Socorro ONU, OMS, DIREITOS HUMANOS INTERNACIONAIS!!!! Aos demais leitores, divulguem. Passem adiante, denunciem o ESTADO DE CALAMIDADE QUE SE ENCONTRA O PAIS, AS VÉSPERAS DE RECEBER A COPA DO MUNDO. Socorram o Brasil! HELP! ONU, OMS, INTERNATIONAL HUMAN RIGHTS!! To other readers, disclose. Pass it, denounce STATE OF CALAMITY IS THE COUNTRY, THE EVE OF RECEIVING THE WORLD CUP. Succor the Brazil!


 06 Novembro 2013 18:57

Larvas devoram o rosto e a dignidade de idoso largado no HGE há dois dias

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Larvas devoram a dignidade do paciente em corredor do HGELarvas devoram a dignidade do paciente em corredor do HGEFoto: Sonar Alagoas

A fala do denunciante, em tom de desabafo, reproduzo na íntegra abaixo:
Paciente com câncer de boca infestado por larvas de mosca- miiase..agonizando no Hge, nos corredores..
Visão do inferno aqui na terra
Alagoas, terra de ninguém
Chamem a polícia, a swat, o Bope , alguma milícia pra fazer algo
Sadam russeim, osama bim ladem!
As larvas estão se mexendo, comendo os tecidos vivos e o resto de dignidade q o paciente ainda tem
Ver isso e nao fazer nada é outro absurdo, outra covardia…
Daí lembrei d vc, com suas palavras e seu poder d comunicação na mao.
Veja o q vc pode fazer q Alagoas agradece.
Abraço!


A cena é de lamentável desrespeito aos Direitos Humanos. O paciente José Amaro da Silva, que deu entrada no Hospital Geral do Estado (HGE) no fim da tarde da última quinta-feira (31), desde então, agoniza em uma maca da unidade de saúde
por Davi Soares, Sonar Alagoas
A cena é de lamentável desrespeito aos Direitos Humanos. E despertou a inércia deste blog (. O paciente José Amaro da Silva, que deu entrada no Hospital Geral do Estado (HGE) no fim da tarde da última quinta-feira (31), desde então, agoniza em uma maca da unidade de saúde administrada pelo governo de Teotonio Vilela Filho (PSDB).
O paciente tem câncer de boca e uma colônia de larvas de moscas se movimentam no ferimento exposto. Não resisti em publicar as fotos sem desfocar sua castigada face, porque a imagem já desfigurada serve para mostrar a realidade da saúde pública no interior e na capital do Estado de Alagoas e deve ajudar a sensibilizar os gestores da unidade de saúde pública que parecem não enxergar tal descaso.
O paciente é proveniente de Jundiá. E, segundo o denunciante, deveria ter sido atendido por um profissional da odontologia, que chegou a examinar o idoso, mas não fez nenhum procedimento de retirada das larvas ou limpeza do ferimento. Em vez disso, encaminhou o caso para especialistas em cabeça e pescoço, que até as 7h da manhã deste sábado (02) ainda não haviam realizado nenhum procedimento. E apesar de sua situação de risco, sua ficha não foi marcada devidamente, no campo “classificação de risco”.
Ficha médica do paciente, que deu entrada na quinta-feira (Foto: Sonar Alagoas)
As imagens foram feitas por um profissional de saúde indignado, que chegou a apelar para estagiários de odontologia para encaminhar o paciente para o setor cirúrgico e amenizar a dor do senhor José Amaro, que tenta chamar por socorro, mesmo sem conseguir ser entendido. Os estagiários disseram que precisariam de autorização do odontólogo, que teria dito que “já fez o que poderia fazer”, ao encaminhar o problema para quem ainda não resolveu.

by a Verdade Nua e Crua

Mulher indígena dá a luz em jardim após ser expulsa de hospital por não falar corretamente o idioma


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Mulher indígena dá a luz em jardim após ser expulsa de hospital por não falar corretamente o idioma
Com dores de parto, Irma veio para o Centro de Jalapa Diaz de Saúde, quando ainda era noite,
acompanhada pelo marido.
 A clínica estava parcialmente parada, porém teria uma equipe de emergência. Então para os poucos que estavam trabalhando disse-lhes que estava prestes a dar à luz. A paciente relatou que estava a horas tendo contrações e estava completamente dilatada.

Os médicos fizeram -lhe algumas perguntas , mas não a atenderam argumentando que a indígena não fala espanhol perfeitamente e que não a compreenderam. Ou que , como havia sido assistido por parteiras durante a gravidez , eles não tinham certeza do que estava acontecendo. Como era, eles decidiram que não entendia e ignorou o óbvio : a mulher precisava de ajuda.

Irma López Aurelio esperou mais de duas horas. Tentou obter o apoio de enfermeiros e pessoal administrativo , mas ninguém a internou, ou se quer deu-lhe atenção. Assim, nas primeiras horas da quarta-feira passada , quando o sol tinha acabado de sair , foi para o jardim do centro de saúde , e lá, sem assistência , deu à luz a uma criança de 2 quilos 400 gramas, só então a socorreram .

A polêmica

Um cidadão que estava no local tirou uma foto do que aconteceu, logo após o parto . Ele a vê de cócoras mulher e criança na grama, ainda ligado pelo cordão umbilical.
A partir da sua conta do Facebook, Eloy Pacheco Lopez explicou: " Depois de esperar atenção por duas horas deu à luz no pátio do hospital depois de ser ignorada pela equipe sob a direção do médico curso Adrian Rene Cruz Cabrera " (sic) .

A imagem foi tirada pelo Portal Route 35 e começou a se espalhar no Twitter, onde se multiplicavam comentários a condenar a conduta da equipe médica do hospital eo secretário de saúde , Germán Tenório Vasconcelos .

O governo do Estado , em resposta , emitiu um boletim afirmando que ordenou " uma imparcial e completa equipe médica do Centro de Saúde de Jalapa Diaz, para determinar responsabilidades sobre a suposta negligência médica no processo de Irma cuidado Aurelio Lopez, que deu à luz uma criança na manhã de quarta-feira 03 de outubro . " No entanto, o secretário de saúde tentou voltar-se contra os holofotes. Comunicado do governo diz: "Falha de que este crime tenha sido utilizado para fins de curiosidade por meio de redes sociais, prejudicando a imagem da mulher e de seu filho , em primeiro lugar , e em segundo lugar , afetando a imagem dos trabalhadores da saúde " .

A irritação oficial aumentou porque o internauta que subiu a foto também tinha adicionado em sua publicação : " ENQUETE : Você acha que o governo está cumprindo a sua oferta de mudança para melhorar o sistema de saúde em Oaxaca ? " (Sic). As respostas para a pergunta induzida foram esmagadoramente contra o governo. Os funcionários que trabalharam no Centro de Saúde Rural "C" do município se deu conta da falta de material e humano com quem deve atender às mulheres que vêm para a prestação de cuidados .

Para clínica rural , não têm o suficiente quartos expulsão e muitas vezes drogas escassos como a oxitocina , substância aplicada para iniciar ou acelerar concentrações uterinas. Contrariamente a esta informação , a Secretaria de Saúde informou através de um comunicado de imprensa que a mulher foi apresentada ao Centro de Jalapa Diaz entrega prazo de dilatação e avançado de saúde , resultando na expulsão do bebê antes de entrar na unidade de saúde para atendimento. Ele disse que o incidente ocorreu " na manhã de quarta-feira 03 de outubro ", e não se refere ao meio-dia como usuário do Facebook . O problema é que em 3 de outubro foi uma quinta-feira. "O progresso do trabalho das mulheres e, juntamente com a falta de pessoal noite no Centro de Jalapa Diaz de Saúde fez com que a mãe de ter seu filho em condições precárias . "

Ele explicou que, segundo a equipe de plantão Centro de Saúde de Jalapa Diaz, na quarta-feira a mulher foi com o marido para a unidade médica para ser atendida, pelo qual recebeu instruções precisas para a preparação para o parto, tudo ao apresentar um estado de trabalho muito avançado . "Infelizmente a mulher em desespero, decidiu ir para a parte de trás deste espaço, o que, eventualmente, deu à luz seu filho, que apresentava boa saúde e tinha um peso de 2 quilos 400 gramas e um tamanho de 48 centímetros. "
Só quando isto aconteceu deram atenção ao recém nascido e sua mãe e os levaram imediatamente. As imunizações de menores foram aplicadas e os procedimentos neonatal , enquanto a mãe recebeu os cuidados adequados. Mais tarde, em uma entrevista à televisão Milênio insistiu que a equipe do centro disse a ele para esperar " do lado de fora enquanto se prepara o serviço" , por isso fui para a parte de trás do lugar, mas " quando fui olhar não encontrei" .

A mulher "tem problemas em entender espanhol ", mas " nada disso é desculpa ", ele admitiu, " mesmo nas áreas mais remotas do país isso é uma obrigação com o ser humano " .
Questionado sobre uma suposta paralisação no centro, admitiu que é a suspensão de atividades em algumas unidades , mas ressaltou que o sindicato tem sido "muito responsável " para fechar apenas escritórios administrativos e " sem motivo " para negar atendimento aos cidadãos.

Fonte: rondoniavip.com.br

Quarta, 16 Outubro 2013 23:03

Menina de 13 anos sofre estupro coletivo por colegas de sala

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Menina de 13 anos sofre estupro coletivo por colegas de sala
Vítima teve hemorragia e passou por cirurgia no Hospital de Ceilândia

Uma menina de 13 anos foi estuprada por quatro adolescentes com idades entre 13 e 17 anos, em Águas Lindas de Goiás (GO), região do Entorno do DF. De acordo com o agente Brandão Junior, da seção de investigações criminais do Ciops (Central Integrada de Operações de Segurança), tudo começou dentro do Colégio Estadual Paulo Freire, onde vítima e acusados estudavam na mesma sala.
O crime aconteceu no dia 7 de outubro. A menina foi para o colégio, mas, ao chegar lá, soube que não teria aula. Então, um dos rapazes a convidou para ir à casa de um deles no bairro Cidade do Entorno. De acordo com a versão da vítima, eles deram um copo grande de vinho para ela beber. Ela tomou a bebida de uma só vez e, a partir daí, começaram os estupros. Segundo o investigador Brandão, a menina só lembra flashes do que teria ocorrido.
— Ela estava sob forte efeito de álcool e foi estuprada pelos quatro adolescentes.
Após estuprar a jovem, segundo a polícia, os adolescentes perceberam que ela sangrava muito. Então, eles deixaram a menina na rua. Um conhecido encontrou a menina já alcoolizada e a levou para casa. Quando a mãe chegou, encontrou a filha tomando banho e sangrando muito.
De acordo com a mãe da menina, ela tentou atendimento no Hospital Municipal de Águas Lindas, mas não conseguiu porque não tinha ginecologista. A mãe então seguiu para o HRC (Hospital Regional de Ceilândia), onde a menina teve de ser operada. A mãe ficou horrorizada com a situação da menina.
— Minha filha teve que levar cinco pontos. Ela quase morreu de tanto que sangrou. Agora, graças a Deus, ela está bem.
A menina se recupera em casa e já voltou a frequentar a escola. A mãe preferiu transferi-la de horário para evitar contato com os agressores. O irmão mais velho a leva e busca após as aulas.
Ainda segundo a mãe da menina, os acusados não foram presos porque, de acordo com a polícia, o IML (Instituto Médico Legal) não fez exame de corpo de delito. Apenas após o laudo será possível apreender os acusados que já foram identificados.

com R7, Paulo Mondego

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