sexta-feira, 22 de março de 2013

Presidente do Uruguai não foi à missa do papa porque é ateu


TERÇA-FEIRA, 19 DE MARÇO DE 2013


José Mujica mandou o seu vice
representar o país no Vaticano


O presidente José Mujica (foto), do Uruguai, não foi hoje a primeira missa do papa Francisco porque é ateu, informou a primeira-dama e senadora Lucía Topolansky. “Temos grande respeito pela liberdade religiosa, mas nós [Mujica e Lucía] não acreditamos [em Deus]”, disse ela em entrevista à radio Vorterix.
Quem representou o país no Vaticano foi o vice-presidente Danilo Astori, que é católico.
“O Uruguai é um país absolutamente laico”, disse Lucía. “A Igreja está separada do Estado desde o século passado, e isso é um diferencial em relação aos demais países da América Latina.”


Carro de Mujica é um Fusquinha

Apesar da ausência de Mujica no Vaticano, ele foi lembrado pela imprensa italiana por suas semelhanças de comportamento com o papa Francisco.

Ambos dão prioridade aos pobres e têm horror à ostentação. Mujica anda em seu próprio carro, Fusca azul-celeste; e Francisco, como cardeal em Buenos Aires, costumava usar o transporte coletivo. O presidente uruguaio doa 90% do seu salário; e Francisco pediu que os argentinos não fossem ao Vaticano para torcer por ele no conclave, para doar o dinheiro da viagem aos pobres. Mujica e Francisco gostam de futebol, e ambos são acusados de populistas.

Em dezembro de 2012, Mujica participou de uma missa celebrada pela saúde do então presidente Hugo Chávez, da Venezuela.



Eu não disse???? Iso nao impede as familias de processar o governo, e o PROPRIO TARSO enquanto GOVERNADOR. by Deise


Tarso Genro contraria a lógica e empurra a culpa pela tragédia de Santa Maria para a prefeitura

(Foto: UOL)
Jogo rasteiro – A covardia deTarso Genro, governador do Rio Grande do Sul, é conhecida dos gaúchos desde os tempos da ditadura militar, quando ele, dizendo-se reacionário e perseguido, fugiu para o Uruguai atravessando uma avenida. Obediente ao pai, Tarso voltou ao Brasil debaixo da asa de um oficial do Exército, com quem ficou sob proteção em Porto Alegre.
Tarso Genro é dono de covardia e incompetência tão previsíveis, que errar a mão quando se escreve uma matéria sobre ele seria burrice. Horas depois do trágico acidente ocorrido na cidade do interior gaúcho, em que 235 pessoas morreram na esteira de um incêndio provocado por show pirotécnico em uma casa noturna, o ucho.info alertou os leitores para o fato de que Tarso Genro transferiria a culpa para Cezar Schirmer, prefeito de Santa Maria.
Schirmer é filiado ao PMDB, partido que na esfera federal é um dos mais importantes da base de sustentação do governo Dilma, mas há em seu currículo um detalhe que havia caído no esquecimento da opinião pública e que prontamente foi lembrado por este site. O detalhe, que não macula sua história, pelo contrário, é que Cezar Schirmer foi o relator do processo de cassação do deputado federal João Paulo Cunha no Conselho de Ética da Câmara. Em seu relatório, Schirmer concluiu pela cassação do mandato do petista, o que não foi conformado em plenário porque as reticências financeiras do Mensalão do PT ainda estavam dentro do prazo de validade.
Em entrevista à Rádio Estadão, na manhã desta quinta-feira (31), Tarso Genro disse que a prefeitura não deveria ter concedido o alvará de funcionamento à casa noturna que acabou consumida pelo fogo.
“Mesmo que (a boate) estivesse dentro de normas legais de engenharia, qualquer leigo olharia aquele local e não daria alvará. Não tinha portas laterais, era uma espécie de alçapão, uma estrutura predatória da vida humana. E era visível que a casa não estava preparada para receber mais gente do que o autorizado, cerca de 600 pessoas”, disse Tarso Genro.
Se Tarso Genro foi um leigo no Ministério da Educação e uma anomalia no Ministério da Justiça, apenas porque é companheiro de Lula, não será um néscio e ignaro que decidirá se uma casa noturna pode ou não funcionar. Cabe a cada autoridade, nas diversas instâncias do poder público, cumprir o papel que lhe cabe. Se a causa das mortes foi o incêndio, a responsabilidade compete às autoridades que liberaram o local, nesse caso o Corpo de Bombeiros.
Não há como a prefeitura negar o alvará de funcionamento de um empreendimento que, estando de acordo com o que determina a legislação municipal, conta com autorização do Corpo de Bombeiros. Caso a prefeitura negue o alvará sem justificativa plausível,o que no momento não existia, corre o risco de ser processada judicialmente e condenada a indenizar os donos do negócio.
Os Poderes do Estado são constituídos à sombra da Constituição Federal, cabendo a eles o respeito mútuo, mesmo que na mesma esfera, não sendo permitido o atropelamento de leis que regem a União, estados e municípios, em detrimento de ou de outro. Se o governador é covarde a ponto de não reconhecer a culpa do seu governo e precisa tirar o seu partido do olho do furacão, a história é outra.
Tarso Genro sabe que o Corpo de Bombeiros errou ao vistoriar e liberar pela primeira vez o local onde funcionava a boate Kiss. Os jovens que lá estavam morreram porque não tiveram como escapar do incêndio, pois o imóvel não tinha as saídas de emergência necessárias e muito menos rota de fuga. E isso compete ao Corpo de Bombeiros verificar e aprovar, ou não.
Pela história inconteste e importância como unidade da federação, o Rio Grande do Sul é grande demais para a pequenez de Tarso Genro como homem público e ser humano. O povo gaúcho, que ainda molha o chimarrão do cotidiano com as lágrimas da tristeza advinda de Santa Maria, não merece um governador desse naipe.
by Ucho

"Esselentíssimo" juiz




Ao transitar pelos corredores do fórum, o advogado (e professor) foi chamado por um dos juízes:

- Olha só que erro ortográfico grosseiro temos nesta petição.

Estampado logo na primeira linha do petitório lia-se: "Esselentíssimo Juiz".

Gargalhando, o magistrado lhe perguntou :

- Por acaso esse advogado foi seu aluno na Faculdade?

- Foi sim - reconheceu o mestre. Mas onde está o erro ortográfico a que o senhor se refere?

O juiz pareceu surpreso:

- Ora, meu caro, acaso você não sabe como se escreve a palavra Excelentíssimo?

Então explicou o catedrático:

- Acredito que a expressão pode significar duas coisas diferentes.

Se o colega desejava se referir a excelência dos seus serviços, o erro ortográfico efetivamente é grosseiro. Entretanto, se fazia alusão à morosidade da prestação jurisdicional, o equívoco reside apenas na junção inapropriada de duas palavras.

O certo então seria dizer:

" Esse lentíssimo juiz ".

Depois disso, aquele magistrado nunca mais aceitou o tratamento de "Excelentíssimo Juiz", sem antes perguntar:

- Devo receber a expressão como extremo de excelência ou como superlativo de lento ?

Em Alta

Sincericídio de Luiz Inácio. Ou da cópia dele.

Sim, no dia 24 de março de 2026, durante a cerimônia de sanção do "PL Antifacção" (projeto de lei que endurece regras para facções...

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