quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Eu estou cansada. Mas longe da desitência. Ontem no meu post eu me coloco sobre isso. Nao sobre o SUS, mas sobre o que se gasto do dinheiro publico para tratar o ex presidente. Entao caro, blogueiro, é o seguinte, TENTAR DIZER QUE O SUS É "LEGAL", já é APELAÇÃO. Ñão sou fã da PIovani, mas nao resta a menor dúvida que ela é loira mas nao é burra, e está corretissima. Porque eles (artistas) deveriam dar o exemplo, e nao justamente o justiceiro, o igualitario, o "ex pobre", como o blogueiro citou? A propósito, o colega esta afirmando que LUIZ INACIO ENTROU POBRE NA PRECISADENCIA E SAIU RICO???? Isso soa no mínimo duvidoso. Isso é que pega muito mal. Estranho tambem se torna, quando o colega afirma, que a Piovani, por se posicionar, ter opinião própria, porem contra OS SEU IDOLO, ela está querendo aparecer? O colega tem certeza que ela precisa mesmo dizer algo do LUiz Inacio, para conseguir aparecer? Fala serio meu. E seu amor inabalavel pelo Luiz Inacio, começa a parecer psicose. Quando o colega cita o BARRIGAO da Piovani, com este tom de deboche, me tapou de nojo. Pq o colega é HOMEM e jamais saberá realmente o que é carregar por 9 meses um barrigão. Sua mae também teve um enorme ou o colega veio de um ovo? Ela era a unica que poderia ter tomado uma provdencia. enquanto grávida, e caso o tivesse feito, teria nos poupados de tanta ignorancia e fanatismo. E encerrando, o colega é tipicamente um daqueles homens que eu sempre desejo, que quando a propria mulher tivesse ganhando um bebe ele deveria cagar um tijolo. Somente assim, aprenderia a ter respeito pelas mulheres. Cala a boca Ofélia. by Deise

Há muita gente "cansada" no mundo. Hebe Camargo, Ivete Sangalo, João Dória Jr, e tantos outros.
Alguns já aprenderam que não devem mostrar seu lado nazistinha em público, como fez a impagável Regina Duarte por duas vezes. Na primeira, ela tinha medo dos comunistas. Depois, tinha medo do Lula.
Pega mal. Especialmente em um país que pra sair das últimas colocações no ranking internacional de qualquer coisa, teve que eleger um ex-operário que sequer tinha o segundo grau de escolaridade.
Coisa que a elite não suporta. Onde já se viu um ex-pobre fazer o que nenhum deles foi capaz?
Aliás, essa informação nunca foi verdadeira. FHC era muito capaz, sim. Apenas não queria fazer pelo Brasil. Preferia fazer pelo Bill Clinton, que era "amigo pessoal" dele.
Bem, a cansada da semana foi Luana Piovani. Pudera, com aquele barrigão, cansa mesmo. Ela sugeriu que Lula se tratasse no SUS. Mal sabe ela que em matéria de câncer, o SUS* dá baile em muito hospital privado. E mais, no Albert Einstein, boa parte os tratamentos de lá, são mesmo pagos pelo Sistema Unico de Saúde.
Claro que Luana não se interessa por tais pormenores. Mas devia.
Porque um fã lhe sugeriu ter o bebê também na rede pública. Quem sabe assim, com tanta gente famosa dando o exemplo, os funcionários e os governos não começam a fazer o negócio funcionar de verdade?
Mas não, né? Luana só quer botar um fervo. Só aparecer nos noticiosos com um ar hipócrita entre os dentes. Mesmo tendo uma família que se beneficiou das verbas públicas para estudar, Luana deve achar que está acima da carne seca. Ela pode se apropriar do ensino que é pago pelo contribuinte brasileiro e ainda assim é de qualidade no caso da USP. Inclusive, pago pelo mais pobre. Se ela está assim tão indignada com Lula, será que não era hora de parar de tagarelar e dar o exemplo?
Como sabemos, é fácil ficar "cansado" no Brasil. Nessas horas a gente sempre joga a responsabilidade nas costas de alguém. E quem melhor que Lula, o eterno "cristo" das elites, pra começar?
* Antes de falar besteira Luana devia estudar um pouco mais. O SUS pode não ser muito bom, o que não é mentira, mas a culpa é muito mais dos governos estaduais, municipais e das entidades privadas, que do Federal. O SUS, é praticamente uma entidade abstrata. Ele não "existe". O SUS basicamente repassa verbas para hospitais municipais, particulares, estaduais, Santas Casas etc, para fazerem o serviço. E mais, o SUS paga em dia (não era assim na época do grande FHC). A grande maioria dos hospitais pequenos depende só do SUS para sobreviver, algo em torno de 90% das receitas. Só que quando o serviço é mal feito a culpa cai em quem? A discussão sobre o SUS é longa e não caberia neste post. Este exemplo que dei, é apenas a ponta do iceberg que a imprensa não mostra e que Luana coitadinha, não entende.

Comissão de Segurança da Câmara dos Deputados realiza seminário na Assembleia


Por iniciativa dos deputados federais José Augusto Maia (PTB/PE), presidente da Subcomissão Permanente para Estudar Políticas, Orçamento e Financiamento da Segurança Pública e Delegado Protógenes (PCdoB), a Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados realizou nesta quinta-feira, 27/10, na Assembleia Legislativa, o seminário Os Investimentos na Área da Segurança Pública nos Estados Brasileiros ” Etapa São Paulo. O evento, que reuniu ainda deputados estaduais, representantes das polícias Militar e Civil do Estado, sindicalistas, representantes de municípios e das guardas municipais, gerou uma carta com as propostas levantadas ao longo do seminário. Maia e Protógenes disseram estar empenhados na criação de um fundo nacional para financiar a segurança pública.
O encontro teve por objetivo estudar a situação atual dos investimentos que estão sendo feitos na área da Segurança Pública no Brasil para, ao fim de seus trabalhos, propor medidas efetivas destinadas à dotação de recursos financeiros para os setores ligados à segurança pública.
Os parlamentares federais presentes ponderaram que a segurança pública é uma das únicas áreas de grande importância social que não tem vinculação constitucional de recursos para a execução de políticas públicas, e a verba destinada no Orçamento não é aplicada em sua totalidade, acabando por ser destinada a outras áreas.
Falta de equipamentos, necessidade de um programa de aperfeiçoamento constante, melhoria salarial foram alguns dos pontos destacados pelos participantes, que reiteraram que o principal fator de melhoria da segurança é o investimento no policial.
Os parlamentares da comissão afirmaram que estão empenhados na criação de um Fundo Nacional de Segurança Pública, com distribuição de verbas para a União, os estados e municípios, e que este fundo poderia ter o aporte de verbas oriundas dos recursos do pré-sal. Outro ponto defendido foi a criação de um ministério exclusivo para a segurança pública.
O encontro em São Paulo é o quarto realizado pela comissão, que já esteve em Teresina (PI), Recife (PE) e São Luís (MA).
Investimentos
O deputado Pedro Bigardi (PCdoB) comparou o esforço realizado pelos deputados federais às gestões realizadas pelos parlamentares estaduais para ampliar o valor dos recursos destinados à segurança no Orçamento do Estado e valorizar o policial. Saudou a iniciativa dos parlamentares da Câmara de ouvir os estados para fazer uma proposta ampla para a segurança pública que contemple os pleitos regionais.
Para Jooji Hato (PMDB), há necessidade de incluir no orçamento da área o combate e prevenção ao uso de drogas. Para o parlamentar, este combate é fundamental como forma de garantir a segurança pública e evitar a escalada da violência, tendo inclusive apresentado uma emenda ao orçamento do Estado que destina verba específica para este fim.
A aprovação da PEC 300 pelo Congresso, foi defendida pelo deputado Olimpio Gomes (PDT), que argumentou ser essencial a aprovação de um piso nacional para os profissionais da segurança pública. Ao criticar a demora na aprovação da emenda, Gomes afirmou que a criação de um fundo nacional de segurança poderia viabilizar a criação do piso nacional, pois os recursos federais poderiam complementar a verba estadual destinada ao pagamento dos policiais em estados que não têm recursos suficientes.
Fonte: Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo

Brasil é 12º país mais violento para Jornalistas

   
O Comitê para Proteção dos Jornalistas (CPJ) e a Organização das Nações Unidas (ONU) apontam o jornalismo como uma das profissões mais perigosas do planeta. Somente no ano de 2010, 44 repórteres foram assassinados em todo o mundo. No ranking dos países mais violentos para os profissionais da área, produzido pelo CPJ entre 2001 e 2010, o Brasil aparece em 12º lugar com cinco assassinatos ainda não solucionados.
Considerando o risco da profissão e os dados estatísticos de delitos contra os jornalistas, o deputado Delegado Protógenes propôs o PL 1078/2011 que pretende federalizar os crimes contra jornalistas. Com a medida, quando a investigação ultrapassar 90 dias e for caracterizado omissão ou ineficiência do poder local, o inquérito passará a ser de responsabilidade da Polícia Federal.
Protógenes destacou que nem sempre as investigações são realizadas com eficácia devido a aproximação e até amizade dos autores com autoridades competentes para investigar e julgar.
Segundo o comitê, 30% dos assassinatos não solucionados são referentes aos jornalistas que estavam cobrindo temas políticos. Outros 28% perderam a vida enquanto cobriam conflitos armados.

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