sábado, 2 de fevereiro de 2013

. Correa é o oitavo presidente do Equador desde 1997


Rafael Vicente Correa Delgado (Guaiaquil6 de abril de 1963) é economistapolítico e o atual presidente do Equador.[1]. Tem doutorado em economia.
Criado numa família de classe média na cidade portuária de Guaiaquil, Correa ganhou bolsas para estudar na Europa e nos Estados Unidos. Economista, foi assessor do ex-presidente Alfredo Palacio durante suas funções como vice-presidente. Depois, foi ministro de Economia e Finanças no início da gestão de Palacio na presidência, entre abril e agosto de 2005, após a destituição de Lucio Gutiérrez. Renunciou ao cargo por discordar da política presidencial. É casado com Anne Malherbe.
Durante sua gestão propôs uma postura nacionalista, oposta aos organismos multilaterais como o Banco Mundial e o FMI, e a favor de uma maior participação do Estado na exploração do petróleo.
No início de setembro de 2006, aparecia em terceiro lugar nas pesquisas eleitorais, passando para a liderança das pesquisas no começo de outubro. Candidato àPresidência da República pelo movimento Alianza PAIS (Patria Altiva (y) Soberana), obteve 22% dos votos nas eleições de 15 de outubro, ficando atrás do magnata da banana Álvaro Noboa (27%). No segundo turno disputado em novembro, obteve 56,67% dos votos válidos, contra 43,33% de Noboa. Correa tomou posse no dia 15 de janeiro de2007, para um mandato de 4 anos. Participaram da posse políticos como os presidentes da Bolívia Evo Morales e da Venezuela Hugo Chávez, seus principais aliados no exterior, além de Luís Inácio Lula da Silva do BrasilMichelle Bachelet do Chile e Mahmoud Ahmadinejad do Irã.

Proposta de governo


Correa (esq.) numa reunião da Unasul.
Correa propõe renegociar a dívida externa, rever contratos petrolíferos (inclusive com aPetrobras), não renovar a concessão de uma base usada por militares dos EUA e convocar uma Assembleia Constituinte para reduzir a influência política sobre o Judiciário e obrigar os deputados a viverem nos pequenos distritos eleitorais que representam. Também é contrário à assinatura de tratado de livre-comércio com os EUA, pois prefere aderir àAlba, uma iniciativa de Chávez que reúne aliados como Cuba. Poucas semanas antes da posse, o segundo maior partido do Equador decidiu apoiá-lo, de modo que Correa terá uma ligeira maioria parlamentar, que possibilitará convocar a Constituinte.

[editar]Ideias políticas

Correa escreveu vários documentos contra a dolarização, a qual qualificou como um erro técnico, ao eliminar a política monetária e cambial. Uma vez em campanha eleitoral, devido ao respaldo de certos setores favoráveis à dolarização, suavizou o discurso e aceitou mantê-la.
Alguns analistas o identificam com a denominada "esquerda progressista e nacionalista" de Chávez e Morales, ainda que Morales fosse um sindicalista e Chávez um militar, antecedentes históricos muito diferentes dos de Correa, que se autodefine como um "humanista cristão de esquerda" e propõe uma política soberana e de integração regional na linha bolivariana. Sua orientação política é inspirada pela Doutrina Social da Igreja, e a filosofia do Humanismo Cristão; apesar de amplo apoio de partidos de esquerda e de movimentos sindicalistas e indígenas, Correa pende para um conservadorismo católico.
Manifestou diversas vezes sua admiração pelo presidente da Venezuela Hugo Chávez, com quem tem certa amizade. Na campanha eleitoral, o então candidato disse ser amigo de Chávez, e qualificou o presidente dos Estados Unidos George W. Bush comotremendamente torpe. Provavelmente manterá boas relações com os governos de esquerda da América Latina, ArgentinaBrasilChile,Uruguai, e Peru. Como Presidente eleito, visitou Brasil, Bolívia, Peru, Argentina e Chile.

Crise governamental



Os presidentes Rafael Correa, do Equador, e Luiz Inácio Lula da Silva do Brasil.
Em 30 de setembro de 2010, uma grave crise política explodiu no Equador, atingindo o governo de Rafael Correa. Policiais protestando contra o corte de benefícios e redução de salários estipulados por decreto presidencial, tomaram as ruas do país transformando num caos a capital Quito e cidades do interior, comoGuayaquil. Depois de tentativas de agressão física ao presidente em meio a pedradas e bombas de gás lacrimogênio, Correa foi levado a um hospital policial, estando no momento mantido sob guarda de seus guarda-costas e cercado por forças policiais e militares.[2]
Correa declarou o Equador em estado de emergência por cinco dias e ameaçou dissolver a Assembleia Nacional em meio a denúncias de tentativa de golpe de estado e o Peru fechou suas fronteiras com o país. AOEA e o Mercosul manifestaram apoio ao governo de Correa, enquanto o chefe do comando das Forças Armadas equatorianas, general Ernesto González, declarou apoio e subordinação ao presidente da República.[3]

Notas e referências

  1.  Estadão. Correa é o oitavo presidente do Equador desde 1997. Página visitada em 30/09/2010.
  2.  Equador decreta estado de exceção; presidente estaria cercado em hospital.
  3.  Correa declara estado de exceção no Equador e denuncia tentativa de golpe em meio a protestos.



Rafael Correa
Rafael Correa em sua posse, 2007
41º presidente do Equador Equador
Mandato15º de janeiro de 2007
atualidade
Vice-presidenteLenín Moreno
Antecessor(a)Alfredo Palacio
Presidente pro tempore do Unasul Emblem of the Union of South American Nations.svg
Mandato10 de agosto de 2009
26 de novembro de 2010
Antecessor(a)Michelle Bachelet
Sucessor(a)Bharrat Jagdeo
Ministério da Economia do Equador Equador
Mandato20 de abril de 2005
8 de agosto de 2005
Antecessor(a)Mauricio Yepez
Sucessor(a)Magdalena Barreiro
Presidente do Alianza País Alianza PAIS 02.svg
Mandato2006
atualidade
Vida
Nome completoRafael Vicente Correa Delgado
Nascimento06 de abril de 1963 (49 anos)
GuaiaquilEquador
Nacionalidade Equador
Alma materUniversidad Católica de Santiago de Guayaquil
Universidade Católica da Lovaina
Universidade de Illinois em Urbana-Champaign.
CônjugeAnne Malherbe Gosselin (Namur16 de dezembro de1968)
PartidoAlianza PAIS 02.svg Alianza País
ReligiãoCatólica romana
ProfissãoDoutor em Economia
AssinaturaAssinatura de Rafael Correa
Websitehttp://www.presidencia.gob.ec
FilhosSofía, Anne Dominique, Rafael Miguel.

by Wikipédia

Rafael Correa seria reeleito em primeiro turno com 56%, segundo última pesquisa


– 31 ENERO, 2013

Rafael CorreaA possibilidade real de que o candidato presidencial Rafael Correa seja reeleito em primeiro turno no próximo  17 de fevereiro ficou evidenciado na última pesquisa publicada pela empresa Opinión Pública Ecuador realizada de 26 a 27 de janeiro. A sondagem mostra uma intenção de votos para Correa de 56 por cento, seguido do candidato Guillermo Lasso com 13 por cento enquanto os outros candidatos estão com menos de 5 por cento e alguns têm intenção abaixo de 1 por cento.
O diretor da empresa, Santiago Pérez, afirmou que “as tendências estão marcadas  claramente.  A menos que ocorra um evento extraordinário, que possa alterar o cenário eleitoral, é factível que o presidente Rafael Correa consiga ganhar as eleições em um só turno e isso está dentro das possibilidades”.
Opinión Pública Ecuador destacou que num outro levantamento feito entre  5 e 12 de janeiro, quando se entrevistou 9.870 pessoas em 23 das 24 províncias do Equador,  57 por cento dos eleitores já decidiram como vão votar em 17 de fevereiro, enquanto 21 por cento não sabe como votará para a Assembleia Nacional.
Ante as denúncias da oposição sobre o pagamento das empresas de opinião, Santiago Pérez destacou que “nós fazemos um trabalho profissional (…) temos sido caracterizados pela qualidade e precisão dos nossos levantamentos”.
Pérez ressaltou que sua empresa “tem uma liderança e um reconhecimento, tanto público como privado, pois garantimos uma metodologia que tem a máxima seriedade e aproximação com as ciências sociais”.
Cerca de 11,6 milhões de equatorianos estão aptos a eleger Presidente e Vice-presidente, bem como parlamentares andinos e deputados nacionais e provinciais.
 by http://forodesaopaulo.org

Hipócritas do lulopetismo se horrorizam com Renan presidente do Senado — mas ele é PARTE INTEGRANTE do lulopetismo!

Na Mesa do Senado, Renan Calheiros recebe o cargo de presidente da Casa de Sarney (Foto: Geraldo Magela / Agência Senado)
Mas que bando de hipócritas! Há numerosos lulopetistas em todos os cantos — inclusive colunistas e blogueiros — espinafrando a eleição, pelo Senado, do senador Renan Calheiros (PMDB-AL) como seu novo presidente, por folgados 56 votos a 18 conferidos ao senador Pedro Taques (PDT-MT), e dois nulos.
Calheiros, que se viu obrigado a renunciar ao mesmo cargo em 2007 para não ser cassado, devido ao envolvimento em escândalos, está neste exato momento, como se sabe, sendo alvo de três processos no Supremo Tribunal Federal por peculato, falsidade ideológica e uso de documento falso, e sua atuação nos bastidores do governo, supostamente para favorecer amigos, está coberta por nuvens cinzentas.
É, evidentemente, um grande constrangimento, para não dizer uma coisa horrorosa, termos na presidência do Senado e do Congresso alguém nessas condições, e igualmente não é nenhuma maravilha ver aboletar-se um deputado medíocre, como Henrique Alves (PMDB-RN), integrante de uma dinastia de neocoronéis do Nordeste, e também cercado de controvérsias, na presidência da Câmara, como está prestes a ocorrer.
O problema é que lulopetistas não têm autoridade moral para criticar nem Renan, nem Alves!
Moral alguma!
Os dois são produto da aliança eleitoreira entre o antigo e suposto “partido da ética”, o suposto “renovador” da política brasileira — o PT — com o partido de espertalhões gulosos que é o PMDB. Ao fundir seu destino ao PMDB do vice-presidente Michel Temer para eleger Dilma e alcançar grande maioria no Congresso, o PT igualou-se moralmente ao agora irmão gêmeo.
Os “300 picaretas” de que um Lula que não existe mais falava estão todos com ele! E com Dilma!
Esse tipo de gente como Renan e Alves são hoje a cara do lulopetismo, que apoiam num regime de trocas. Ambos candidatos foram devidamente abençoados pelo Palácio do Planalto. Em seus cargos, continuarão a ser o que já são — parte importante do esquema de poder lulopetista. Tanto é que obtiveram, por escrito, o apoio do principal guru do stalinismo lulo-petista, o hoje réu mensaleiro condenado José Dirceu.
De fato, em seu blog, sem a hipocrisia que muitos lulopetistas ostentam diante das duas figuras que presidem nossas Casas legislativas a partir de hoje, Dirceu classifica de “campanha de falso moralismo” as críticas Renan.
Ele se refere, naturalmente, à oposição e à “imprensa golpista” (com que exércitos contaria?) — mas a carapuça cabe direitinho na cabeça dos quadros lulopetistas que, hipocritamente, se horrorizam com algo que eles próprios criaram.
by 

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