Para mim, assim como dia da mãe, dia do Jornalista é todo dia. Somos a ÚNICA categoria de profissionais que NAO FAZ Greve. Nao tem como. Na historia do Jornalismo, constam apenas duas.O último ano da década de 70 marcaria a movimentação da segunda (e talvez a mais polêmica) greve geral dos jornalistas de São Paulo. A primeira foi em 1961, quando houve até bloqueio dos caminhões que saíam com jornais feitos nas gráficas. Na esteira das mobilizações dos metalúrgicos do ABC, dos bancários de São Paulo e dos professores em todo o país, os jornalistas engajaram-se na luta. Em fevereiro daquele ano, o Sindicato dos Jornalistas realizou um seminário para debater a criação de um partido dos trabalhadores no Brasil. Compareceram ao auditório do sindicato, Fernando Henrique Cardoso, Mário Covas, Luís Inácio da Silva (Lula), Jacó Bittar e Arnaldo Gonçalves, entre tantas outras personalidades. Todos concordaram com a idéia, exceto FHC e Covas. Após um mês começam as discussões sobre a possibilidade de greve na categoria. O auditório do sindicato não comportava o número expressivo de jornalistas. As assembléias tiveram que ser realizadas na Igreja da Consolação e no TUCA, teatro da Pontifícia Universidade Católica (PUC). Os preparativos para a greve começaram em maio, apesar da data-base ser em dezembro. Os jornalistas reivindicaram reajustes de 25% (sem desconto no fim do ano) e estabilidade no emprego para os representantes de comissões de redação. Para que não houvesse dúvida quanto à paralisação iminente, dois terços da assembléia deveriam votar a favor, caso contrário a greve não saía. As opiniões divergentes tinham consistência, não por princípio, mas pelo momento da greve: “Não estamos preparados. Sou contra esta greve porque tenho medo de ler notícia dela nos jornais” disse o já falecido Emir Macedo Nogueira, da Folha, que veio a se tornar presidente do Sindicato logo depois (vencendo Rui Falcão, da revista Isto é). Mas, a assembléia pensava diferente e 90% votou a favor da paralisação. No dia 28 de maio, o TRT julgou a greve ilegal e muitos jornalistas foram demitidos. Artistas doaram gravuras, pinturas, desenhos, fotos, entre outras obras, ao fundo de greve para serem vendidos e auxiliar os demitidos. Em dezembro, data-base da categoria, jornalistas conquistam o reajuste salarial e o fotógrafo obtém condições melhores de trabalho. Como disse, em 1981, Geraldo Mayrink, então repórter da revista Veja, “sim, penso que se perdeu alguma coisa na greve, mas ganhou-se também. Ganhou-se vergonha na cara, coisa que há muito tempo andava longe das redações....by Deise


 Um pouco da História
Em fevereiro de 1979,  o Sindicato dos Jornalistas realizou um seminário para debater a criação de um partido dos trabalhadores no Brasil. Compareceram ao auditório do sindicato, Fernando Henrique Cardoso, Mário Covas, Luís Inácio da Silva (Lula), Jacó Bittar e Arnaldo Gonçalves, entre tantas outras personalidades. Todos concordaram com a idéia, exceto FHC e Covas. 
Após um mês começam as discussões sobre a possibilidade de greve na categoria. O auditório do sindicato não comportava o número expressivo de jornalistas. As assembléias tiveram que ser realizadas na Igreja da Consolação e no TUCA, teatro da Pontifícia Universidade Católica (PUC). Os preparativos para a greve começaram em maio, apesar da data-base ser em dezembro.

Os jornalistas reivindicaram reajustes de 25% (sem desconto no fim do ano) e estabilidade no emprego para os representantes de comissões de redação. Para que não houvesse dúvida quanto à paralisação iminente, dois terços da assembléia deveriam votar a favor, caso contrário a greve não saía. As opiniões divergentes tinham consistência, não por princípio, mas pelo momento da greve: “Não estamos preparados. Sou contra esta greve porque tenho medo de ler notícia dela nos jornais” disse o já falecido Emir Macedo Nogueira, da Folha, que veio a se tornar presidente do Sindicato logo depois (vencendo Rui Falcão, da revista Isto é). 

Mas, a assembléia pensava diferente e 90% votou a favor da paralisação.

No dia 28 de maio, o TRT julgou a greve ilegal e muitos jornalistas foram demitidos. Artistas doaram gravuras, pinturas, desenhos, fotos, entre outras obras, ao fundo de greve para serem vendidos e auxiliar os demitidos. Em dezembro, data-base da categoria, jornalistas conquistam o reajuste salarial e o fotógrafo obtém condições melhores de trabalho. Como disse, em 1981, Geraldo Mayrink, então repórter da revista Veja, “sim, penso que se perdeu alguma coisa na greve, mas ganhou-se também. Ganhou-se vergonha na cara, coisa que há muito tempo andava longe das redações...”. 

A partir da greve de 79, a categoria cresceu em quantidade e em qualidade. Organizou-se, enfrentou as renovações tecnológicas e as demissões, organizou os assessores de imprensa e os jornalistas que não tinham vínculo empregatício.

by Movimento sindical


Comemora-se dia dos profissionais do
jornalismo em seis datas diferentes
fonte Itu.com 
7 de abril - Data Oficial ao Dia Nacional do Jornalista, em homenagem a João Batista Líbero Badaró.
A imprensa brasileira completa 204 anos em 2012. Essa importante data se deve ao trabalho e dedicação de todos os jornalistas, que merecem ser reconhecidos.
Mas para homenagear os profissionais da imprensa, uma pesquisa feita sobre essa data apontou outros dias como possíveis dias do jornalista: 24 de janeiro, 29 de janeiro, 16 de fevereiro, 3 de maio e 1º de junho.
Em consulta a mais de cem sites diferenciados, jornais, revistas e a obra “História da Imprensa no Brasil”, de Nelson Werneck Sodré sobre a formação da imprensa no Brasil -, vários acontecimentos ligados a todas as datas foram citados:
24 de janeiro - Data do padroeiro da profissão, São Francisco de Sales (bispo e doutor da Igreja Católica) para homenagear os profissionais do jornalismo.
29 de janeiro - A data é, de longe, mais citada nos calendários comemorativos brasileiros mas, ao mesmo tempo, a que menos tem referências à sua criação. As informações vão desde uma homenagem ao jornalista e abolicionista José do Patrocínio (que teria falecido, nesta data, em 1905) até sendo uma data exclusivamente católica
16 de fevereiro - Dia do Repórter. Ao contrário do que o senso comum, repórter não é sinônimo de jornalista. A função de repórter é apenas mais uma das que os jornalistas podem exercer.
07 de abril  - Foi instituído pela Associação Brasileira de Imprensa em homenagem a João Batista Líbero Badaró, médico e jornalista, que morreu assassinado por inimigos políticos, em São Paulo, em 22 de novembro de 1830. O movimento popular gerado por sua morte levou à abdicação de D. Pedro I, no dia 7 de abril de 1831. Um século depois, em 1931, em homenagem a esse acontecimento, o dia 7 de abril foi instituído como o "Dia do Jornalista".
03 de maio - Pode ser considerado o Dia do Jornalista por ser a data da Liberdade de Imprensa, decretada pela ONU em 1993.
01 de junho  - Dia da Imprensa que durante 192 anos foi comemorado, erroneamente, em 10 de setembro (atribuía-se à Gazeta do Rio de Janeiro, jornal oficial do Império, ser o primeiro jornal brasileiro). No Brasil, a Imprensa surge em 1808, quando passou a circular, em 1º de junho, o "Correio Braziliense", editado em Londres por Hipólito José da Costa Pereira Furtado de Mendonça.
E quanto ao dia mundial? Levando em conta o maior número de pessoas comemorando, o dia 8 de novembro seria o dia oficial, em que 1,3 bilhões de chineses comemoram a data. Nos EUA, o dia do jornalista é comemorado em 8 de agosto e mais datas surgem em pesquisas em outros países.






"O jornalismo moderno tem uma coisa a seu favor: Ao nos oferecer a opinião dos deseducados, ele mantém-nos em dia com a ignorância da comunidade" Oscar Wilde. 
“Seja breve para que eles leiam; Claro para que eles
 gostem; Original para que eles não esqueçam e, 
acima de tudo, preciso, para que sejam guiados por 
sua luz.”Joseph Pulitzer (1847 – 1911), jornalista norte-americano 
"O jornalismo é, antes de tudo e sobretudo, a prática diária da inteligência e o exercício cotidiano do caráter." (Cláudio Abramo)

"A sociedade que aceita qualquer jornalismo não merece jornalismo melhor." (Alberto Dines)

"Não vamos esmorecer na nossa crença de que jornalismo é algo que se faz com espírito crítico, fiscalizando o poder." (Mino Carta)

"A sociedade é maior do que o mercado. O leitor não é consumidor, mas cidadão. Jornalismo é serviço público, não espetáculo." (Alberto Dines)

"A imprensa pode causar mais danos que a bomba atômica. E deixar cicatrizes no cérebro." (Noam Chomsky)

"Por mais que essa frase possa parecer um chavão, a imprensa é a sentinela da democracia." (Jô Soares)

"O problema dos jornais do primeiro escalão é que quase todos estão hoje nas mãos de homens que vêem o jornalismo como uma espécie de linha auxiliar para empreitadas maiores e mais lucrativas como um meio conveniente de enrolar e anestesiar um público que, de outra forma, se voltaria contra eles." (H.L. Menck)

"Não tem que agradar ao dono, ao político, a nós mesmos. Tem que agradar ao público." (Ricardo Kotscho)

"O jornalista é um servidor público, não um político." (James Linde)

"Jornalismo é oposição. O resto é armazém de secos e molhados." (Millôr Fernandes)

"O Patrão do jornalista é o leitor." (Natalino Norberto)

"Os repórteres se dividem em três categorias: o repórter, que escreve o que viu; o repórter interpretativo, que escreve o que viu e o que ele acha que isso significa; e o repórter especialista, que escreve a respeito do significado do que ele não viu." (Abbott Joseph Liebling)

"Antigamente, quando você chegava com uma novidade a um diretor de jornal, ele piscava os olhinhos, esfregava as mãos e dizia entusiasmado: ‘Ótimo, ótimo, vamos publicar já! Ninguém está falando nisso!’ Mas hoje, quando se chega a um diretor de jornal com uma novidade, ele faz um muxoxo de desprezo e diz: ‘Isso não vamos dar. Não interessa. Ninguém está falando nisso’." (Régis Debray)

"Médico acha que é Deus. Jornalista tem certeza." (Ricardo Noblat)

"O Jornalismo perdeu sua essência na grande maioria dos casos e, principalmente, na grande mídia nacional brasileira. Esqueceu que o "cliente" é o leitor, não o anunciante. Esqueceu que é o cão-de-guarda e o cão-guia da sociedade. Esqueceu que é o sentinela da democracia. Esqueceu que o dever do Jornalismo é educar o povo, instruir o povo, incentivar a prática da cidadania, contribuindo assim com o fortalecimento da democracia. Eu não acredito no Jornalismo. Acredito em alguns Jornalistas, de fato e de direito, que lutam diariamente por uma sociedade mais igualitária, mais justa. Que ganham miseravelmente pouco por 24 horas diárias e mal têm tempo para a família, os amigos, para si próprio e ainda são são apaixonados pelo que fazem e têm orgulho de dizer "Sou Jornalista", (Tatiana Vasco).

"Jornalista bom,  nasce pronto. É nato. É o que consegue achar o gancho da noticia, e transformar uma festa de São João de escola no interior, em chamada de capa". by Deise Mariani

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