terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Mais de 40 são detidos por incêndios que devastam o Chile

'Estamos certos de que houve intencionalidade em alguns dos focos', afirma presidente chilena sobre maior catástrofe florestal que assola o país

© Rodrigo Garrido / Reuters
30/01/17POR NOTÍCIAS AO MINUTO
A polícia chilena prendeu, até o último domingo (29), 43 pessoas suspeitas de terem colaborado com os piores incêndios florestais da história do país. O fogo já destruiu milhares de equitares de sete regiões do centro e do sul do Chile.
De acordo com o G1, a maior parte dos suspeitos foi presa nas regiões de O'Higgins (sul), Maule (norte) e Biobío (sul), que foram as mais afetadas pelo fogo. As penas podem chegar a 20 anos de prisão.
"Estamos certos de que houve intencionalidade em alguns dos focos; vamos seguir as responsabilidades até o final", informou a presidente chilena Michelle Bachelet.
A matéria diz ainda que 90% dos incêndios no país são causados pelo homem, mas as chamas foram espalhadas mais facilmente por conta da incidência de ventos fortes, calor intenso e seca, que castiga a região cerca de oito anos.
118 incêndios ainda estão ativos por todo o país, sendo que 59 são combatidos, 51 já foram controlados e 8 estão extintos.
Até o momento, já são mais de três mil desabrigados, mais de mil residências destruídas e um prejuízo financeiro incalculável por conta do fogo, de acordo com a Corporação Nacional Florestal (Conaf).
Para conter a catástrofe, mais de 11 mil bombeiros voluntários, brigadistas (bombeiros florestais), militares, policiais, funcionários públicos e vizinhos, além de mais de quinhentos brigadistas estrangeiros, estão trabalhando para combater as chamas.

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