É noticia hoje. by Deise



Clipping de notícias – terça-feira – 08/01/2013
O Globo
Manchete: Ano Novo, velhos problemas – Grandes indústrias já planejam racionar energia
Medo derruba ações de empresas do setor elétrico; preço dispara no mercado livre
Em apenas um ano, valor cobrado pelo megawatt-hora aumentou mais de 4.000%, atingindo R$ 554,82
Após a presidente Dilma ter afirmado que era “ridículo” dizer que o país corria o risco de racionamento, os níveis mais baixos dos reservatórios das hidrelétricas fizeram as indústrias já planejarem a redução do consumo, admitindo um “racionamento branco”. Em nota, a Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia disse que as empresas que compram no mercado livre poderiam reduzir seu consumo. Em um ano, o preço do megawatt-hora subiu mais de 4.000%. Com temor de racionamento, as ações das elétricas caíram quase 5%. (Págs. 1, 21 e 22 e Flávia Oliveira)
Fotolegenda: Esticando a favela
Um flagrante de aterro ilegal na Baixada de Jacarepaguá, na Zona Oeste, região que teve um crescimento populacional de 74% nos últimos 10 anos. A denúncia foi feita ao secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, que prometeu agir. (Págs. 1 e 7)
Aonde vai a Venezuela? – Apelo às ruas acirra ânimos
Governo e oposição apelaram a seus seguidores que saiam às ruas da Venezuela no dia 10, data da posse de Chávez. Chavistas querem prorrogar o mandato do presidente, internado em Cuba. Oposição e Igreja são contra.
Brasil avaliza chavismo
Marco Aurélio Garcia diz que presidente tem até 6 meses para tomar posse. (Págs. 1 e 27)
O ator e a presidente: O segredo do seu patrimônio
O ator mais famoso da Argentina, Ricardo Darín, entrou em rota de colisão com Cristina Kirchner ao questionar a multiplicação por 12 do patrimônio da família da presidente. (Págs. 1 e 28)
Contabilidade criativa – Meta fiscal: mais R$ 13 bi do PAC
Após manobras para fechar as contas de 2012, o governo abaterá da meta R$ 38 bi de investimentos do PAC e não R$ 25 bi. (Págs. 1 e 23)
Buracos na pista – Pressa eleitoral movimentou BRT
A Sanerio atribuiu os buracos no BRT Transoeste à pressa para entregar a obra antes da eleição. Já a prefeitura acusou a empreiteira de não cumprir exigências. (Págs. 1 e 8)
Acredite se quiser – A praia medicinal de Cachoeira
A viagem do bicheiro Carlinhos Cachoeira com a mulher, Andressa, para um resort de luxo na Bahia foi, segundo seu advogado, por recomendação médica. (Págs. 1 e 3)
Educação – Sisu: UFRJ lidera inscrições. (Págs. 1 e 3)
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Governo já vê risco de racionamento de energia
Uso de térmicas para suprir demanda ameaça a redução das contas de luz prometida por Dilma
Com o nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas de quase todas as regiões do País abaixo ou muito próximo do limite de segurança para geração de energia, como o Estado mostrou no dia 3, a hipótese de racionamento, antes considerada “ridícula” pela presidente Dilma Rousseff, entrou no radar do governo. Mais do que chance de apagão, porém, o risco maior é haver aumento nas tarifas, o que comprometeria o corte de 20%, em média, nas contas de luz prometido pela presidente. Isso porque o uso das térmicas, mais caras, pode se prolongar por tempo maior que o normal. O Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), órgão do governo responsável por acompanhar e avaliar a segurança do suprimento de energia, se reúne amanhã para discutir a situação. O nervosismo se reflete no mercado. As ações da Eletrobrás lideraram as perdas, caindo 4,72%, mas outras empresas do setor também tiveram quedas. (Págs. 1 e B1)
Meta fiscal pode não ser cumprida
O secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, sinalizou ontem que a meta fiscal de 2013 pode não ser cumprida e defendeu as manobras feitas em dezembro do ano passado para fechar as contas do governo federal. Para o secretário, a União usou os recursos do Fundo Soberano do Brasil (FSB) e os dividendos pagos pela Caixa Econômica Federal e o BNDES para compensar o resultado ruim das contas dos Estados e municípios, o que foi “absolutamente normal, previsível e usual”. (Págs. 1 e B4)
Brasil apóia adiar posse de Chávez por até 180 dias
O assessor especial para assuntos internacionais da presidente Dilma Rousseff, Marco Aurélio Garcia, disse que o governo brasileiro apoia a posição dos partidários de Hugo Chávez que defendem o adiamento da posse do próximo mandato presidencial na Venezuela por até 180 dias. Ontem os chavistas convocaram mobilização no centro de Caracas para quinta-feira, quando está prevista a posse. O governo venezuelano advertiu a oposição de que “o povo está pronto para responder às tentativas de golpe contra a Constituição”, informa Roberto Lameirinhas, enviado especial a Caracas. (Págs. 1 e A8)
Marco Aurélio Garcia
Assessor especial
“A informação que tive é que o estado dele (Chávez) é grave a qualquer previsão é impossível de ser feita”.
Nova cúpula de segurança dos EUA enfrenta resistências
O presidente dos EUA Barack Obama, oficializou a indicação do assessor de contraterrorismo John Brennan para a chefia da CIA e a do ex-senador republicano Chuck Hagel para comandar o Pentágono. Ambos precisam ser aprovados pelo Senado, mas deverão enfrentar resistências, principalmente Hagel, que desagrada a democratas e a republicanos. A nova equipe de segurança terá ainda o senador John Kerry no lugar de Hillary Clinton. (Págs. 1 e A7)
União ‘dobra’ o STF e mantém repasse do FPE
O governo vai manter o repasse do Fundo de Participação dos Estados em 2013 e, na quinta-feira, deve destinar quase R$ 4 bilhões aos 26 Estados e ao Distrito Federal, seguindo regras julgadas ilegais pelo STF. Já havia no governo a definição de que os repasses deveriam ser feitos, mas apenas ontem a queda de braço com o STF foi vencida. (Págs. 1 e A5)
Poupança tem captação recorde no ano
Apesar de ter rendido retomo menor ao aplicador, a caderneta de poupança teve recorde de captação de recursos em 2012. Os depósitos superaram os saques em, R$ 9,2 bilhões em dezembro, maior valor mensal da série iniciada em 1995. No acumulado de 2012, a captação foi de R$ 49,7 bilhões. O recorde anterior, de 2010, era de R$ 38,7 bilhões. (Págs. 1 e B3)
Greve contra censura ganha apoio na China (Págs. 1 e A9)
Falha do MEC expõe dados de estudantes. (Págs. 1 e A11)
Presidente bate boca com ator
Cristina Kirchner está em pé de guerra com Ricardo Darín, estrela de O Segredo dos Seus Olhos. Em entrevista, ele disse que gostaria de ter “explicações” sobre a alta do patrimônio da presidente, que em uma década saltou de US$ 1,47 milhão para US$ 18,8 milhões. No Facebook, Cristina escreveu que o ator já foi acusado de contrabandear carros. (Págs. 1 e A8)
José Paulo Kupfer: Barafunda fiscal
Não faz sentido apelar para a contabilidade criativa nesse quadro relativamente benigno da economia brasileira. Seja qual for a explicação. (Págs. 1 e B4)
Arnaldo Jabor: 2013 e o Estado-vampiro
A imprensa democrática cumpre um papel imenso nesse vazio reflexivo em que nos meteram há quatro séculos. (Págs. 1 e D8)
Notas & Informações: Os bancos ganharam de novo
Banqueiros conseguiram ampliar o prazo para reformas necessárias ao enfrentamento da crise. (Págs. 1 e A3)
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Correio Braziliense
Manchete: Risco de o Brasil racionar energia é cada vez maior
Nas hidrelétricas do Sudeste e do Centro-Oeste, responsáveis por 70% da produção de energia no país, os reservatórios iniciaram 2013 no menor nível dos últimos 12 anos para o mês de janeiro. Operam, em média, com apenas 28,9% da capacidade, abaixo do registrado em igual período de 2001, ano em que os brasileiros enfrentaram racionamento. O governo nega haver risco de o Brasil ter de fazer economia forçada de luz. Mas empresários e investidores do setor afirmam que o perigo é grande. A onda de desconfiança derrubou ações das principais empresas do sistema elétrico na Bovespa. (Págs. 1, 9 e 10)
Planalto apoia manobra que adia posse de Hugo Chávez. Venezuela está dividida. (Págs. 1 e 16)
Praia de Cachoeira seria “remédio”
Fotos do bicheiro em lua de mel na Bahia causam indignação nas redes sociais. Mas advogado nega que imagens sejam provocação do contraventor, condenado pela Justiça por formação de quadrilha. O descanso no resort seria recomendação médica. (Págs. 1 e 5)
Vaga mais cedo na faculdade para a Justiça
Associações tentarão derrubar o veto à conclusão antecipada do ensino médio. (Págs. 1 e 21)
Cartões abrem negociações com inadimplentes
Operadoras facilitam condições para tentar recuperar R$ 37,5 bi do crédito rotativo. (Págs. 1 e 13)
Festa da Fifa com Ronaldo e Fuleco. (Pág. 1 e Super Esportes 2 e 3)
Mane Garricha terá camarote de até R$ 109 mil (Págs. 1 e Super Esportes 4)
Trem-bala concorrerá com a aviação. (Págs. 1 e 11)
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Valor Econômico
Manchete: União prevê mais desonerações em 2013, diz Mantega
O governo pretende fazer em 2013 novas desonerações de impostos, além das previstas na proposta orçamentária, e abater a despesa do cálculo do superávit primário das contas públicas. A informação é do ministro da Fazenda, Guido Mantega, que em entrevista exclusiva ao Valor PRO, serviço de tempo real do Valor, disse que o cumprimento da meta “cheia” do superávit no ano dependerá do crescimento do Produto Interno Bruto e da decisão por mais desonerações. O governo poderá abater do superávit até R$ 25 bilhões. Segundo Mantega, fará isso, se necessário, por meio de dedução de investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) ou do desconto das desonerações.
Para o ministro, a arrecadação cresce acima da velocidade do PIB quando a economia avança mais de 3% no ano. Quando a economia roda abaixo de 2,5%, as receitas do governo têm crescimento limitado. Como o próprio mercado prevê alta do PIB superior a 3% em 2013, o governo acredita que a situação fiscal deste ano será mais “confortável”. (Págs. 1 e A12)
Falta de chuvas pode tolher 5 pontos do desconto na energia
A redução média de 20% nas contas de luz, inicialmente abalada pela queda de braço entre governo e concessionárias de energia, enfrenta também a ameaça da natureza. Mesmo com as chuvas dos últimos dias, o nível dos reservatórios continua baixando. Até o momento, 2 pontos da queda prometida de 20% nas contas já foram tolhidos pelo alto custo da geração térmica. Até março, mantidas as condições meteorológicas atuais, esse impacto poderá chegar a 5 pontos.
O custo de operação das térmicas, de R$ 800 milhões mensais, será sentido pelos consumidores a partir de fevereiro, durante os primeiros reajustes tarifários das distribuidoras de energia. Esse período coincide com o momento em que o governo espera a redução média de 20% nas tarifas, garantida a partir das novas condições impostas às concessionárias após a renovação de seus contratos por mais 30 anos. (Págs. 1 e A5)
Consignado se espalha pela América Latina
Os bancos da América Latina estão registrando forte alta nos empréstimos consignados. Eles já se espalham do Brasil até o México, com um número crescente de bancos cedendo dinheiro a clientes que autorizam dedução automática no salário, o que aumenta a certeza do pagamento. No México, o consignado saltou 32% nos 12 meses encerrados em setembro, para mais de US$ 9 bilhões, o dobro da taxa de crescimento dos cartões de crédito. Três dos maiores bancos do país afirmam que um em cada cinco clientes com conta-salário tomou empréstimo desse tipo. (Págs. 1 e B11)
Cooperativas de crédito crescem 600%
O ano de 2012 foi bom para as cooperativas de crédito no Brasil. Os ativos dessas instituições romperam a marca histórica dos R$ 100 bilhões. Com mais de seis milhões de associados e um estoque de empréstimos e financiamentos que cresceu mais de 600% nos últimos dez anos, se formassem um banco o conjunto das cooperativas corresponderia ao oitavo maior conglomerado financeiro do país em ativos totais. A participação nas operações de crédito do Sistema Financeiro Nacional está em tomo de 2%, segundo o diretor de relações institucionais do BC, Luiz Edson Feltrim.
Esse crescimento contrasta com a redução no número de cooperativas, que passou de 1.427 em 2007 para 1.231 em setembro, resultado de um “saudável” processo de concentração para ganhar escala, disse Feltrim. (Págs. 1, C1 e C12)
‘Vaca louca’ não reduz a venda de carne
Um mês após o Brasil anunciar a primeira ocorrência de “vaca louca” no país, a repercussão do caso para os frigoríficos de carne bovina é praticamente nula. O mercado de ações já se recuperou do susto inicial com a notícia da doença e no comércio exterior as barreiras até agora levantadas se restringem a mercados pouco representativos. Dos dez principais mercados do país, apenas a Arábia Saudita proibiu a carne brasileira.
Em dezembro, o Brasil obteve US$ 389,1 milhões com as vendas externas de carne bovina in natura, crescimento de 24,1% sobre o mesmo mês de 2011, segundo a Secretaria de Comércio Exterior. Em volume, também houve aumento de 32,6% em relação a dezembro de 2011. (Págs. 1 e B13)
Retorno de aluguel perde da poupança
Quem se animou com a alta de 7,82% do ÍGP-M em 2012 diante da possibilidade de lucrar com aluguéis deve conter a empolgação, dizem os especialistas. Apesar do índice mais alto de reajuste para os contratos que vencem em janeiro, o histórico mostra que os aluguéis residenciais enfrentam um dos períodos de retornos mais baixos dos últimos anos, já que os preços dos imóveis subiram muito e os valores de locação não acompanharam a escalada. Considerado o retorno mensal líquido (descontado o Imposto de Renda) do aluguel em relação ao preço de mercado do imóvel, o rendimento médio com locação na maioria dos bairros das capitais paulista e fluminense não compensa sequer a inflação. Nas duas cidades ele perde até mesmo da conservadora poupança. (Págs. 1, D1 e D2)
Argentina tenta estimular produção de petróleo. (Págs. 1 e A9)
Em reestruturação, Lexmark vê cenário de crescimento na AL. (Págs. 1 e B3)
Setor de petróleo aquece negócios da Líder Aviação, diz Eduardo Vaz. (Págs. 1 e B8)
Crescimento modesto
Após alguns anos de expansão consideravelmente superior ao do PIB, o varejo de vestuário deve ter um crescimento mais próximo ao da economia brasileira neste ano. (Págs. 1 e B4)
Expansão do autoatendimento
Pesquisa da lata mostra que, até 2017, o Brasil será um dos seis maiores mercados mundiais no uso de dispositivos móveis para as compras, check-in, despacho de bagagem e embarques. (Págs. 1 e B4)
Bens de capital esperam ano melhor
Fabricantes de máquinas e equipamentos esperam um 2013 melhor, depois dos resultados decepcionantes do ano passado. Até outubro, o faturamento recuava 2,3% e a produção, 5,6%. Na contramão do setor, o segmento de máquinas pesadas cresceu. (Págs. 1 e B9)
Montadoras têm resultados díspares
Na contramão do avanço de 4,6% das vendas de veículos, tanto a produção quanto as exportações das montadoras instaladas no Brasil encerraram o ano passado nos níveis mais baixos em três anos. (Págs. 1 e B10)
Corsan investe em parcerias
A Corsan, companhia gaúcha de saneamento, aposta em parcerias com o setor privado para crescer. Tradicionalmente avesso à concessão de serviços públicos, o Rio Grande do Sul tem apenas 15% do esgoto tratado. A meta é chegar a 30% em 2015. (Págs. 1 e B10)
Máquinas agrícolas têm recorde
As vendas domésticas de máquinas agrícolas no país fecharam 2012 com recorde histórico de 69,3 mil unidades, alta de 6,2% sobre o ano anterior. O resultado foi superior às previsões iniciais de crescimento da Anfavea, de 5%. (Págs. 1 e B14)
Patrocínios minguados
Fraco crescimento da economia em 2012, com recuo do investimento, pode diminuir as verbas destinadas por grandes empresas a eventos culturais neste ano. Produtores já notam cautela e temem que esse cenário se prolongue. (Págs. 1 e D4)
Avanço da arbitragem
Em 2011, as cinco maiores câmaras de arbitragem do Brasil julgaram 122 processos, que juntos somaram R$ 3 bilhões. É o maior valor desde 2005, ano em que os resultados dessas câmaras passaram a ser mapeados, diz a advogada Selma Lemes. (Págs. 1 e E1)
Ideias
Assis Moreira
Em 2013, a diferença de crescimento econômico deve aumentar de novo em favor dos emergentes. (Págs. 1 e A2)
Ideias
Luiz Gonzaga Beiluzzo
Enquanto falam das virtudes dos mercados, os negócios do capitalismo realizam suas proezas, entre vigores e sobressaltos. (Págs. 1 e A11)
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Estado de Minas
Manchete: Ruas alagadas
Temporal arrasta veículos, tumultua o trânsito e causa transtornos em BH
A tempestade no fim da tarde durou cerca de meia hora e inundou vários pontos da capital. No Prado, Região Oeste, 10 motos e dois carros foram empurrados pela enxurrada por mais de um quarteirão. O problema se agravou com acúmulo de lixo em bueiros. No Centro, o fechamento do Viaduto B, na Lagoinha, contribuiu para piorar ainda mais o trânsito. Faltou luz em bairros como Horto, Cidade Nova, União e Barro Preto, onde o comércio fechou duas horas mais cedo. Segundo a meteorologia, choveu 21% do previsto para janeiro e a chegada de uma frente fria deverá trazer mais chuva nos próximos dias. (Págs. 1, 19 e 20)
Represas vazias
Reservatórios das hidrelétricas estão no nível mais baixo dos últimos 10 anos
Se a chuva causa problemas na cidade, ela é esperada ansiosamente nas usinas geradoras de eletricidade. Na média, as barragens das regiões Sudeste e Centro-Oeste, que respondem por 70% da capacidade de armazenamento de energia do país, estão com apenas 28,86% do volume útil, pouco mais que os 28,52% verificados no fim de 2000, ano anterior ao do racionamento. Nas principais usinas mineiras, a situação em dezembro era pior que em dezembro de 2000. A situação crítica, aliada ao alto preço, levou representantes da indústria a sugerir um racionamento branco (redução voluntária de consumo). (Págs. 1 e 10)
Sem Verba – Brasil tem 97% das prefeituras endividadas
Mais de 4 mil cidades tiveram de apertar os cintos para tentar equilibrar as contas em janeiro, segundo levantamento da Confederação Nacional dos Municípios. Em Minas, a saúde foi a primeira área a sofrer cortes de verba por prefeitos eleitos nas regiões Central, Norte e Grande BH. (Pág. 1, 3 e 4)
Um ano de descaso no Buritis
Desabamento do Edifício Vale dos Buritis completa 12 meses amanhã, mas moradores e comerciantes ainda amargam prejuízo e transtorno. Obra emergencial na Rua Laura Soares Carneiro (acima) está atrasada e deve demorar mais 60 dias, segundo a Sudecap. (Pág. 1 e 21)
Venezuela: Governo brasileirio não vê instabilidade no país. (Págs. 1 e 10)
Ciência: Brasil produz papel de plástico 100% nacional (Págs. 1 e 10)
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Zero Hora
Manchete: Alta de até 29% no frete vai chegar ao consumidor
Para se adequar à lei que obriga descanso de caminhoneiros, empresas de carga elevam preços do transporte de produtos, que irão se refletir nas prateleiras. (Págs. 1 e 12)
MP do Trabalho pede anulação de permissões de táxi
Iniciativa visa eliminar comércio ilegal de licenças na Capital. (Págs. 1 e 24)
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Brasil Econômico
Manchete: Escassez de energia leva governo ao uso intensivo das termelétricas
Com reservatórios de hidrelétricas do Sudeste e do Centro-Oeste no nível mais baixo dos últimos dez anos, Dilma Rousseff encerra hoje as férias na Bahia e cobra ações concretas dos resposnáveis pelo setor. O racionamento não está em pauta. (Págs. 1 e 4)
Ano deve ter 30 grandes projetos
Aumento dos investimentos em infraestrutura provocará no país “uma avalanche de obras”, prevê Maurício Endo, da KPMG. (Págs. 1 e 8)
Brasil é o maior produtor de soja
Diante da safra reorde de 83,1 milhões de toneladas em 2013, importadores como a China já procuram o novo parceiro. (Págs. 1 e 10)
“Eu tenho muito dinheiro. Não vou vender a Intermédica”
Paulo Barbanti, dono da terceira maior empresa de assistência médica do país, diz ao Brasil Econômico que não enfrenta problemas financeiros, mostra até o extrato bancário e apresenta a filha como sua sucessora. (Págs. 1 e 16)
Empresas admitem falha na governança
Pesquisa da Deloitte mostra que 83% das comapnhias ouvidas ainda não estão em um estágio ideal e 59% não possuem um comitê para gerenciar riscos. (Págs. 1 e 30)
Exportação derruba produção de carros
Recuo foi de 1,9% para 3,34 milhões de unidades ante 3,4 milhões em 2011. Venda externa caiu 20,1% para 442 mil em 2012, ante 553,33 mil um ano antes. (Págs. 1 e 18)
O pique dos energéticos
Nos EUA, a bebida enfrenta restrições das autoridades, mas no Brasil vendas sobem mais de 150% em três anos. (Págs. 1 e 22)
“Se houver oportunidade, eu compro”
CEO mundial da RSA Seguros, Simon Lee diz ao Brasil Econômico que planeja crescer 15% no país e não descarta aquisições. (Págs. 1 e 32)
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EBC Serviços

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