Jihadistas dizem ter executado 1700 soldados iraquianos


ANSA



Em Washington
Os rebeldes do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL) anunciaram no Twitter neste domingo (15) terem matado 1700 soldados iraquianos.

O grupo também publicou fotos impactantes no microblog para sustentar a afirmação.

De acordo com o jornal "The New York Times," ainda não foi possível verificar a autenticidade das fotografias e das reivindicações dos insurgentes. Altos funcionários do governo iraquianos colocaram em dúvida que uma execução em massa com esta dimensão tenha ocorrido.

Por outro lado, foram assinalados um grande número de funeris na zona da província de Salahuddin, localidade onde, de acordo com as mensagens dos rebeldes, teriam ocorrido as execuções.

Se esta reivindicação for verdadeira, será a pior atrocidade em massa realizada no país e na Síria nos últimos anos, superando inclusive os ataques com armas químicas na periferia de Damasco, na Síria, no último ano, onde foram mortas 1400 pessoas.

De acordo com o porta-voz para a Segurança, Qassem Atta, as forças de segurança iraquianas mataram 279 rebeldes nas últimas 24 horas. O país se prepara para lançar uma contra-ofensiva para acabar com o rápido avanço dos jihadistas.














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