segunda-feira, 18 de março de 2013

Sou um colecionador de frases cretinas. by Fernando Jorge



 Entre suas obras está o livo Cale a boca, Jornalista! (OBRA CLÁSSICA,FUNDAMENTAL PARA TODOS QUE DESEJAM CONHECER PROFUNDAMENTE. A HISTÓRIA DO BRASIL E A DE SUA IMPRENSA) . Li em 89/90 e em 2009 criei o blog com o mesmo nome, por me sentir, como num Dejavú no mesmo momento histórico e politico  relatado no  livro.by Deise


"Eu coleciono as frases imbecis das pessoas mais famosas do Brasil. Já tenho centenas dessas frases e pretendo publicar um livro, ao qual darei este titulo: Dicionário das frases cretinas dos brasileiros celebres.
Baseado em frias análises, cheguei à uma conclusão: o poder, diversas vezes, também emburrece, cretiniza.

Foi a única explicação lógica que eu encontrei para compreender as frases idiotas de pessoas famosas, cujos nomes se acham em evidência nos jormais, nas revistas, nos programas das emissoras de televisão.
Há vários anos, aliás, as besteiras dessa gente frequentam os noticiários.

Após assumir a presidência da Republica em 15 de março de 1985, o maranhense José Sarney vomitou a seguinte asneira:

“Realmente, estamos importando alimentos, mas isso é ótimo, porque significa que quem não comia está comendo." 

Oh raciocínio genial! Cérebro privilegiado, o do senhor José Sarney! Ele merece, não há duvida, ser membro da estéril Academia Brasileira de Letras. Amigo leitor, curve a cabeça diante da robusta inteligência do singular poeta do livro Maribondos de fogo, obra onde a poesia foi assassinada por esses insetos chamejantes! 

Ficaram célebres as frases cretinas do senhor Mário Amato, na época em que era presidente da FIESP. No mês de abril de 1989, por exemplo, ele fez este elogio à senhora Dorothéia Werneck, ministra do Trabalho do presidente Sarney:

-Ela é muito inteligente, apesar de ser mulher.

A frase é tão cretina, mas tão cretina, que dispensa qualquer comentário. E comentar o quê? Assim como uma rosa é apenas uma rosa, conforme dizia a Gertrude Stein, a m. é apenas uma m. Mais tarde, em 21 de junho de 1992, justificando a sonegação de impostos como "a defesa da sociedade contra a elevada carga tributária”, o senhor Mário Amato garantiu:

-Sonegar impostos é proteger a sociedade brasileira. O crime compensa. Ninguém pode atirar a primeira pedra: somos todos corruptos.

Estas frases imorais, insultuosas, cretinas, geraram o protesto indignado de 150 empresários gaúchos e do senhor Luíz Carlos Mandelli, presidente da Federação de Indústrias do Rio Grande do Sul. Vários gângsteres de Chicago e Nova York, inclusive o impiedoso Al Capone, enviaram do Inferno, onde cumprem as suas penas eternas, calorosos telegramas de aplauso ao senhor Mário Amato.
Três meses depois, em outubro de 1992, o Amato expeliu outra frase cretina:

-Quando a mocidade, que está despontando para a cidadania, sai para as ruas, isso me amedronta e apavora.". 

Sentir medo da mocidade consciente, patriótica! Olhem aí o cúmulo do reacionarismo! Mário Amato deveria tremer, borrar as calças, se fosse o contrário. Se os jovens se acomodam diante do erro, do arbítrio, da corrupção, da patifaria, da injustiça, isto sim é condenável e maléfico. Viva pois a mocidade estuante, vibrante, apaixonada, a bela e generosa mocidade que sai das escolas, das universidades, e vai às ruas para reagir, protestar, combater a opressão, defender a democracia, lutar pela liberdade, a indômita e esplêndida mocidade de quente e rubro sangue novo! Ela é que é a verdadeira esperança de meu país, o seu futuro radioso! 

Durante a campanha pelas eleições diretas, no ano de 1989, o doutor Paulo Salim Maluf deu este conselho em Belo Horizonte, na Faculdade de Ciências Médicas:

-O que fazer com um camarada que estuprou uma moça e matou? Tá bom, tá com vontade sexual, estupra, mas não mata.

Frases soberbas, notáveis! Eu soube que o presidente da Sociedade Brasileira de Estupradores convocou uma reunião extraordinária para os sócios desse grêmio poderem aplaudir de pé, entusiasticamente, o doutor Paulo Salim Maluf, defensor dessa nova e revolucionária prática sexual, chamada "Estupra, mas não mata". Convém dizer: o “Maniaco do Parque”, o Francisco de Assis Pereira, tentou acatar o conselho do doutor Maluf, porém ele não se dominava na hora "H" e acabou estuprando e matando dezenas de moças nas clareiras do Parque do Estado, uma das maiores áreas verdes da cidade de São Paulo. Francisco, menino mau, por que você não se limitou a estuprar as moças, seguindo o excelente conselho do doutor 
Maluf, por quê? Em 1995, o doutor Maluf confessou: 

-Me orgulho muito dos povos árabes, mas sou de origem libanesa. 

Ora, eu pergunto, e o Líbano não é um país árabe? É tão árabe que 75 por cento da sua população é muçulmana. Basta salientar: em 1945 o Líbano ingressou na Liga Árabe. Eis os nomes árabes de localidades do país dos cedros: Al Laban, Batrum, Bent Jbail, Dayr al Qamar, El Khiyam, Qurnat al-Hamrã, etc, etc.
Bem, e qual é a minha firme conclusão? A minha firme conclusão é simples: de fato o poder em nosso país muitas vezes burrifica, imbeciliza. Os miolos de certos fulanos que exercem o poder se desconjuntam e ficam soltos, boiando nas suas cabeças. Eles passam a ter os cérebros em compotas. Devido a esta metamorfose, começam a defecar pela boca".

by Fernando Jorge

Nascido no Rio de Janeiro, estudou Direito na Universidade de São Paulo, é diplomado em Biblioteconomia (foi diretor da Divisão Técnica de Biblioteca da Assembléia Legislativa de São Paulo), e jornalista com a carteira 088 da Associação Brasileira de Imprensa - SP. 




Idiocracia – Ignorância vs Educação.



A palavra “idiocrasia” vem de um filme de 2006, chamado “Idiocracy”. O filme, que é de humor negro, retrata dois personagens que se inscrevem para um experimento militar de hibernação, que acaba dando tremendamente errado: eles despertam 500 anos no futuro e descobrem então, que o mundo se tornou uma sociedade humana uniformemente estúpida.

Poderíamos, então, definir a palavra “idiocrasia” como a massificação da estupidez. Assim, eu pergunto: já não estaríamos caminhando para algo assim?

Nossa sociedade valoriza os fortões, bonitões e burros, enquanto despreza os inteligentes. No Brasil, o modelo para nossas crianças não são pessoas como Albert Einstein e Carl Sagan, mas pessoas como Neymar, Pato e Ganso. O nível de aplicação em educação por nossos governantes é risível. Não importa com que partido você simpatize: todos agem assim e a coisa tem estado assim desde antes do golpe de 64. Talvez desde a independência.

Apesar disso tudo, conseguimos produzir cientistas do calibre de Miguel Nicolelis, mas nossa produção intelectual, que se traduz, por exemplo, no número de pedidos de patentes, é risível. Pior: mesmo Miguel Nicolelis, com todo o conhecimento científico que já produziu, é pouquíssimo conhecido em nosso país. Brasileiros como ele ganham fama apenas no exterior, infelizmente.

Outro problema é a quantidade de livros que lemos ao ano. Eu ou você, que lê este artigo, podemos até ler uma quantidade razoável, mas e o restante das pessoas? A verdade é que, sempre que pego um livro para ler em público, não importa o tema, as pessoas ao redor começam a me olhar e a torcer o nariz. Às vezes parece até que ter o hábito de ler se tornou uma doença grave.

Este problema prejudica não só as pessoas, mas também o país como um todo. Empresas já começam a importar trabalhadores para ocupar vagas para as quais elas não conseguem encontrar candidatos capacitados. Isto prejudica o país, pois serve como um freio para seu crescimento. Os únicos favorecidos são os piores políticos que temos, os mais corruptos, que acabam conseguindo se reeleger a cada nova eleição.

Meu ponto é: até onde chegaremos com isto? Até quando as pessoas vão se conformar em ser idiotizadas por emissoras de TV que só passam porcarias; por governos que não dão a mínima para a educação; e por diversos outros meios? Não sei. Às vezes penso em fazer como muitos já fizeram: cuidar de meus estudos, sair do país e dar um “foda-se” para tudo isto aqui. Mas, não sei, acho que sou teimoso demais para isso.

O mais interessante é que, sempre que aparece um modelo de aplicação em educação que funciona bem lá fora, já se afirma que “aqui não daria certo”. Não daria certo? Mas como pode-se afirmar isto, sem sequer testar isto? O que menos importa, aqui, é o que dá certo ou não. O que importa é que não há interesse, principalmente entre políticos, de se mudar as coisas. Infelizmente.

Texto de Mário César Araújo.

Como sair da adicção ativa = Entrar em Recuperação






"Adicção: a incapacidade de parar um sentimento, ação, hábito ou                                    
                                                       comportamento auto destrutívo"
                                                                                                                                             
                                                                                         (M.D.A.)


_______________O dependente químico em recuperação é a pessoa que tem uma doença incurável, por isso o dependente está em recuperação pela vida toda, é como se fosse um diabético, não tem cura.

Na doença da dependência química não existe culpado, somente responsável, a culpa termina nela própria, e a responsabilidade começa nela própria. Não sou culpado pela doença , mas sou responsável pelo tratamento e o estar em recuperação.

O primeiro passo para estar em recuperação é parar de usar, não podemos esperar que algo funcione para nós se as nossas mentes e corpos ainda estiverem intoxicados pelo álcool e outras drogas.

O tratamento que só visa a libertação física, o deixar usar as drogas, corre o risco de que nas adversidades, recorrer à 'mesma solução' que é usar drogas, pois não ocorreram as mudanças interiores, ou seja o dependente disponha a buscar ajuda no seu interior, para descobrir um novo caminho que igual a um projeto de vida para resgatar-se como ser-ao-mundo. Em um projeto de vida é fundamental que seja em direção ao outro, ou seja que o outro esteja presente. Tratamento é pensar na vida a fim de resgatar de forma autêntica a experiência do EU e do NÓS. No fundo tratar é o dependente recomeçar a gostar de si mesmo, é valorizar a vida. Mudando a si, ao mesmo tempo muda seu posicionamento no social.


O psicólogo Carl Rogers demonstra que em todo organismo, em qualquer nível, existe um movimento em direção ao crescimento. Esse processo é denominado de tendência de realização. Esta tendência de realização pode ser impedida, mas não destruída, a não ser que se destrua o organismo. Por isso afirmamos categoricamente que a drogadição não é uma condição sem esperança, e que existe o tratamento e o estar em recuperação.

O dependente químico em recuperação, quando para de usar apresenta a síndrome de abstinência . Sendo aguda e aparece em horas ou dias, sendo demorada e aparece após meses ou anos.

Síndrome de abstinência psicológica ocorre na mudança da emoção, os sinais e sintomas são:

emocionais- ansiedade [o DQ é o dobro ansioso que a média da população], alteração do humor [mudança brusca de comportamento], agressividade, angústia, irritabilidade, tensão, desorientação no tempo e no espaço, convulsões, paranóia [medo, perseguição, pânico], depressão primária [o DQ gera problemas iguais ao depressivo]. memória - confusão mental, concentração, raciocínio, lapsos de memória, crise de identidade.

sono-sono alterado [insônia ou sono pesado], sonhos aumentados [onde as angústias são resolvidas, a fabricação de coisas boas e a esperança de acontecer], pesadelo [ geralmente com a drogadição ].

Síndrome de abstinência física ocorre as mudanças físicas, os sinais e sintomas são -
alucinações e delírios, dor de cabeça, cãibras, sudorese, dores musculares, tremores, fadiga, oscilação pressão arterial, taquicardia, febre, náuseas, vómitos, diarréia ou intestino preso, falta de apetite.

O dependente após período de tratamento e ao estar em recuperação, começar a construir a sua auto estima através dos seguintes itens:



A minha recuperação não é para as pessoas e sim para eu ter equilíbrio na minha vida - sincero e honesto - não utilizar a manipulação - vá com calma, mas vá - estabelecer e cumprir as metas - ser assertivo - quando do ressentimento se perdoar - evitar amigos da ativa, hábitos, lugares, idéias e diversões - trabalhar o bom humor - evitar o isolamento - ame-se, seja seu melhor amigo - escolher a felicidade - identificar as suas forças - ter um sistema de valores racionais - referir-se a si mesmo com nomes positivos - colocar limite para as críticas destrutivas - melhorar-se, tentar coisas novas - decidir qual o meu valor - respeitar seu corpo com alimentos nutritivos e exercícios - meditar, orar, relaxar, tirar tempo para si mesmo.

O dependente em recuperação, na condição de pessoa tem inúmeros direitos pessoais, destaco o seguinte - dependendo da maneira que trato as pessoas, tenho o direto de exigir coisas dessas pessoas como por exemplo - RESPEITO

A recuperação começa com aplicação dos princípios espirituais contidos nos DOZE PASSOS dos grupos de mútua ajuda [ AA - ALCÓOLICOS ANÔNIMOS , NA - NARCÓTICOS ANÔNIMOS ], em todas as áreas da vida.

Ir as reuniões de recuperação dos grupos de mútua ajuda, aprendemos o valor de conversar com outros dependentes que compartilham dos nossos problemas, esperanças, metas, e reconhecemos que um dependente pode compreender e ajudar melhor outro dependente.

Na recuperação o dependente além de freqüentar as reuniões dos grupos de mútua ajuda, deve fazer terapia com psicólogos, porque a psicoterapia visa ajudá-lo a se conhecer melhor, e ajudar no combate ao hábito obsesivo e compulsivo da doença.


Na recuperação serão apresentados princípios espirituais, como a rendição que é a aceitação da nossa doença e começamos a acreditar, a um nível mais profundo,que também nós podemos nos recuperar e ficamos abertos à mudança , verdadeiramente ocorre a rendição. A rendição significa que não temos mais que lutar. Estamos dispostos a fazer o que for necessário para ficarmos limpos e abstinentes, a tentar um novo modo de vida e até a fazer do que não gostamos.


Quando a vida do dependente parece estar a cair aos pedaços, ele concentra-se nas bases do programa dos DOZE PASSOS, e em ver que a rendição é que a vitória, está em admitirmos a derrota perante a drogadição. O vazio deixado pela drogadição é preenchido através da prática e da vivência dos DOZE PASSOS.




Quando o dependente admite a sua impotência perante as drogas e que tinha perdido o domínio da sua vida, o dependente abre a porta para que um Deus maior que nós nos ajude. Não é onde estávamos que conta, mas para onde estamos indo que importa. Colocamos a vida espiritual em primeiro lugar e aprendemos a usar esses princípios espirituas como a paciência, tolerância, humildade, mente aberta, honestidade e boa vontade nas nossas vidas diárias. São atitudes novas que nos ajudam a admitir os nossos erros e pedir ajuda.


Em recuperação os fracassos são apenas contrariedades temporárias, as crises são, assim, oportunidades para fazer crescer a bagagem de vida, de se ficar mais sábio e para aumentar o crescimento espiritual. Aprendemos que os conflitos são parte da realidade, e aprendemos novas maneiras de resolvê-los, em vez de fugir deles. Aprendemos que, se uma solução não for prática, ela não é espiritual.


No passado, transformávamos as situações em problemas; fazíamos uma tempestade de um copo d'água. Foram as nossas grandes idéias que nos trouxeram aqui. Em recuperação, aprendemos a depender de um Deus maior do que nós. Não temos todas as respostas ou soluções, mas podemos aprender a viver sem drogas e um novo modo de vida. Podemos nos manter limpos e apre ciar a vida como ela é, se nos lembramos de viver SÓ POR HOJE.





Não somos responsáveis pela nossa doença, apenas pela nossa recuperação. À medida que começamos a aplicar o que aprendemos,nossas vidas começam a mudar para melhor.Descobrimos que nos tornamos capazes de receber assim como de dar. Passamos a conhecer a felicidade, alegria e liberdade. Não existe um modelo de dependente químico em recuperação. Mas sonhos perdidos despertam e surgem novas possibilidades.

A recuperação torna-se um processo de aproximação, perdemos o medo de tocar e de sermos tocados. Apren- demos que um simples abraço amigo pode fazer toda a diferença do mundo, quando nos sentimos sozinhos. Experimentamos o verdadeiro amor e a verdadeira amizade.


Como dependente em recuperação, temos dificuldades com a aceitação, que é essencial à nossa recuperação. Quando nos recusamos a praticar a aceitação, ainda estamos, de fato, negando a nossa fé num Deus maior que nós. Essa preocupação demonstra que é falta de fé. A rendição da nossa vontade por drogas põe-nos em contato com Deus, que preenche o vazio dentro de nós, que nada podia preencher. Aprendemos a confiar na ajuda de Deus diariamente. Viver SÓ POR HOJE alivia a carga do passado e o medo do futuro. Aprendemos a tomar as atitudes necessárias, e a deixar os resultados nas mãos de um Deus maior do que nós.


Gradualmente, à medida que nos centramos mais em Deus, do que em nós mesmos, o nosso desespero se transforma em esperança. A mudança também envolve essa grande fonte de medo, o desconhecido. O nosso Deus é a fonte de coragem que precisamos para encarar este medo.





Tudo o que conhecemos está sujeito a revisão, especialmente o que sabemos sobre a verdade. Reavaliamos as nossas velhas idéias, a fim conhecermos as novas idéias que levam a uma nova maneira de viver. Reconhecemos que somos humanos com uma doença física, mental e espiritual. Quando aceitamos que a nossa drogadição causou o nosso próprio inferno e que existe um Deus disponível para nos ajudar, começamos a fazer progressos na solução dos nossos problemas.


Na oração da serenidade, vemos que temos algumas coisas temos que aceitar, outras podemos modificar, e a sabedoria para perceber a diferença entre aceitar e modificar, vem com o crescimento espiritual. Se mantivermos diariamente a nossa condição espiritual, será mais fácil lidarmos com a dor e a confusão. Esta é a estabilidade emocional de que tanto precisamos.




Qualquer dependente limpo é um milagre.Mantemos o milagre vivo em contínua recuperação através de atitudes positivas. Se, após algum tempo, sentirmos dificuldades com a nossa recuperação, é porque, provavelmente, paramos de fazer alguma das coisas que nos ajudaram nas fases iniciais da recuperação.


by crackeblog (texto)
MM (fotos)

Em Alta

Os números do PT

by Deise Brandão Existe a narrativa de que o PT é um partido gigante, mas, quando se observam os números institucionais, o cenário é mais m...

Mais Lidas