A TIRANIA DA INVEJA


inveja
Sou um sobrevivente e, espero, você também. Porque ela é tirana. Atende por vários codinomes – cobiça, ganância, olho gordo – e se esgueira sorrateira pelos ambientes corporativos. Estou falando daquele sentimento que a sabedoria popular costuma tratar como a arma dos incompetentes: a inveja.
Como toda a energia do invejoso é canalizada para prejudicar o outro, a atitude enterra carreiras, mingua a produtividade, compromete o trabalho em equipe. O ambiente fica tenso e boa parte do tempo é desperdiçado para se aparar arestas. Muitas vezes, é fruto do estímulo da organização a um clima de  competitividade, que acaba saindo do nível aceitável. E a força destrutiva de um invejoso não deve ser menosprezada. Quem já passou por isso sabe do que estou falando.
Para sobreviver a tamanho opressor, só desenvolvendo uma habilidade cada vez mais requisitada nas empresas, a  resiliência.  Em resumo, é estar preparado para não se deixar abater.  O resiliente consegue dar a volta por cima e, a cada nova experiência ruim, fica mais maduro para lidar com obstáculos de maneira mais tranquila. É preciso ter força para não reagir e debelar a raiva que é nosso instinto natural. O desfio é não se deixar contaminar por quem está ali para semear a discórdia. Gente, a inveja às vezes é tão forte que pode até parecer onipresente, mas está longe de ser onipotente – a não ser que a gente permita.
by tecendo opinião

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