O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse em entrevista ao programa Canal Livre, que foi ao ar ontem pela TV Bandeirantes, que durante o exercício de presidente da República não tem candidato. Mas que fará campanha para a pré-candidata do PT e ex-ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, “depois do horário de expediente”.
“Vou para a rua fazer comício. Vou de sábado e domingo para fazer comício”, avisou o presidente. “Tratarei todos (os candidatos) com igualdade de condições. Mas tenho candidato, porque tenho partido, e vou apoiá-la”, continuou.
Lula disse também estar “convencido de que Dilma vai ser presidente do Brasil”, mas que ela “vai ter de trabalhar”. Indagado sobre a performance nas pesquisas do adversário de Dilma, o ex-governador de São Paulo José Serra (PSDB), Lula lembrou das três disputas à Presidência que perdeu antes de assumir o cargo. “Não assusta”, resumiu.
“A campanha está começando. Agora é hora de preparar os programas, mas vai ser uma boa campanha. O Brasil está de parabéns pelo tipo de candidatos que tem”, observou Lula.
Nos momentos finais da entrevista, o presidente disse que todos terão “uma extraordinária surpresa” com Dilma. Segundo Lula, a pré-candidata petista tem duas características importantes: é competente e não guarda mágoas
Chegou a hora: dia 7 de abril será a votação do Projeto de Lei Ficha Limpa. Nossos deputados têm uma escolha -- votar a favor da lei e remover criminosos da política, ou ficar do lado dos corruptos ao custo de toda a nação.
Não será uma vitória fácil, forças corruptas estão resistindo – somente uma mobilização massiva poderá vencê-los. Esta é a reta final para pressionar nossos deputados a votarem a favor da política limpa no Brasil - assine a petição aqui; ela será entregue diretamente ao Congresso.
Se a Ficha Limpa passar, candidatos que cometeram crimes sérios como lavagem de dinheiro, tráfico de drogas e assassinato, serão removidos das eleições de outubro. Este pode ser um enorme passo para livrar o Brasil de uma classe política corrupta.
Através de muita pressão popular do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral e da Avaaz, nós ajudamos a introduzir esta lei e aprová-la para votação. Porém se ela passar, vários partidos políticos irão ver seus candidatos desqualificados das eleições de outubro, portanto muitos vão tentar barrá-la no Congresso. Nós não podemos perder esta oportunidade histórica – vamos mobilizar milhares de brasileiros nesta reta final.
Em um movimento histórico, mais de 1,6 milhão de brasileiros já levantaram as suas vozes contra a corrupção na política. Nós não podemos perder agora - cada nome conta - encaminhe este alerta para todos que você conhece!
Com esperança,
Alice, Graziela, Paula, Paul, Ricken, Pascal, Benjamin, Ben e toda a equipe Avaaz, Deise Mariani