26.723,13.

A nota de serviço foi obtida pela ONG Contas Abertas e divulgada inicialmente no site da revistaVeja nesta quinta-feira (18). O jantar ocorreu na residência oficial da Presidência da Câmara, no Lago Sul, bairro nobre de Brasília. Participaram o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), Michel Temer, os ministros da Previdência, Garibaldi Alves, e da Agricultura, Antonio Andrade.
De acordo com a ONG, o registro do pagamento exibe a seguinte justificativa: “Concessão de suprimento de fundos para atender despesas relativas à contratação de serviços destinados à realização de jantar no dia 16.07.2013, na residência oficial da Câmara dos Deputados, para um público estimado de oitenta pessoas, a pedido do gabinete do presidente”. Relatos de parlamentares dizem que as conversas no jantar de confraternização de fim de semestre giraram em torno de temas políticos como a reforma política e a proposta do partido de redução no número de ministérios.
A assessoria de imprensa do presidente da Câmara confirmou os gastos, mas negou qualquer tipo de irregularidade. De acordo com o órgão, como o evento é esporádico, não existe a necessidade de contratar uma equipe fixa nem de abrir um processo licitatório. No entanto, acrescenta que foram realizadas uma tomada de preços e uma análise dos serviços e valores das empresas. O órgão ainda afirmou que o valor gasto é considerado baixo e não houve gasto com bebidas alcoolicas.
by Congresso em Foco

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