domingo, 27 de novembro de 2011
sábado, 26 de novembro de 2011
Geração Y - Eles já foram acusados de tudo: distraídos, superficiais e até egoístas. Mas se preocupam com o ambiente, têm fortes valores morais e estão prontos para mudar o mundo
COMPORTAMENTO
Rita Loiola
Com 20 e poucos anos, esses jovens são os representantes da chamada Geração Y, um grupo que está, aos poucos, provocando uma revolução silenciosa. Sem as bandeiras e o estardalhaço das gerações dos anos 60 e 70, mas com a mesma força poderosa de mudança, eles sabem que as normas do passado não funcionam - e as novas estão inventando sozinhos. "Tudo é possível para esses jovens", diz Anderson Sant'Anna, professor de comportamento humano da Fundação Dom Cabral. "Eles querem dar sentido à vida, e rápido, enquanto fazem outras dez coisas ao mesmo tempo."
Folgados, distraídos, superficiais e insubordinados são outros adjetivos menos simpáticos para classificar os nascidos entre 1978 e 1990. Concebidos na era digital, democrática e da ruptura da família tradicional, essa garotada está acostumada a pedir e ter o que quer. "Minha prioridade é ter liberdade nas minhas escolhas, fazer o que gosto e buscar o melhor para mim", diz a estudante Priscila de Paula, de 23 anos. "Fico muito insatisfeita se vejo que fui parar em um lugar onde faço coisas sem sentido, que não me acrescentam nada."
A novidade é que esse "umbiguismo" não é, necessariamente, negativo. "Esses jovens estão aptos a desenvolver a autorrealização, algo que, até hoje, foi apenas um conceito", afirma Anderson Sant'Anna. "Questionando o que é a realização pessoal e profissional e buscando agir de acordo com seus próprios interesses, os jovens estão levando a sociedade a um novo estágio, que será muito diferente do que conhecemos."
Nessa etapa, "busca de significado" é a expressão que dá sentido às coisas. Uma pesquisa da Fundação Instituto de Administração (FIA/USP) realizada com cerca de 200 jovens de São Paulo revelou que 99% dos nascidos entre 1980 e 1993 só se mantêm envolvidos em atividades que gostam, e 96% acreditam que o objetivo do trabalho é a realização pessoal. Na questão "qual pessoa gostariam de ser?", a resposta "equilibrado entre vida profissional e pessoal" alcançou o topo, seguida de perto por "fazer o que gosta e dá prazer". O estudo, desenvolvido por Ana Costa, Miriam Korn e Carlos Honorato e apresentado em julho, tentou traçar um perfil dessa geração que está dando problema para pais, professores e ao departamento de RH das empresas.
No trabalho, é comum os recém-contratados pularem de um emprego para o outro, tratarem os superiores como colegas de turma ou baterem a porta quando não são reconhecidos. "Descobrimos que eles não são revoltados e têm valores éticos muito fortes, priorizam o aprendizado e as relações humanas", diz Miriam. "Mas é preciso, antes de tudo, aprender a conversar com eles para que essas características sejam reveladas."
BERÇO DIGITAL §
E essa conversa pode ser ao vivo, pelo celular, e-mail, msn, Twitter ou qualquer outra ferramenta de comunicação que venha a surgir no mundo. Essa é a primeira geração que não precisou aprender a dominar as máquinas, mas nasceu com TV, computador e comunicação rápida dentro de casa. Parece um dado sem importância, mas estudos americanos comprovam que quem convive com ferramentas virtuais desenvolve um sistema cognitivo diferente.
Uma pesquisa do Departamento de Educação dos Estados Unidos revelou que crianças que usam programas online para aprender ficam nove pontos acima da média geral e são mais motivadas. "É a era dos indivíduos multitarefas", afirma Carlos Honorato, professor da FIA. Ao mesmo tempo em que estudam, são capazes de ler notícias na internet, checar a página do Facebook, escutar música e ainda prestar atenção na conversa ao lado. Para eles, a velocidade é outra. Os resultados precisam ser mais rápidos, e os desafios, constantes.
É mais ou menos como se os nascidos nas duas últimas décadas fossem um celular de última geração. "Eles já vieram equipados com a tecnologia wireless, conceito de mobilidade e capacidade de convergência", diz a psicóloga Tânia Casado, coordenadora do Programa de Orientação de Carreiras (Procar) da Universidade de São Paulo. "Usam uma linguagem veloz, fazem tudo ao mesmo tempo e vivem mudando de lugar." O analista Francis Kinder, de 22 anos, não permanece muito tempo fazendo a mesma coisa. "Quando as coisas começam a estabilizar fico infeliz", diz. "Meu prazo é três meses, depois disso preciso mudar, aprender mais."
Um estudo da consultoria americana Rainmaker Thinking revelou que 56% dos profissionais da Geração Y querem ser promovidos em um ano. A pressa mostra que eles estão ávidos para testar seus limites e continuar crescendo na vida profissional e pessoal. Essa vontade de se desenvolver foi apontada como fundamental para 94% dos jovens entrevistados pelos pesquisadores da FIA. Os dados refletem a intenção de estar aprendendo o tempo todo. Mas, dessa vez, o professor precisa ser alguém ético e competente.
"Esse ambiente onde qualquer um pode ser desmascarado com uma simples busca no Google ensinou aos mais novos que a clareza e a honestidade nas relações é essencial", afirma Ana Costa, pesquisadora da FIA. "Não consigo conviver com gente pouco ética ou que não cuida do ambiente onde vive", diz Felipe Rodrigues, 22 anos, estudante de administração. O sentimento do rapaz é compartilhado por 97% dos nascidos na mesma época, que afirmam não gostar de encontrar atitudes antiéticas ao seu redor, de acordo com os dados da FIA. "Chegou a hora dos chefes transparentes, alguém que deve ensinar. A geração passada enxergava os superiores como seres para respeitar e obedecer. Não é mais assim."
Mas, além de aprender com os superiores, eles sabem que também podem ensiná-los, em uma relação horizontal. Os jovens modernos funcionam por meio de redes interpessoais, nas quais todas as peças têm a mesma importância. "A Geração Y mudou a forma como nós interagimos", diz Ana Costa. "O respeito em relação aos superiores ou iguais existe, mas é uma via de duas mãos. Eles só respeitam aqueles que os respeitam, e veem todos em uma situação de igualdade", afirma.
VIDA PESSOAL EM PRIMEIRO LUGAR §
Os sinais mais claros da importância que os jovens dão aos próprios valores começam a piscar no mundo do trabalho. Como seus funcionários, as empresas estão flexibilizando as hierarquias, agindo em rede, priorizando a ética e a responsabilidade. E, se no passado a questão era saber equilibrar a vida íntima com uma carreira, hoje isso não é nem sequer questionado: a vida fora do escritório é a mais importante e ponto final.
Uma oficina sobre carreiras com estudantes da Faculdade de Administração da USP mostrou que a prioridade da maioria deles é ter "estilo de vida", ou seja, integrar o emprego às necessidades familiares e pessoais - e não o contrário. "A grande diferença em relação às juventudes de outras décadas é que, hoje, eles não abrem mão das rédeas da própria vida", diz Tânia Casado. "Eles estão customizando a própria existência, impondo seus valores e criando uma sociedade mais voltada para o ser humano, que é o que realmente importa no mundo.
| "VAMOS MUDAR O MUNDO!" Nos últimos 60 anos, três gerações marcaram época e mudaram os valores e o jeito de a sociedade pensar. Agora é a vez da abusada Geração Y . TRADICIONAIS (até 1945) |
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É a geração que enfrentou uma grande guerra e passou pela Grande Depressão. Com os países arrasados, precisaram reconstruir o mundo e sobreviver. São práticos, dedicados, gostam de hierarquias rígidas, ficam bastante tempo na mesma empresa e sacrificam-se para alcançar seus objetivos. BABY-BOOMERS (1946 a 1964) São os filhos do pós-guerra, que romperam padrões e lutaram pela paz. Já não conheceram o mundo destruído e, mais otimistas, puderam pensar em valores pessoais e na boa educação dos filhos. Têm relações de amor e ódio com os superiores, são focados e preferem agir em consenso com os outros. GERAÇÃO X (1965 a 1977) Nesse período, as condições materiais do planeta permitem pensar em qualidade de vida, liberdade no trabalho e nas relações. Com o desenvolvimento das tecnologias de comunicação já podem tentar equilibrar vida pessoal e trabalho. Mas, como enfrentaram crises violentas, como a do desemprego na década de 80, também se tornaram céticos e superprotetores. GERAÇÃO Y (a partir de 1978) Com o mundo relativamente estável, eles cresceram em uma década de valorização intensa da infância, com internet, computador e educação mais sofisticada que as gerações anteriores. Ganharam autoestima e não se sujeitam a atividades que não fazem sentido em longo prazo. Sabem trabalhar em rede e lidam com autoridades como se eles fossem um colega de turma. |
O SENHOR Y
Bruce Tulgan, 42, fundou uma consultoria e se dedica a estudar os jovens que estão entrando no mercado de trabalho. Seu último livro, Not Everyone Gets a Trophy: How to Manage Generation Y (Nem todo mundo ganha um troféu: como lidar com a geração Y, ainda sem edição brasileira), traça um perfil dessa nova geração. * É lenda urbana ou de fato esses jovens não respeitam os superiores? Tulgan: A geração Y respeita seus superiores, mas não cede de uma hora para outra. Ela não vê as relações em termos hierárquicos. O que eles querem dos chefes é oportunidade de aprendizado, responsabilidades e chances de melhorar o que fazem. Eles querem se afirmar e estão à vontade com os mais velhos - às vezes até um pouco à vontade demais. * Isso é porque eles nasceram no que você chama de "década da criança"? Tulgan: Talvez. Essa geração foi superprotegida, educada em uma época em que valorizar a auto-estima e fazer as crianças se sentirem bem era a linha dominante. O resultado foi a criação de uma mentalidade que é uma fonte inesgotável de energia, entusiasmo e inovação que, se não for bem conduzida, pode causar muitos problemas. * E isso fez com que eles se tornassem mais individualistas? Tulgan: Mesmo sendo altamente individualistas e focados nas próprias recompensas, têm uma profunda consciência social, preocupação com o meio ambiente e com os direitos humanos. A maioria tem valores morais muito fortes e tentam viver por eles. |
Características dos Adultos Índigos
SER ÍNDIGO
por Sonia Maria Milano
"Ser Índigo significa reconhecer em si próprio, de forma consciente ou não, a capacidade do Ser, como entidade espiritualizada.
Este reconhecimento não advém de qualquer método ou sistema de aprendizado exterior, mas é registrado na reconexão genética que o ser transporta desde o seu nascimento, ou mais precisamente, na atual encarnação neste planeta Terra.
Os primeiros Índigos, hoje adultos, começaram a encarnar após a 2ª guerra mundial.
Desde os anos 80, um maior número de Índigos apareceram entre nós, sendo esses, muitos dos jovens que atualmente demonstram uma enorme vontade de se reconhecerem como Seres Espirituais, vivenciando processos internos de despertar espiritual muito ativos, e muitos deles demonstrando enormes potencialidades na área da cura e na sabedoria espiritual.
Quaisquer destes adultos ou jovens, Índigos, ao terem despertado espiritualmente, conseguem rapidamente a sua sintonia espiritual e desenvolvem todos os potenciais de reconexão com a sua Fonte ou Mônada Original. Ainda assim, a capacidade de manifestação do registro genético espiritual destes seres Índigos, está aquém daquele atualmente manifestado e expresso pelas novas Crianças Índigo, que por nascerem num momento em que profundas alterações energéticas ocorreram nos seres humanos e no planeta Terra, já estão definitivamente sintonizados na Nova Energia.
Na verdade, esta temática é geralmente expressa com referência apenas às crianças Índigo, mas é importante que se tome conhecimento de que existem milhares de adultos e jovens Índigos.
A palavra Índigo está associada à cor predominante na aura destes seres humanos, porque esta cor corresponde ao chacra frontal (no centro da testa). É através deste chacra, ou centro de energia, que acedemos ao nosso registro de memória celular, à consciência interna, ou registro akáshico, sendo portanto aí que se manifesta o reconhecimento da essência individual de origem, ou ser espiritual".
Fonte:
ESCOLHA PROFISSIONAL: A VISÃO DO FUTURO
"No mundo atual, o indivíduo índigo tem grande satisfação em trabalhar com as mãos, ou com qualquer coisa ligada à ciência, à arte. São inteligentes, de fala envolvente, trabalham duro e são dedicados.
Possuem habilidade para lidar com coisas eletrônicas.
No futuro, na medida em que surgirem novas situações e necessidades, o indivíduo de aura índigo será o mais requisitado, pois possui uma visão antecipada do futuro. Pode ser um excelente médico, psiquiatra, psicólogo, escritor, tecnólogo, biólogo, cientista, filósofo, e deve correr para bem longe de atividades como direito, ciências políticas e prendas domésticas."
Fonte:
http://web.pib.com.br/nominato/forum/viewtopic.php?p=1220&sid=7ab5773f54aeaede84fca6180444cdef
ALÉM DOS CONCEITOS HUMANOS
A espiritualidade expressa pelo indivíduo de aura índigo é um exemplo do que deve ser a vida sem a culpa e o medo usados por tantas religiões para intimidar e manipular seus seguidores. Ele sente a natureza da própria divindade, aquela parte de si que é um reflexo da perfeição divina. Para ele, a espiritualidade está relacionada à autenticidade das coisas como elas são, sem adjetivos limitadores, que dividem a realidade em coisas "boas" ou "más".
O indivíduo índigo parece nascer sabendo tudo, graças à mutação energética e bioquímica que lhe permite entrar em conexão empática com O Todo. Não vê a vida sob a óptica de conceitos como "evolução" ou "perfeição", pois consegue captar a sutil verdade de que, para admitir a existência de evolução, precisaria admitir primeiramente a existência de coisas "melhores" e "piores", e ninguém melhor que o índigo para saber que isso não existe, exceto nas mentes das pessoas escravizadas pelo maniqueísmo.
Ele tem uma relação única com o Poder Superior. A maioria da humanidade considera tal poder como algo "acima" e "distante", e assim o busca. O indivíduo índigo parece ter a sensação íntima do poder superior. Para ele, o Poder Superior é uma realidade cotidiana, não um conceito teológico. Deus é. Ele vê a busca humana pela espiritualidade como uma fachada primitiva, tola, ingênua e empobrecida.
De uma forma curiosa, entretanto, é justamente o indivíduo índigo o que mais sente facilidade para se adaptar a práticas espirituais tradicionais. Tem dom para a meditação, e aprecia objetos cerimoniais, velas, incenso, mandalas, fogueiras, pedras, símbolos. Todavia, tais ritos e objetos são utilizados, em verdade, pelo índigo, para ele brincar, o que não elimina o respeito que sente pelo primitivismo humano. Entedia-se, mas é sutil. Uma pessoa eclética no plano espiritual, capaz de fazer um mix de tradições, rituais e símbolos ao mesmo tempo, obtendo paz e conforto desses objetos exteriores. Mas não é realmente ligado a nada disso, ou a qualquer sistema de crenças. O índigo compreende, desde a mais tenra idade, que há uma configuração no Universo que tem muito pouco a ver com as normas e regras que as pessoas fizeram. São os enviados da nova espiritualidade holística, e não aprenderam isso com ninguém. Tudo, o templo e os objetos de poder, estão dentro dele, e por mais que muitas pessoas conheçam ou preguem isso em teoria, com o índigo é diferente. Ele simplesmente sabe.
O índigo é compreendido como uma mutação paranormal no esteio da humanidade atual. É este o ser que tem a visão da tecnologia e do futuro. Para ele, nossa civilização parece tão bárbara e supersticiosa quanto a corte do Rei Artur pode parecer a um americano comum.
Fonte:
http://www.sintoniasaintgermain.com.br/indigochild3.html
Uma caracteristica do Indigo é sempre procurar se conhecer melhor, suas motivações, seus defeitos, suas qualidades.
TIPOS DE ÍNDIGO
Veremos agora uma pequena relação dos tipos índigo constatados:
(O texto abaixo refere-se aos tipos de índigo e foi 100% extraído do livro “Crianças Índigo” de Lee Carrol e Jan Tober Ed. Butterfly)
1-HUMANISTAS:
São do tipo que trabalham com as massas. serão os médicos, advogados, vendedores, professores, executivos, e políticos, de amanhã.
Hiperativos e extremamente sociáveis, conversam com todos, são sempre muito simpáticos e tem opinião própria. Podem agir de maneira estranha, pois sendo hiperativos acabam às vezes batendo contra uma parede, por exemplo, por se esquecer de parar.
Não conseguem brincar com um brinquedo apenas. Têm de tirar todos do armário, nem que seja só para ficar olhando para eles.
São do tipo que precisa ser constantemente lembrado de seus deveres, como organizar seu quarto, pois são capazes de iniciar a limpeza, mas, ao verem um livro, sentam-se para ler, ficam completamente distraídos e se esquecem do que estavam fazendo. Aliás os humanistas são leitores vorazes .Ontem eu estava em um avião e um índigo de três anos estava fazendo barulho ao meu lado até que sua mãe lhe deu um folheto de regras de segurança de vôo para ler .Ele parou, sentou-se, abriu o folheto e começou a olhar as figuras com ar muito sério como se estivesse lendo o texto com muita atenção. Ficou ali, quieto durante uns cinco minutos .Obviamente não conseguia ler, mas parecia mesmo estar.
2- CONCEITUAIS
:Interessam-se mais por projetos do que por pessoas. Serão os engenheiros, arquitetos, designers, astronautas, pilotos e oficiais militares do futuro.
São normalmente crianças de porte grande e atlético. Tendem a controlar situações e pessoas, especialmente suas mães , se forem meninos e seus pais, se forem meninas. E quando conseguem podem ter grandes problemas.
Esse tipo de índigo tem propensão ao vício, especialmente as drogas durante a adolescência. Os pais precisam monitorar de perto o comportamento desse tipo de criança, especialmente quando parecem estar tentando esconder alguma coisa. Quando dizem "não quero que entrem no meu quarto" é porque há algo errado.
São normalmente crianças de porte grande e atlético. Tendem a controlar situações e pessoas, especialmente suas mães , se forem meninos e seus pais, se forem meninas. E quando conseguem podem ter grandes problemas.
Esse tipo de índigo tem propensão ao vício, especialmente as drogas durante a adolescência. Os pais precisam monitorar de perto o comportamento desse tipo de criança, especialmente quando parecem estar tentando esconder alguma coisa. Quando dizem "não quero que entrem no meu quarto" é porque há algo errado.
3-ARTISTICOS
Costumam ser mais sensíveis e mais acanhados em estatura do que os outros tipos. São muito criativos e serão provavelmente professores e artistas.
Tudo o que fazem envolve criatividade. Se estudam medicina por exemplo, podem virar cirurgiões ou pesquisadores.
Quando decidem estudar teatro , tendem a se tornar excelentes atores.
Entre os quatro e dez anos de idade, costumam se interessar pelos mais diferentes tipos de arte, mas por apenas cinco ou dez minutos, deixando-os de lado e para procurar outros.
Costumo aconselhar as mães desse tipo de índigo que gosta de música a nunca comprar instrumentos para eles, mas sim alugar. Eles podem tocar cinco ou seis instrumentos diferentes, mas somente na adolescência irão se decidir e se especializar em um deles.
Tudo o que fazem envolve criatividade. Se estudam medicina por exemplo, podem virar cirurgiões ou pesquisadores.
Quando decidem estudar teatro , tendem a se tornar excelentes atores.
Entre os quatro e dez anos de idade, costumam se interessar pelos mais diferentes tipos de arte, mas por apenas cinco ou dez minutos, deixando-os de lado e para procurar outros.
Costumo aconselhar as mães desse tipo de índigo que gosta de música a nunca comprar instrumentos para eles, mas sim alugar. Eles podem tocar cinco ou seis instrumentos diferentes, mas somente na adolescência irão se decidir e se especializar em um deles.
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