sábado, 18 de fevereiro de 2017

MULHER COLOCA VENENO NO CAFÉ DA AMIGA POR INVEJA “ELA ERA FELIZ E CASADA”



A indonésia Jessica Kumala Wongso, de 28 anos, foi presa acusada de matar envenenada sua amiga, Wayan Mirna Salihin, de 27, na praça de alimentação de um shopping no centro de Jacarta, capital do país. Jessica colocou cianeto no café de Wayan, que teve convulsões e acabou morrendo no hospital. O crime, segundo a Justiça indonésia, foi premeditado. Ela teria planejado o assassinato porque Wayan era “casada e feliz”.

Jessica tinha dito e expressado “inveja e raiva” da amiga, segundo testemunhas. Ela acabou julgada e foi considerada culpada por um tribunal em Jacarta na última quinta-feira (27).





O crime aconteceu em janeiro de 2016 e chocou o país. Jessica, que morava na Austrália mas sempre viajava para a Indonésia, andava com Wayan, de quem ficara próxima, desde o final de 2015, logo após se conhecerem.

Um ano antes, Jessica tinha sido abandonada pelo namorado. Ela sofria de depressão e, segundo jornais locais, tomava remédios para outros “distúrbios psicológicos”

Já a amiga Wayan, mais conhecida como Mirna, estava feliz. Era casada com Arif Soemarko. Quando Jessica conheceu Arif, passou a sentir raiva e ódio da amiga, como declararia depois à polícia



“Algo foi disparado dentro de mim”, diria Jessica, na época em que foi presa, logo após ser acusada de envenenar a amiga no shopping.

Uma câmera de segurança do shopping em Jacarta registou o momento em que as duas chegaram juntas a um café.

Jessica colocou, segundo a polícia, 300 mg de cianeto no café da amiga. Cerca de 120 mg já são suficientes para matar uma pessoa com as características da vítima.



Mirna caiu no piso da cafeteria logo após tomar um gole da bebida misturada ao veneno. Teve convulsões e foi levada ao hospital, onde morreu horas depois.

Jessica foi presa e negou o crime quando foi detida, chocou o público ao aparecer diversas vezes sorrindo.

Imagens de Jessica dando risada a caminho do prisão foram compartilhadas pelas redes sociais e estamparam jornais do mundo todo.




Jessica acabou sendo condenada a 20 anos de prisão. Especulava-se na imprensa local que ela fosse condenada à morte. Mas, como ela morava na Austrália, acabou recebendo essa sentença — contestada pela defesa e pela acusação, que vão recorrer.

O governo do país fez um acordo com o da Austrália, que contribuiu na investigação do crime; Somente por esse motivo ela não foi sentenciada à morte, informa o jornal britânico Daily Mail.




No momento em que recebeu o veredito, Jessica demonstrou, outra vez, frieza: “Essa decisão não é justa e nem parcial”. Ela afirmou que não aceita a sentença e que não cometeu “crime algum e nada está provado”.

O advogado de Jessica, Otto Hasibuan, argumentou que o júri e os magistrados estavam “sob forte influência da opinião pública ao declararem sua cliente como culpada”.

O pai de Mirna, Darmawan Salihin, também deu entrevistas na época do crime a jornais australianos: “Sempre me senti desconfortável em relação a Jéssica. Era não era exatamente afável e não era muito gentil. Me parecia fria e distante”. Ele disse que chegou a pedir que a filha parasse de andar com a amiga.

“Achava que ela podia fazer alguma coisa contra ela. Mas era só uma sensação de pai”, afirmou.

Fonte e reprodução: Hora 7 / Daily Mail

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